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Macapá Marejando o Meu Olhar
Solidária e generosa como a mãe Raquel, assim é Hanne Capiberibe da Silva. Jornalista, atualmente assessorando o deputado Roberto Góes.
Ontem ela rodou o calendário e está de idade nova. E o Repiquete festeja com ela no Marejando.

É a Cara de Macapá – A Fortaleza que eu amo tanto. Quando era criança e adolescente fazia piquenique lá com os colegas do GM. A Fazendinha também, embora esquecida, foi nossa grande diversão por muito tempo. E Acima de tudo isso, o nosso Marabaixo.
Fotos do Brasil
Pense num Lugar Bonito – o Curiaú. Pela paisagem, pela tranqüilidade, e pela visão das garças.
Um programa sempre bom – Discutir política com os amigos. Eu gosto de conversar sobre política e sobre as coisas do Amapá.
Sabor de Macapá – O Camarão no bafo, do Bar Nayara , na Fazendinha.
Lembranças e emoções – Do grupo folclórico do GM, coordenado pela professora Onédia. Cada vez que a gente entrava para se apresentar era muita emoção. Eu sempre chorava. A gente dançava várias danças, de várias regiões, mas principalmente o Marabaixo. A professora Onédia dizia que a força do marabaixo estava na terra, e por isso a gente dançava descalços.
Lembro com muita saudade das apresentações no Centro Folclórico, uma maloca que ficava na Praça Azevedo Costa, no Laguinho, onde hoje é a UMA. Nessa época, a gente aprendeu a amar nossas coisas. Faziam parte do grupo Folclórico do GM a Márcia Corrêa, Rosana, Ronely e Neto Mont’alverne, Roberto do Cartório, Ernani e Lourdes Guedes, minha irmã Hoana, Marcos e Márcia Alcântara, entre outros amigos. Tinha também o pessoal que ficava na parte musical como o Joaquim Franças e o Bolachinha.
Quem faz acontecer – A minha mãe, Raquel Capiberibe da Silva, faz acontecer em todos os sentidos. Com ela não tem tempo ruim e não há distâncias. E meu pai, Orlando, com sua paciência. Eles estão juntos há 53 anos. Foram 11 anos de namoro e já são 42 de casamento.
É UÓ – A falta de cuidados com a cidade, por parte do poder público e falta de zelo dos moradores para com a sua cidade, com a frente de suas casas e quando jogam lixo nas ruas. Também é uó a falta de atenção com os idosos de Macapá.
Faz falta em Macapá – Lugares onde a gente possa conversar e se divertir, que a música não seja em volume tão alto. Faz falta bons espetáculos teatrais. Temos um bom teatro, mas Macapá ainda não entrou no circuito das peças teatrais que viajam pelo Brasil.
Uma atitude por Macapá – Olhar Macapá mais com o coração. Que se estimulasse mais o amor pela cidade. Mais zelo e a manutenção permanente com as coisas boas da cidade. As coisas são construídas e logo depois estão mal cuidadas.
Paisagem que Mareja o Meu Olhar - O nascer do sol em frente à cidade, quando ele vem como uma bola vermelha. Mas também aquelas crianças tão pequeninhas, como pedintes na rua. É uma imagem que sempre me choca.
Escrito por Alcilene às 01h07
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Aí tem...
Aniversário do secretário municipal de Obras, João Trajano, pré-candidato a prefeito de Macapá, foi festão e reuniu outros pré-candidatos: Os deputados Camilo Capiberibe e Moisés Souza, que também querem ser prefeitos, foram lá levar os parabéns.
Tititi
Os deputados Evandro Milhomem e Dalva Figueredo, os dois pré-candidatos à vaga de prefeito, ficaram só num tititi com a primeira e única dama, Marília Góes, durante a visita do ministro Gilberto Gil, ontem na Fortaleza.
Nesse momento pré-eleitoral está todo mundo namorando todo mundo. Que a paz reine durante a eleição inteira.
Negão
Evandro Milhomem era o senhor da festa na visita de Gilberto Gil. O deputado ligado à cultura deu o tom da agenda, e teve merecido destaque na visita por conta das emendas que fez buscando recursos para projetos culturais do Amapá.
