Repiquete no Meio do Mundo


Por que hoje é sábado

Dia de comer pirarucu, esse peixinho aí.

E amanhã é domingo

Dia de saber dos bochichos da política e ver gente antenada na Banca do Dorimar.

 



Escrito por Alcilene Cavalcante às 02h13
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Recadinho do Elson Martins, sobre os comentários postados no Marejando

Alcilene:

Marrapaz! (em acreanês) – Não é comum ouvir tanta gente falar bem de mim de uma lapada só!  Li todos os comentários (19) postados no seu blog, sobre entrevista. Preciso agradecer a todos, do fundo do meu coração.

Renivaldo Costa e Carlos Lobato teriam razão de sobra para apontar meus erros, ao invés disso, engrossaram a lisonja.

E os encobertos Bin Laden e Jornalista Zoiando (será que os conheço?) por que não o fizeram? E tome simpatia e reconhecimento através de André Wernner, Dulcivânia, Emilia Chaves, Rostan Martins, Rejane  Mont´Alverne (adoro essa família)...

Pensei logo: o Amapá possui latente em seu povo, enorme capacidade de se transformar numa terra que seja exemplo de sustentabilidade na Amazônia.

Meus amigos Ildegardo, Charles e Claudia Chelala, Coronel Dias, muito obrigado pelas palavras generosas. Permanece na minha memória o sabor de um tucunaré na manteiga que jantei na peixaria Amazônia com a família Chelala., faz tempo!

Pessoal da batalha jornalística: Correa Neto, irmão camarada, você é suspeito pra falar. E vice-versa; Daniel de Andrade, baiano–gaúcho revolucionário, espero produzir outro álbum de fotografias com você aqui no Acre; Haraceli, coisinha linda da Folha, tudo de bom para você e sua família. Reze por mim (rsrsrs); Lea (Mariléa), danadinha da Folha, muita sorte pra você com seus filhotes;

Alcinéa, menina misteriosa que conheci na redação do Jornal do Povo, não imagina como me fez bem saber que fui exemplo de bom jornalismo para você. Eu tinha lido naquele tempo (início dos anos setenta?), no seu olhar atento, a inquietude de uma repórter. Grato por me considerar exemplo ainda hoje, a julgar por seu comentário.

Faltou agradecer alguém? Ah! A primogênita Vássia que se mudou com minhas netinhas (Clara e Anais) para Florianópolis. Pára de acusar teu pai de ensinar jornalismo através de recadinhos mal educados! Nos dias de hoje, isso compromete (rsrsrs).

Até algum dia, amigos.

Elson Martins (elson-martins@uol.com.br)



Escrito por Alcilene Cavalcante às 02h10
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Pelo Território Livre da Internet

Do site do Corrêa Neto

Nogueira quer Rosemiro na disputa.

O prefeito de Santana, Antonio Nogueira vem surpreendendo seus adversários na campanha eleitoral, pedindo votos para o adversário Rosemiro Rocha, que está recorrendo da decisão adotada ontem pelo TRE, mantendo a impugnação de sua candidatura. Nogueira trabalha um sentimento muito forte em Santana, e tem dito em suas reuniões políticas, principalmente nos comícios que, se as pessoas não quiserem votar nele, de maneira alguma, que votem no ex-prefeito Rosemiro Rocha.
Hoje, pelo telefone explicou sua posição.
- Rosemiro e eu fazemos política de forma diferente, mas ambos somos daqui e isso é muito importante. Ele já foi prefeito e eu sou agora. A população pode comparar nosso trabalho e escolher um de nós. Temos nossas diferenças, mas quando a eleição terminar estaremos aqui porque somos daqui, definiu.
Nogueira se referia ao fato de o terceiro candidato supostamente melhor colocado na pesquisa ser o ex-deputado Geovani Borges, que é de Macapá e tem como candidato a vice, na chapa, o empresário Alessandro Sabino, que é de Belém. O prefeito/candidato disse que deseja disputar a eleição com Rosemiro pelas razões expostas acima.

 Sobre as pesquisas divulgadas recentemente, Nogueira falou.