Escorregou no tomate ao citar toda a bancada federal, inclusive Geovane Borges, - que assumiu recentemente como suplente a cadeira ocupada pelo irmão Gilvan Borges que está de “licença médica”, mas não citou a deputada Janete Capiberibe, que é presidente da Comissão da Amazônia no Congresso Nacional.
Escrito por Alcilene às 00h54
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A chapa esquentou: PMDB terá candidatura própria e a candidata será Fátima Pelaes
O presidente do PMDB Gilvan Borges, comunicou a deputada Fátima Pelaes que ela será a candidata do partido à Prefeita de Macapá.
O empresário Jaime Nunes, apesar de ser do grupo de dois detentores de mandatos parlamentares, Jurandil Juarez e Dalton Martins, parece que já perdeu a disputa interna.
Aliás, não fica muito claro como o PMDB escolhe seus candidatos. Se Gilvan comunicou à deputada Fátima, significa que a executiva do partido não apita nada na escolha.
Escrito por Alcilene às 00h46
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Nossa História
Uma coisa que sempre me incomodou foi a pouca produção de pesquisas sobre a história do Amapá, trabalhos que busquem e contem a história. Pelo menos publicados e que a gente tenha acesso. O pouco que tem, é em sua maioria, sobre as instituições e os governantes.
Nunca li ou soube que tenha, trabalhos sobre os imigrantes japoneses. Por que vieram, onde ficaram, o que fizeram, por que a maior parte deles foi embora. Na esquina da minha casa (almirante Barroso com Hamilton Silva), onde até hoje mora o japonês Masaó, que era dono da lanchonete Snak Hiroshima junto com sua tia Mineko Hayashida, havia uma casa de madeira, diferente das casas amazônicas. Nessa casa, muito limpa, só moravam famílias de imigrantes japonesas. Lembro da família que tinha a Yasicó, o Kanerraru, Takaiki, não lembro o sobrenome deles. Morou também um casal de japoneses sem filhos, recém-chegados do Japão e que não falavam quase nada de português, só falavam em japonês. E tinham uma banca de verduras no Mercado Central.
Lá também morou a família Sakaya, de Dona Kimeko, enfermeira de mão cheia.
A professora Mineko Hayashida, era grande amiga de minha mãe e freqüentava nossa casa. Uma das lembranças da minha infância, era da professora Mineko contando as histórias da bomba atômica em Hiroshima e Nagasaki. Ela era uma sobrevivente da segunda guerra mundial e narrava os acontecimentos como se tivesses acontecidos na semana anterior.
A mesma falta de registros acontece em relação aos creoulos (créoles) que vieram para o Amapá, da Martinica, das Guyannas, de Guadaloupe.
Em viagens para esses departamentos franceses, a arquitetura local me lembrou algumas casas antigas de Macapá, de famílias, que acho eu, vieram desses lugares. Famílias que tinham sobrenomes franceses, como os Moncherrys, família de moças bonitas que foram misses. A família da professora Henriqueta e do Mário Luciem, que conserva até hoje sua casa com arquitetura original, que fica na rua Odilardo Silva, e outras que não lembro agora.
Penso que o estado e o município deveriam estimular a produção dessas pesquisas, inclusive com bolsas de pesquisa. O curso de história da Unifap é um dos primeiros cursos universitários que foram implantados no Amapá e já formou um grande número de historiadores.
Ontem, pesquisando fotos antigas de Macapá, tentando fazer um acervo, achei algumas fotos na biblioteca digital do IBGE. Há poucos registros, mas achei algumas fotos interessantes.
Vejam


Escrito por Alcilene às 00h43
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Telejornalismo
A TV Record inaugurou novo cenário de seus telejornais nessa segunda-feira. A festa foi ao vivo e essa blogueira aqui foi uma das convidadas a estar no Studio.
O cenário é moderno e o Studio me deixou impressionada: Enorme, bonito e moderno.
A Record Macapá investiu pesadamente no departamento de Jornalismo, seguindo a tendência nacional da rede e já começa a colher os frutos. São 10 equipes de reportagem, cobrindo tudo o que acontece no estado e fazendo um dos melhores telejornais do Amapá.