 - Temos pesquisas feitas regularmente para nos ajudar no caminho da reeleição, os números são muito diferentes dos que foram apresentados pela imprensa, concluiu

Da coluna do Paulo Silva , no JD

Só falta licitar

A prefeitura de Macapá tem ao seu inteiro dispor, com projetos já aprovados pela Caixa Econômica Federal, R$ 3 milhões para começar a revitalização do estádio Glicério Marques. É o que informa Raimundo Frota, superintendente da Caixa no Amapá. Falta apenas o prefeito João Henrique providenciar a licitação. Os recursos são de emendas do deputado federal Evandro Milhomem. A grana vai acabar voltando.



Escrito por Alcilene Cavalcante às 02h09
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Meia – Boca

Que a rua Hamilton Silva precisava passar para mão única não há dúvida.

Mas a PMM deveria ter feito uma composição de parceria interna entre seus órgãos, que permitisse que enquanto a EMTU planejava mudar o fluxo em uma via, que a secretaria de obras melhorasse as condições de trafegabilidade das paralelas, para assumir o fluxo no outro sentido. Esse serviço deveria vir junto. Como também a sinalização horizontal e vertical nessas vias.

A Leopoldo Machado engarrafou ainda mais, e em horário de pico, não há como atravessar suas transversais, onde não há sinais.

Ficaram duas ruas no sentido sul-norte, e somente uma no outro sentido. As ruas  Manoel Eudóxio  e Odilardo Silva que poderiam ser a vias para assumir o sentido tirado da Hamilton Silva, não foram preparadas para tal.

Trabalho meia-boca.



Escrito por Alcilene Cavalcante às 02h08
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O Show

Zeca Baleiro literalmente deu um show em Macapá. Maravilhoso, carismático, completo e com uma banda maravilhosa. E ainda cantou uma bela canção feita em parceria com o nosso Joãosinho Gomes.

O show veio a Macapá pelo projeto “Eu faço Cultura”financiado pelo Movimento Cultural do Pessoal da Caixa, projeto dos funcionários da Caixa Econômica que doam 1% de seu imposto de renda para o projeto, e também pelo Ministério da Cultura.

Além do circuito de shows o projeto promove oficinas nas cidades que entram no projeto.

Por isso quero destacar aqui o mérito do produtor cultural Gilberto Alves ao conseguir trazer o projeto para Macapá e estar batalhando para que a cidade entre definitivamente no circuito.

Gilberto é um lutador na produção de eventos culturais e artísticos, e um dos mais competentes em sua área na região amazônica.

Nesse show ele teve um mérito a mais: Conseguir viabilizar o show, que estava todo preparado para acontecer na Fortaleza de Macapá, com autorização do IFHAN e tudo, e teve que arrumar outro local 24 horas antes do evento, e mudar toda a estrutura, por que um procurador federal entendeu que o show não poderia ser realizado na Fortaleza.

O Show foi no Ceta, mas eu imagino o sufoco para mudar tudo em um dia. Por isso faço questão de fazer esse reconhecimento a atuação competente e resolvida do promotor Gilberto Alves.

E quanto a realizações de shows na Fortaleza é prudente se resolver logo. Não dá pra ficar nessa de uns podem, outros não podem. Qualé?

Veja imagens

 

       



Escrito por Alcilene Cavalcante às 02h07
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SOCIEDADE INDIVIDUALISTA: PROBLEMA DE POLÍCIA...

Ricardo Leão DIAS – Coronel PM

 

Não se aceita mais a forma desumana de tratamento entre o Estado e a sociedade chamada civil. Foi-se o tempo em que em nome das instituições promoviam-se os mais variados delitos contra as pessoas, infringindo os princípios fundamentais de direito do homem, principalmente na sua honra e dignidade. A necessidade de limite e controle dos abusos de poder do próprio Estado já é por si só um ponto alto dessa busca. A crença principal das instituições e os legítimos princípios de igualdade e da legalidade vêm a seguir dar o norte para o Estado moderno.

O comprometimento com os direitos humanos é uma das principais metas programáticas de qualquer governante que se diga democrático. Tem-se procurado implantá-lo, na convicção de que o respeito e a promoção desses direitos constituem a pedra angular para a vigência de uma autêntica democracia participativa e de um processo de desenvolvimento sustentável, com justiça social.

 A Constituição de 1988 incluiu uma vasta identificação de direitos civis, políticos, econômicos, sociais e culturais. Com sua promulgação, o ser humano foi colocado à frente do Estado atribuindo a ele uma rede de direitos inerentes, numa prova inconteste de que a luta dos povos será a conquista de toda a plenitude humana, desde o respeito à vida, o maior bem supremo, até conquistas sociais para difundirem o trabalho constante do bem comum.