Comercial
A jornalista Bianca Castro, ex-TV Amapá e que em Belém atuou na TV Liberal e TV Record, assumiu o departamento comercial da emissora no Amapá.
Escrito por Alcilene às 00h27
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Blog do Sassas
O bar Sassas já utiliza um blog para se comunicar com seus clientes.
No blog é postada a programação da semana e fotos do que rolou e de quem apareceu pelo bar.
O endereço é blogdosassas.blogspot.com
Escrito por Alcilene às 00h26
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Que onda
Depois de casar e namorar uma penca de mulheres lindas, Ronaldo fenômeno, foi parar, de cara amassada e tudo, numa delegacia de polícia, depois de um barraco com travestis num motel.
Celular e internet
As maldosas das travecas filmaram o barraco no celular, e claro, já estão famosas no youtube, onde postaram o vídeo.
Escrito por Alcilene às 00h25
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Macapá Marejando o meu Olhar
Zé Miguel, essa pérola de artista, uma das pessoas mais citadas aqui nesse Marejando como gente que faz acontecer, faz turnê pela Amazônia, começando por Belém, no dia 30, quando se apresenta no Teatro Margarida Schiwazapa.
Maravilhoso, falou com a sensibilidade e alma de artista para o Marejando.
Zé é macapaense, do antigo bairro da CEA, hoje Santa Rita.

Tem a cara de Macapá- A caixa de marabaixo. Ela representa a alegria da nossa cultura, as cores, os sons. A caixa de marabaixo trás junto aquelas mulheres negras e lindas, dançando com toalhas nos ombros. Ela representa toda essa alegria.
Lugares - O Museu Sacaca. Outro dia estive lá, sentei ao lado da estátua do Sacaca. Foi como estar perto novamente daquele velho bacana. Eu também adoro ir ao Curiaú naqueles dias sem festa. Ficar conversando com aqueles parentes e tomando café no pátios...
Meu Programa – Eu adoro sentar na mureta do quebra-mar curtindo o vento, vendo a cidade escurecer. Naquela mureta entre o Trapiche e a Fortaleza.
Sabor de Macapá – Tamuatá assado com aquela gordura. O camarão com açaí é inigualável. Mas perdemos algumas tradições alimentares nossas. Eu cresci tomando mingau de mucajá e mingau de tapioca com açaí azedo.
Lembranças – Do Lennon (o bar). Foi berço de muita coisa que acontece na minha vida hoje e na vida de muita gente. Na verdade sinto uma tristeza de passar naquela esquina da Praça da Bandeira, e não ter o Lennon e o Xodó (outro bar). Não preservamos nossos bares tradicionais e bares contam histórias. Também lembro muito dos nomes originais dos bairros de Macapá, que a Igreja daquela época mudou. O Igarapé das Mulheres virou Perpétuo Socorro; o bairro da CEA virou Santa Rita; o Jacareacanga virou Jesus de Nazaré; a Vacaria e o Elesbão viraram Santa Inês.
Quem faz acontecer – Muitas pessoas tem feito coisas bacanas, mas eu destaco o Capi (ex-governador Capiberibe). Pela história e pela capacidade de fazer as coisas acontecerem. Por ter uma visão além do seu tempo. Por sua capacidade de absorver os reveses com paciência. É uma das pessoas mais impressionantes pra mim. É Genial. E o Amapá precisa dessas pessoas que amam intensamente o Amapá.
Uma alegria – O momento de gravação do meu DVD. Eu sempre senti muito o carinho das pessoas daqui por mim. Mas esse dia foi absolutamente maravilhoso. Eu me senti no colo das pessoas.
UÓ em Macapá – A desorganização do trânsito, a qualidade das ruas, poucos semáforos para muitos carros e muitas esquinas. A falta de um trabalho técnico e competente no trânsito. Mas principalmente a falta de respeito com o outro e a falta de respeito à vida.
Faz falta em Macapá – Eu sou muito simples e curto o que tem. Mas sinto falta de um comércio melhor em relação à material de trabalho e novas tecnologias. Mas no momento o que faz falta mesmo é a internet banda larga. A gente fica meio isolado por causa dessa internet horrível daqui.