           Há um sólido consenso, na Sociedade Brasileira atual, em torno do crescimento da criminalidade violenta nas áreas urbanas. Esse consenso se manifesta, por um lado, nas reações das populações, que experimentam, em sua vida cotidiana, os efeitos do crime e da violência, traduzidas em intensos e crescentes sentimentos de medo e fortes demandas por lei e ordem geralmente mescladas e com avaliações negativas das instituições de segurança pública e judiciária implementadoras da ordem.

           Na realidade, a violência, considerada em todos os seus aspectos, constitui problemática grave e extremamente complexa. É fenômeno de natureza humana e social, perene, intenso e constante. Sua gênese, seus diferentes tipos e características, a freqüência e intensidade com que se manifesta, variam no tempo e no espaço em função de extensa gama de fatores determinantes ou condicionadores. A violência, descrita na forma de uma entidade onipotente e onipresente, parece incoercível e imbatível. No entanto, quando observamos os atos violentos de outro ângulo, percebemos que a pretensa homogeneidade e invencibilidade do fenômeno não correspondem às atitudes criminosas reais dos sujeitos.

          O individualismo opõe-se a todas as doutrinas sociais que dão prioridade ao bem comum. Deve-se entender o indivíduo como portador de um conjunto de traços característicos, que compõem a sua personalidade, não existindo nunca dois indivíduos iguais. Aí começa o grande desafio; um é diferente do outro: suas ações, seus modos, suas reações, serão sempre diferentes diante de estímulos iguais.

          Os individualismos não provem da perda de valores tradicionais, nem do afrouxamento de vínculos associativos, antes consistentes, como vêm ocorrendo em países mais tradicionais e adiantados do chamado 1º mundo.

A falta do relacionamento entre pessoas que convivem numa mesma área, propicia que criminosos ou os parias da sociedade possam agir livremente, dando a sensação de desconfiança e insegurança coletiva, onde a possibilidade de se encaminhar soluções para os problemas está cada vez mais distante em razão do anonimato, e aos órgãos responsáveis pela segurança poucos lhes restam fazer, a não ser agirem coercitivamente após o fato delituoso consumado.

          Comunidade deve ser entendida como a reunião de indivíduos com objetivos definidos e interessados na consecução do bem comum.

          No Brasil o que ocorre é o fato de contarmos com uma formação histórica responsável por uma sociedade que ainda não conseguiu criar e utilizar valores coletivos persistentes e vínculos associativos eficientes. Assim, o brasileiro tem frouxo envolvimento com o que é coletivo e assume um baixo grau de responsabilidade com a coisa pública, com os outros que o avizinham e convivem com os mesmos problemas locais. Isso o expõe aos abusos e transgressões, na busca de vantagens e sucesso a qualquer preço, mesmo que seja ilegal ou fora dos padrões sociais (objetivos que provocam a violência e predispõe ao crime).

          É utópico falar-se em extinção da criminalidade. É irreal e pouco inteligente pretender-se minimizar os seus deletérios efeitos através de medidas isoladas, não inseridas em um contexto global de ação. A contenção da criminalidade em níveis, digamos, aceitáveis, é tarefa que exige significativos, permanentes e largos esforços do poder Público e da própria Comunidade.

          Pode-se admitir que o cidadão comum, talvez mal informado, esteja convencido de que o crescimento da criminalidade seja conseqüência exclusiva da ineficiência das Polícias e exige o uso da força a qualquer custo. Entretanto, constatar-se que tal entendimento seja adotado, definido e difundido, com suspeito ardor, por muitos que, em razão de sua diferenciação cultural, profissional ou de cargos públicos que ocupam, deveriam, necessariamente, visualizar a questão, pelo menos de maneira um pouco mais inteligente. 

 A Policia Militar é uma instituição de proteção Social, encarregada de proteger e socorrer as comunidades. Obviamente, a prevenção criminal aí está inserida, devendo ocupar parte de sua rotina, da sua labuta diária. E é exatamente esta atuação, face ao fenômeno da violência urbana, a que vem exigindo a maior parte dos esforços policial-militar em várias localidades.