Um Projeto para melhorar a vida daqui – Um investimento decente em cultura. Não falo só em arte. Falo na cultura geral do povo. Que melhorasse a auto-estima, que fizesse que o povo amasse mais ser o que é. Se preocupasse mais uns com outros. Cultura é transversalizada em tudo. Que nos fizesse uma sociedade melhor pra viver.
Paisagem que Mareja o meu Olhar – O rio Amazonas olhando ali da frente da sede da OAB, no antigo Fórum, por cima das copas das árvores. A majestade parece não ter fim. Me sinto orgulhoso de sermos parte dele.

Foto: Chico Terra.
Escrito por Alcilene às 00h22
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As alianças, segundo o deputado Ruy Smith
Se depender do deputado Ruy Smith, o PSB pode apoiar a deputada Dalva Figueredo ou Randolfe Rodrigues, para a Prefeitura de Macapá.
Ruy Smith entende que o PSB tem que aprender a apoiar candidaturas de outros partidos. E que pode refazer seu arco de alianças pela esquerda, e recompor um grupo político de muitas vitórias, quando esteve junto.
Escrito por Alcilene às 00h16
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Agenda Cultural
Pessoal da Cultura, teatro, música, artes plásticas, literatura, cinema, dança, botecos e restaurantes, podem enviar aqui para o blog suas programações.
É grátis. E não precisa dar ingressos e nem descontos. O e-mail é alcilene.c@uol.com.br
Escrito por Alcilene às 00h15
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Festa, prestígio, ralho e compromisso.
Bonita e prestigiadíssima a festa de posse da nova diretoria de Piratas da Batucada, que ocorreu na noite de quarta-feira, no Malocão do SESI.
A escola da zona sul mostrou mais uma vez por que é a maior agremiação carnavalesca do norte do Brasil. O clima era de harmonia e afeto e a organização impecável.
Sérgio Lemos, ao entregar o cargo ao atual presidente Gilson Rocha, não deixou de registrar os nefastos acontecimentos do último carnaval, quando um regulamento meia-boca prejudicou o carnaval amapaense.
O governador Waldez Góes, que é do bairro do Trem, circulou com desenvoltura no meio da família piratista, e se comprometeu a ajudar Piratas da Batucada a construir sua sede.
O deputado Roberto Góes, que esteve junto com outros deputados estaduais na festa de Piratas, e que não torce pela a escola do Trem disse no meu ouvido: “ Temos que reconhecer. Vocês( Piratas da Batucada) são bons pra caramba”.
Depois de tomar posse, presidente Gilson Rocha anunciou o enredo da escola para o carnaval 2009.
“Da Fortaleza de Macapá ao Cristo Redentor: Piratão e Beija-flor Uma Maravilhosa História de Amor”.
Veja os flashes


Cobertura Fotográfica – Alcilene, Ricardo Dias e Waldez Góes.
É. Ele mesmo. O governador WG pegou minha máquina e fez registros da festa. E eu disse que daria o crédito.
Escrito por Alcilene às 00h14
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Macapá Marejando o meu Olhar
Sérgio Roberto de La Rocque. Moleque do bairro alto, filho da saudosa D. Bebé, do Tacacá que era um point na cidade.
La Rocque é Engenheiro, atuava em São Paulo, na empresa Votorantim, quando foi chamado para dirigir a Caesa ( Companhia de Água e Esgoto do Amapá), com a missão de fazer com que a água voltasse a sair das torneiras e chuveiros da população, isso nos idos de 1995. A missão foi cumprida.
Competente e decente, La Rocque foi chamado pelo governo do Pará e hoje é o Diretor de Logística e Pessoas da Cosampa (Companhia de Saneamento do Pará).
Esse é um amapaense que faz acontecer. E mareja hoje aqui no Repiquete.

Não dá pra esquecer – Ah..."Petit fleur" o prefixo de abertura do serviço de alto-falante das Casas Ribamar no Centro Comercial - outro dia me deu uma incrível sensação ouvi-la na interpretação de Henry Salvador, demais! Do Cine João XXIII nas tardes de domingo, com direito depois aquela esticada ao Macapá Hotel e ao Trapiche Eliezer Levy. Os banhos na maré alta do rio Amazonas, em especial na "cabeça do trapiche" como a gente chamava e por entre as pedras da praia em frente a Círculo Militar - era pura adrenalina pular de cabeça do platô de pedra que avançava sobre o rio. As caminhadas no leito seco do rio até o Pacoval. Brincar de "camone"(com as meninas chamávamos de "juju" - essa é otima!..) e das peladas à tarde no campo do formigueiro na Praça Veiga Cabral onde hoje está localizado o Teatro das Bacabeiras (Huhh...penso que deveriam ter escolhido outro local!)...