 A Polícia Militar, muitas vezes, é a única presença do poder público no seio da sociedade, e por este motivo o povo busca na Polícia a suplência do déficit de outros setores. Por medo e desconfiança da polícia, a população não colabora. É a lei do silêncio.  O fato de a relação entre polícia e comunidade ser podre. Então, a comunidade não se sente de maneira alguma estimulada a chegar e dizer: "Olha, eu sei quem matou aquele cara ali". Precisaríamos de vinte anos para ter uma melhoria considerável, onde a polícia é menos corrupta e mais profissional talvez isso demore menos tempo.  É ai que o policial militar não pode partir do princípio de que, individualmente, pouco ou nada resta a fazer, não podemos nunca desviar dos preceitos que norteiam nossa profissão, ETICA, PROBIDADE, IMPESSOALIDADE E HONRA SEMPRE considerando principalmente as ultimas decisões do Tribunal Superior.



Escrito por Alcilene Cavalcante às 02h01
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Imagens do Amapá

O fotógrafo Daniel de Andrade- Gaia, é autor de um belo livro de fotografia com as imagens do Amapá.

Paisagens, lugares e pessoas são retratados poeticamente pelas lentes de um dos maiores fotógrafos do Brasil, e expostas numa edição primorosa. O livro tem mais de 200 fotos.

Quem quiser comprar o livro pode fazer contato com Daniel através do blog HTTP://saitica.blogspot.com, que ele envia o livro pelo correio.

Daniel mora no Rio Grande do Sul, e recentemente esteve em cartaz com uma exposição de fotos do poeta Mário Quintana, em Porto Alegres.

Aproveita para conhecer o blog do Daniel.



Escrito por Alcilene Cavalcante às 01h59
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Pela Europa

Ari  e Bianca (Supermercado Santa Lúcia) em férias românticas pela Europa.

Às margens do Rio Sena

Em Veneza



Escrito por Alcilene Cavalcante às 01h58
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A NOVA TAINÁ PODERÁ SER DESCOBERTA NA 45ª EXPOFEIRA

Durante a 45ª Expofeira do Amapá, que acontece de 6 a 14 deste mês, no Parque de Exposições da Fazendinha Engenheiro Agrônomo Antônio Roberto Ferreira da Silva, será dado prosseguimento a busca por uma nova intérprete para a produção do filme Tainá 3. Trata-se do terceiro filme da história da menina índia protetora da floresta e dos animais da Amazônia, a lenda viva que vem conquistando as platéias do mundo com Tainá – Uma Aventura na Amazônia e Tainá 2 – A Aventura Continua.

No estande do filme Tainá 3, crianças e adultos poderão visitar uma floresta cenográfica, habitat natural de Tainá. A inauguração do estande contará com a presença da primeira protagonista do Filme Tainá, Eunice Baía.

Cláudio Barros, produtor que descobriu Eunice Baía e Arilene Rodrigues, no Pará, ambos protagonistas dos filmes anteriores, mais a equipe de produção vão entrevistar meninas com características indígenas e, que tenham idade entre 6 e 8 anos, que visitarem o estande da Tainá 3, montado no Parque de Exposições da Fazendinha. As candidatas devem estar acompanhadas dos responsáveis.

A exemplo de Eunice e Arilene, a menina selecionada no Amapá, terá o apoio da produtora do filme, Sincrocine Produções Cinematográficas, que vai prepara-la como atriz, com aulas de arte dramática e treinamento específico para o papel.

As filmagens de Tainá 3, estão programadas para o período de junho a agosto de 2009, no Amapá. Desta vez, a indiazinha vai conhecer a menina Laurinha, da cidade, e surgirá uma profunda amizade entre as duas.  Vamos saber como a luta em defesa do meio ambiente une duas crianças de origens e culturas diferentes.

 



Escrito por Alcilene Cavalcante às 01h56
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Agende aí

Nesse domingo tem Festival de Samba Enredo de Piratas da Batucada, na sede do Trem, a partir das 14 horas.



Escrito por Alcilene Cavalcante às 01h55
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Caravana do Programa Petrobras Ambiental chega a Macapá nesta segunda-feira

 

Objetivo é explicar as regras da seleção pública, que destinará R$ 60 milhões ao patrocínio de projetos nos próximos dois anos

 

A Caravana do Programa Petrobras Ambiental 2008-2012 apresenta, nesta segunda-feira (8/09/2008), em Macapá (Amapá), a nova etapa do Programa, que destinará R$ 500 milhões para ações estratégicas em todo o país, incluindo patrocínio a projetos, fortalecimento das organizações ambientais e suas redes e disseminação de informações para o desenvolvimento sustentável. O objetivo da caravana é dar esclarecimentos sobre as regras para inscrição na seleção pública, que já está com inscrições abertas e destinará R$ 60 milhões ao patrocínio de projetos nos próximos dois anos. Os interessados estão sendo orientados sobre as linhas de atuação do Programa e sobre como formatar as propostas, a partir de um roteiro desenvolvido por técnicos da Gerência de Programas Ambientais da Petrobras.

 

O Programa Petrobras Ambiental tem como tema “Água e clima: Contribuições para o desenvolvimento sustentável”, o que representa uma ampliação em relação à fase anterior, cuja temática abrangia a água e sua biodiversidade. A mudança teve como objetivo adequar o programa ao cenário ambiental atual e previsto para os próximos anos. A seleção pública 2008, que contemplará os projetos a serem patrocinados até 2010, já está com inscrições abertas pela internet (www.petrobras.com.br) e destinará R$ 60 milhões às iniciativas, para serem desenvolvidas no prazo de dois anos.

 

São três as linhas de atuação do Programa:

  • Gestão de corpos hídricos superficiais e subterrâneos, com ações voltadas para reversão de processos de degradação dos recursos hídricos e promoção e práticas de uso racional desses recursos;
  • Recuperação ou conservação de espécies e ambientes costeiros, marinhos e de água doce;
  • Fixação de carbono e emissões evitadas, com base na recuperação de áreas degradadas, reconversão produtiva e conservação de florestas e áreas naturais.

 

*Serviço

 

Programa Petrobras Ambiental

Data: 8/09/2008

Local: SEST/SENAT (Auditório) – Rodovia Duque de Caxias, s/n - Cabralzinho

Horário: 9 horas

Comunicação: Soraia Carvalho



Escrito por Alcilene Cavalcante às 01h52
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Curtas ou Picantes

De Marré-de-si

Os candidatos a vereadores do PDT são os primos pobres nos programa políticos do partido.

Ao contrário do programa de Roberto Góes, muito bem feito, o dos vereadores está muito feio.

O médico Cláudio Leão aparece deformado (nem vou dizer parecendo com quem para não ofendê-lo.

E gente, o que é aquilo que fizeram com o Ruzivan?

Pise no freio

 Justiça Eleitoral faz busca e leva computadores da Secretaria de Inclusão e Mobilizaçao Social, que é comandada pela primeira-dama Marília Góes.

No mesmo dia, Policia Federal apreende cestas básicas que estavam sendo distribuídas por servidoras da mesma secretaria.

Melhor puxar o freio de mão.

GPP paga mais um mico

Juiz Eleitoral Marconi Pimenta impugnou mais uma pesquisa do Instituto GPP por ferir a legislação eleitoral.

Ou esse GPP não é sério. Ou não tem competência. Ou pensa que aqui é terra sem lei.

Convenhamos.

 

 

O site de alguns candidatos a prefeito de Macapá já estão no ar, veja os endereços, dos que eu sei:

Dalva Figueiredo:
http://www.dalva13.can.br/
Camilo Capiberibe: http://www.camilo40.can.br/
Fátima Pelaes: http://www.fatimaprefeita15.can.br/
Roberto Góes: http://www.roberto12.can.br/

 



Escrito por Alcilene Cavalcante às 01h00
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Tenente-Coronel Palmira

Primeira mulher a chegar a esse posto na Polícia Militar do Amapá.

Foi promovida ontem. E o Repiquete faz-lhe homenagem.



Escrito por Alcilene Cavalcante às 00h56
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Artionka Capiberibe tem livro indicado para um dos maiores prêmios da literatura nacional.

O livro Batismo de Fogo, da antropóloga Artionka Capiberibe, é um dos 10 finalistas na categoria Melhor Livro de Ciências Humanas do Prêmio Jabuti, o maior prêmio da Literatura Nacional.

O livro Batismo de Fogo trata da conversão para o cristianismo dos índios da etnia Palikur, que vivem ao norte do Amapá e na Guiana Francesa.