Um programa imperdível em Macapá - Comer o camarão pitú no caldo, no Bar do Pantoja, lá na orla do Perpétuo Socorro.
A cara de Macapá – Conforme você já publicou no Repiquete, ainda que sob suspeita...rs..rs.. a "banca de tacacá da D. Bebé" ao lado da igreja de São José, em frente a Veiga Cabral.
Um Lugar Bacana - O Complexo do Araxá.

Um sabor - Do tacacá da Bebé...eta saudade!...tem também o do açaí...o sorvete então, inigualável, na minha opinião o melhor do mundo.
Uma saudade estúpida - Dos banhos, brincadeiras e pescarias nos lagos do Pacoval - dessa época, quem não lembra do "seu Severino"? Era tão bom que eu e meu amigo Abal (Aristides Cabral) íamos até na "pátria amada" e também pelo leito do rio Amazonas. É uma pena que hoje o local esteja degradado.
Uma alegria - Entre muitas, como presidente da Caesa no governo Capiberibe ter contribuído efetivamente para a melhoria da qualidade de vida da nossa gente. Além da alegria, um privilégio. Botamos água nas torneiras e ampliamos consideravelmente a cobertura do esgotamento sanitário...E o nascimento do Juninho, também foi máximo!

Paisagem que mareja o seu olhar - A orla do rio Amazonas, em especial nas águas de março a julho.
É UÓ em Macapá - A falta de passeios públicos regularizados e adequados. Experimente caminhar pela cidade!
Quem faz acontecer – Tem muita gente boa aí fazendo acontecer, entre essas posso citar toda a turma do Projeto Navegar (Ave Beto Lacerda!). O genial Ruben Bemerguy, meu grande amigo e uma das grandes reservas humanas da cidade.
Barco do projeto Navegar.
Escrito por Alcilene às 01h13
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Bairro do Trem em Festa
Hoje, quarta-feira, a partir das 19 horas, tem a festa de posse da diretoria da Escola de Samba Piratas da Batucada, no Malocão do Sesi.
A nova diretoria tem como Presidente o médico Gilson Ubirantan Rocha e como vice-presidente, o advogado Pedro Franklin,
O atual presidente, Sérgio Lemos, o Teco, assume a presidência de Assembléia Geral, no lugar de Alcione Cavalcante.
Presidente Sérgio Lemos, demonstrando seu amor à Piratas da Batucada, na praia de Ipanema.
Escrito por Alcilene às 01h08
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Não pegou
A tropa de choque do governo bem que tentou espalhar que o deputado Camilo Capiberibe era contra o Banco de Leite. A tropa estava com raivinha por que Camilo entrou na justiça para tirar do ar a propaganda com a primeira e única dama, Marília Góes. E que a justiça tirou.
Não pegou. Em 2007 o deputado Camilo aprovou na Assembléia Legislativa votos de congratulações ao banco de Leite, conforme placa afixada no prédio.
E a esposa de Camilo, Cláudia Capiberibe, é doadora do Banco de Leite Humano.

Escrito por Alcilene às 01h06
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Agenda 
Professora Risalva Amaral lança livro
Isso mesmo. A queridíssima, doce, meiga e inteligente professora Risalva Freitas do Amaral, educadora de toda uma geração, e que fazia um montão de coisas acontecerem (como as maravilhosas programações culturais no Colégio Amapaense), do alto de 88 anos de sabedoria encanta mais uma vez com as palavras.
O livro "Retalhos de uma Vida" da professora Risalva, será lançado no dia 24, às 16:00h, na biblioteca da Escola de Administração Pública- EAP, (Rua Amazonas, 20 - prédio do antigo Ceforh, na beira-rio).