Artionka é filha do ex-governador Alberto Capiberibe e da deputada Janete Capiberibe.

O Repiquete fica feliz pelo sucesso do livro da Arti e na torcida pelo prêmio.



Escrito por Alcilene Cavalcante às 00h53
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Repiquete é Memória

Feira agropecuária na década de 50



Escrito por Alcilene Cavalcante às 00h52
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PARQUES URBANOS

 

                Macapá não tem nenhum parque verde urbano e a arborização urbana é de péssima qualidade, como destacou o Engenheiro Florestal Alcione Cavalcante em artigo recente. Informa-me ainda o Alcione que em Goiânia, por exemplo, existem 16 parques urbanos e mais de 900 mil árvores plantadas em espaços públicos. Em nossa sofrida e quente Macapá os poucos espaços urbanos que poderiam ser destinado a Parques vem sendo ocupados e aterrados sem reserva, como é o caso da área próxima ao laboratório da UNIMED na Hidelmar Maia. A bem da verdade, alguns proprietários, ao longo da Raimundo Álvares tem  mantido suas construções nos limites de suas propriedades e evitando invadir as ressacas. Entre este, por justiça encontram-se os Deputados Mandi e Dalton Martins. Já outros despudorados, não estão nem aí e “espicham suas propriedades” avançando sobre o espaço público, em desrespeito as leis e normas urbanas e ambientais. 

 



Escrito por Alcilene Cavalcante às 00h50
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Macapá Marejando o Meu Olhar

Em grande estilo, o Marejando atravessa o Rio Amazonas e trás um amapaense - acreano nascido nos seringais do Acre, que subiu o Rio-Mar e as corredeiras, para dividir paixão com o Amapá.

Elson Martins. Um grande jornalista, que tanta contribuição já deu ao Amapá e ao jornalismo feito aqui, principalmente por que tem um raro talento para descobrir outros talentos e lapidá-los para serem jornalistas de primeiro time. Por suas mãos passaram Alcinéa Cavalcante, quando Elson foi o Chefe de Redação do Jornal do Povo, o primeiro jornal diário a circular no Amapá na década de 70, numa ousadia do saudoso Aroldo Franco.

 Elson fundou e comandou por muito tempo o jornal Folha do Amapá, um dos melhores jornais que já circularam no estado. Na Folha ele descobriu e preparou  Hanne Capiberibe, Márcia Corrêa, Fernando França, Mariléa Maciel, Andréa Zílio, Maracimone, entre tantos outros.

Hi!! Se eu for falar do Elson, não começo esse Marejando por que tem muita coisa pra dizer dele. Estudou cinema em Minas Gerais; editou o jornal Varadouro, onde começou a luta da esquerda e dos ambientalistas do Acre; amigo de Chico Mendes; foi correspondente de grandes jornais de circulação nacional, e foi personagem da minissérie da TV Globo “Amazônia: De Galvez a Chico Mendes .

Pois então vamos nos deliciar com esse Marejando, com o romantismo brejeiro e gostoso de Elson Martins, pela visão de seus belos olhos azuis.  

  Elson na atual função de editor-chefe do site da Biblioteca da Floresta Marina Silva(www.bibliotecadafloresta.ac.gov.br), no Acre.

A cara de Macapá

 Macapá me lembra sossego e amizade. Acolhimento. Uma cidade na essência amorosa e humana, por conta de seu povo de cultura amazônica por excelência.

 Um lugar bacana

 A ponta do Trapiche. É um lugar onde plantei e cultivei sonhos desde 1959, quando aportei pela primeira vez em Macapá. Devo ter esquecido por lá, de propósito, alguns sonhos que jamais realizarei.

 Um programa sempre bom de fazer quando vem aqui

Rever amigos, papear, tomar chopinho na orla desde o Araxá até o Bar do Maguila no lado oposto, acompanhado de peixe frito e camarão no bafo. Considero também um privilégio comer uma peixada feita pelo Meton em sua residência.

 Um sabor de Macapá

 Pitu no caldo feito por dona Dora, no bar do Pantoja, Igarapé das Mulheres. Seu Pantoja é uma figura. Quando a gente pedia pra baixar o som do seu aparelho, ele ria devagar pra si mesmo e enquanto atendia a solicitação provocava, amazonicamente: “Só não me peça para desligar o ventilador!” Referia-se ao forte e constante vento vindo das bandas do imenso rio em frente. 