Literatura na Câmara
O livro "Encantos e Encontros" (poemas e cantos), das escritoras Iramel Lima e Leacide Moura estão sendo autografados e vendidos no espaço Cultural da Câmara de Vereadores de Macapá, nas manhãs desta semana.
Atender bem ficou super-fácil
Dia 24, quarta-feira, 17 horas, no auditório do Museu Sacaca, acontece o lançamento do Livro "Atender bem ficou Super Fácil", de Sérgio Almeida.
Agradeço o convite que me foi enviado pela presidente do Super-Fácil, Luzia Grunho.
Escrito por Alcilene às 01h03
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Entrevista 
Alcinéa Cavalcante quase matou a gente de saudades, transcrevendo em seu blog uma irreverente entrevista que nosso pai Alcy Araújo deu aos radialistas Pedro Silveira e Edivar Motta, na Rádio Equatorial, em 1981.
Veja trechos
Pedro - Não se preocupe que eu e o Edivar bolamos algumas perguntas inteligentes. Afinal de contas a gente integra o que você já chamou de “trio de ouro” da radiofonia amapaense. Lá vai a primeira pergunta: Você parece ter idade indefinível e possui traços fisionômicos caboclos, amazônicos. Por quê? Alcy – Tenho a idade que aparento. Nem um ano a mais, nem um ano a menos. Vim do espaço sideral e aterrissei em Peixe-Boi, na extinta Estrada de Ferro de Bragança, Pará, Brasil, município de Igarapé-Açu.
Pedro – Quer dizer que sua terra natal é Peixe-Boi? Alcy – Exato. Por isso não sou carne nem peixe. Mas sou estradeiro como o doutor Alberto Lima, o doutor Pedrosa e meu compadre José Epifânio de Souza.
Edivar – Como funcionário público você venceu aqui no Amapá? Alcy – Funcionário não vence. Tem vencimentos. Eu hoje em dia nem isto tenho. Tenho proventos de aposentado.
Edivar – Mas você ocupou cargos de relevo em algumas administrações. Eu lembro que você ocupou os cargos de diretor da Imprensa, oficial de gabinete, chefe do gabinete do governador, secretário geral. Isto compensou sua vinda para o Amapá? Alcy – Compensou. Valeu pelo que foi possível realizar numa terra em estágio pioneiro de desenvolvimento. Eu sou testemunha e participante de um período da história do Amapá.
Pedro – Dizem que você é um técnico em idéias gerais. O que você realizou nessa estranha profissão? Alcy – Muitos trabalhos. Alguns bem gratificantes moralmente. Tutu mesmo não deu. Atuei na elaboração do primeiro plano qüinqüenal da SPVEA(Hoje Sudam) e no plano de emergência para o mesmo organismo. Esses trabalhos carrearam grandes recursos para a região.
Pedro – Por falar nisto, como jornalista quais são os destaques de sua vida profissional? Alcy – Não há destaques. Como jornalista a gente escreve para o dia e pronto. É o fato passando. É a ocorrência diária.
Pedro – Mas você foi contemplado com “menção honrosa” em concursos de reportagem e tem seu nome incluído em antologias e enciclopédias até no estrangeiro. Não considera isto como destaque? Alcy – Quando eu escrevi a reportagem “Amapá – verde Território da esperança” eu não visava prêmio, mas mostrar o Amapá para o leitor dominical. Aí deu “menção honrosa” e isso foi bom. Quanto as antologias e enciclopédias estão por aí. Modernos Poetas do Amapá, Brasil e Brasileiros de Hoje, Grande Enciclopédia da Amazônia, Grande Enciclopédia Portuguesa-Brasileira e outras.
Edivar – De que é que você gosta? Alcy – Gosto de flores, de juventude, de gente bonita passando, de mar, de noite, de anjos, de crianças sorrindo, de pato, pato vivo, pato assado, pato no tucupi e de outras coisas que Deus deve gostar também.
Edivar – E do que você não gosta? Alcy – De gente burra, música tocando alto, gritos de dor, guerras, violência, bebida ordinária. E peço perdão por não gostar de alguma coisa que deve ser amada.
Leia mais no blog da Alcinea Cavalcante
Escrito por Alcilene às 01h02
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Festão 
Deputado Evandro Milhomem aniversariou na segunda-feira e ganhou festão de familiares e amigos.
O Repiquete, mesmo atrasado, faz um registro afetuoso do níver do amigo Evandro.
Escrito por Alcilene às 01h00
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Macapá Marejando o meu Olhar
Soraya Carvalho é jornalista da TV Amapá e Bacharel em Direito. É daquelas que curte a vida. Viaja todas as férias, curte as baladas e shows da cidade, adora gastronomia, e ama a família e os amigos.
E hoje essa linda e loura, fala de Macapá aqui no Repiquete.
Olha a Soraya na Beija-flor, aí, gente...
A Cara de Macapá – A Praça Zagury. É o lugar de antes e depois das baladas. É o lugar pra tomar água de coco de manhã e no final da tarde. Ela é cara de Macapá para várias gerações, desde que foi inaugurada. Os adolescentes de hoje estão perdendo esse momento da Zagury, pela falta de zelo e pelas obras eternas, que com certeza vão querer inaugurar próximo às eleições.
O fotográfo Chico terra, jovem com amigas na Praça Zagury, em foto do grande fotográfo Humberto Cruz. ( arquivo:Chico terra)
Zagury, antes das obras que não acabam. (fotos do Brasil)
Lembrança Gostosa – Minha infância na Vila Amazonas em Santana. Foi uma delícia. Lá era tudo pertinho de casa: a escola, o cinema. E podia-se andar livremente de bicicleta, e brincar na casa dos vizinhos.
Quem faz acontecer – O meu pai Wilson carvalho, mestre da Unifap. Ele é psicólogo, filósofo e bacharel em Direito e tem mestrado em Filosofia do Direito, é cronista e poeta. Um eterno estudante. Tem vários livros escritos, prontos para publicação. Para ele em primeiro lugar está a profissão: Adora dar aulas. E em casa ainda é o super-herói que resolve tudo: conserta da lâmpada aos saltos dos meus sapatos. Quando chego da baldada ele entra no quarto com copo de bananada pra mim.
Faz falta – Opções culturais e de passeios. É a cidade do já teve. Tira-se pouco proveito dessa imensa beleza natural. A gente quer levar um amigo pra passear no Rio Amazonas, não tem uma empresa que faça esse serviço, não tem um barquinho lá na beira pra fazer. Faz falta uma estrutura turística pra gente e para os visitantes, pra curtir toda essa beleza que temos. Acaba-se ganhando dinheiro aqui, e gastando em outro local, pela falta de opção em programas e estruturas de turismo.
O melhor sabor – O camarão no bafo com chicória, tanto o comum como o Pitú. Se for com açaí, então, e com aquela farinha da feira do produtor... Bom demais.
Paisagem que Mareja o meu Olhar – A lua refletida nas águas do grande rio, lá na orla.
Uó em Macapá– A saúde pública. Falta tudo, principalmente o atendimento humanizado.
O que espera dos políticos para com a cidade – Vontade política para executar os projetos que a cidade precisa. A cidade é bem traçada, bonita, mas mal cuidada. Eu como repórter, acompanho muitos lançamentos de projetos. Mas a execução, a saída a do papel, a gente pouco ver. Projeto tem, dinheiro pode ter. Mas falta o compromisso de realizar. Muita gente está na política pra se dar bem.
Pense num Lugar Bacana – Vários. O rio Araguary e os balneários ao longo do rio. Eu sou da noite e adoro os barzinhos que ficam na orla, antes de sair pra dançar. E adoro bater papo com os amigos e com a família lá no Parque do Forte.
Parque do Forte
Escrito por Alcilene às 00h37
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Jorge Souza, Por qué no te callas?
Li na Coluna do bem informado Luis Melo, que o deputado Jorge Souza haveria dito que o ex-governador Capiberibe é o culpado pelo ostracismo político do ex-deputado Randolfe Rodrigues.
Em primeiro lugar, Randolfe não vive ostracismo político, mesmo estando sem mandato, por ser um dos melhores quadros políticos já criados no Amapá. Preparado, decente e digno.
O deputado perdeu o mandato, por causa da decisão de sua tendência, a APS, de sair do PT e “começar de novo”. Em minha opinião, equivocada, o que fez com que vários parlamentares de esquerda ficassem sem mandato Brasil afora.