Uma lembrança

São tantas e boas, mas quero homenagear meu amigo Babá que já se foi lembrando as noitadas no meio de semana no bar Suvaco de Cobra, próximo ao Hotel Macapá. Babá resmungava contra alguns políticos e amigos, enquanto entornava uma pinginha pura sem fazer cara feia. Depois, ele trocava o resmungo para cantarolar maravilhas de sua discoteca como Chico Buarque, Paulinho Pedra Azul, Louis Armstrong...

 Aldony Fonseca, o querido Babá, em foto de Daniel de Andrade-Gaia.

 Uma saudade

 O ambiente jornalístico criado na Folha do Amapá, no período em que eu comandava uma equipe jovem fazendo de tudo para honrar a profissão. Outro dia fui à missa de colação de grau da Andréia, uma das repórteres “focas” desse tempo que veio para o Acre e acaba de se formar em jornalismo. Nós nos abraçamos no centro da Igreja, demoradamente e sem fala, partilhando felicidade e orgulho. Sinto saudade do jornalismo que fiz no Amapá com gente boa em volta.

 Quem faz acontecer. Uma pessoa genial

 Se você localiza a pergunta em Macapá fica difícil de responder. Guardo algumas mágoas e decepções. Mas aproveito para citar o velho comunista Chaguinha, já falecido, como exemplo de homem sábio e honrado que merece destaque na história do Amapá. Quero citar também o velho parceiro de jornalismo Antônio Corrêa Neto, por sua persistência, bravura e coerência. Também merece figurar na historiografia amapaense.

 Elson! Nós com o Corrêa, domingo na Banca do Dorimar.

É UÓ em Macapá

Os poderes constituídos, em particular o poder judiciário, a meu ver têm sido nocivos às causas populares. De um modo geral as elites locais me parecem perversas e atrasadas do ponto de vista social.

 Paisagem que mareja o seu olhar

A região dos Lagos, a costa amapaense, o arquipélago do Bailique, todo esse interiorzão amapaense de rara beleza. E toda a singeleza do povo amapaense, que poderia ser identificado como povo das águas.

 Um alô para o pessoal de Macapá

Aproveito para pedir desculpas a todos, por erros que cometi enquanto procurava fazer o melhor de mim pelo bem da sociedade. Na verdade, peço desculpas aos que confiaram e também aos que desconfiaram de minhas atitudes. Torço para que o povo amapaense encontre o caminho da prosperidade com paz, alegria, ética e justiça.

 

Para encerrar, Alcilene, gostaria de oferecer a você e outros amigos e amigas que deixei por aí, um pedaço do poema que Konstantinos Kaváfis escreveu em 1910 e o escritor amazonense Milton Hatoun reproduziu na abertura de seu livro mais recente, “Órfãos do Eldorado”:

 

“A cidade irá contigo. Andarás sem rumo

Pelas mesmas ruas. Vais envelhecer no mesmo bairro,

Teu cabelo vai embranquecer nas mesmas casas.

Sempre chegarás a esta cidade. Não esperes ir a outro lugar,

Não há barco nem caminho para ti.

Como dissipaste tua vida aqui

Neste pequeno lugar, arruinaste-a na Terra inteira”.

 

Beijos,

Elson Martins  



Escrito por Alcilene Cavalcante às 23h56
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Poderoso

Veja essa.

Tem um projeto tramitando na Assembléia Legislativa que cria um Gabinete Militar na Secretaria de Segurança Pública.

Com a criação do gabinete, a secretaria se iguala na estrutura militar, aos poderes constituídos. Hoje, onde há Gabinete Militar é no Palácio do Governo, Tribunal de Justiça, Assembléia Legislativa e Ministério Público. E haja inchaço na Folha de Pagamento.

É mole?

Vamos ver se a Assembléia Legislativa vai pagar esse king-kong. Nessa segunda-feira, uma equipe de Majores da PM foi à AL dizer que são contra o projeto.

Dizem que o cargo a ser criado já tem dono. É para nomear o ex-deputado Coronel Alves, que foi para reserva e depois voltou para ativa.

E uma perguntinha. O Secretário de Segurança já não conta com a assessoria de toda a Polícia Militar, subordinada a ele?

 

 

 



Escrito por Alcilene Cavalcante às 23h46
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