E Jorge Souza se beneficiou bastante do governo de Capi. Assumiu a vaga na AL, com a licença de Janete capiberibe, que era deputada Estadual, indicou o irmão para a presidência da Fundação de Cultura e see elegeu deputado pelo PSB e logo depois saiu do partido.
Acho é que o vigiense quer somente criar intriga. Ele quer que o seu PPS coligue com o PSOL, não por ideologicamente defender uma aliança pela esquerda, mas pensando na eleição de seu irmão Nelson, candidato a vereador.
Escrito por Alcilene às 00h25
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Harmonia
O 2º na preferência do eleitorado em pesquisas de opinião, depois de Capi, Jorge Amanajás tem visto insistência para que saia candidato à PMM, por parte da turma do 'deixa disso' do governo estadual. Tudo para não protagonizar briga de faca e foice com o vice Pedro Paulo, nas eleições de 2010. Na opinião dos insistentes, no confronto entre o mar e o rochedo sobrará para a sardinha, no caso WG, que, tendo de optar por um, será abandonado pelo outro. Jorge diz que não abre nem pro trem. É ver pra crer.
Escrito por Alcilene às 00h25
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Tem um botafoguense feliz da vida aqui em casa hoje!!!

Escrito por Alcilene às 00h24
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Do site do Corrêa Neto
E os assassinos de Ana Fabíola? A Polícia de Brasília concluiu o inquérito sobre a morte da estudante amapaense Patrícia Melo, acusando o empresário Carlos Montenegro como responsável. A Polícia diz que Patrícia foi empurrada pela janela do apartamento do décimo quarto andar do Hotel Gran Bittar, em uma madrugada de janeiro de 2005. Carlos Montenegro era ex-patrão de Patrícia e a tinha convidado para secretariá-lo em uma roda de negócios. O teor do relatório enviado para o Ministério Público de Brasília ainda não foi divulgado. O Jornal Diário do Amapá, que publicou a conclusão do inquérito, voltou a tratar do assunto hoje, com detalhes do fato e uma entrevista com dona Zilda Melo, mãe de Patrícia. Num desses detalhes a citação de um homem de nome Gregório, que na época da morte da estudante procurou a família “oferecendo dinheiro para que tudo fosse deixado como estava”. Esse homem, que na época do fato foi apontado como tendo sido filmado pelas câmeras de segurança do hall do hotel pode ser Gregório Jácome da Silva, o filho do todo poderoso Gutembergue Jácome da Silva, que na época dava ordens no Amapá. Gregório era ligado à representação do Governo do Estado em Brasília, e sumiu logo após o que a Polícia concluiu ter sido um crime. Não se sabe se Gregório teve envolvimento com os acontecimentos que terminaram com a morte da jovem. Agora que a Polícia de Brasilia cumpriu sua missão e apurou a morte de Patrícia Melo, a Polícia do Amapá continua devendo à sociedade a apresentação dos assassinos da menina Ana Fabíola, uma estudante de doze anos, brutalizada e assassinada com a possibilidade de ter sido em um ritual satânico, cujo corpo foi encontrado nas proximidades do estádio Zerão.
Escrito por Alcilene às 00h18
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Capi no Paraguai 
Depois de 60 anos de domínio do partido Colorado, a oposição ganhou as eleições no Paraguai.
O ex-governador Capiberibe estava lá, convidado como observador internacional.
Escrito por Alcilene às 00h18
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Petezada
Reunião em Brasília nessa quinta-feira com o presidente nacional do PT Ricardo Berzoini.
Estavam presentes, a deputada Dalva Figueredo, o prefeito de Santana, Nogueira, a prefeita de Serra do Navio, Francimar, e João Henrique, o prefeito de Macapá (que não parece, mas também é do PT, certo?).
Não vazou, por enquanto, quais os encaminhamentos tirados na reunião.
Mas Dalva quer o apoio do PTR (O prefeito João não é do PTR, mas é quem manda lá, certo?), para o PT, tanto nas eleições de Macapá, quanto nas de Santana.
Carrega junto com esse apoio duas bagagens pesadas: A máquina da PMM, mas também os buracos, a sujeira e todo o desgaste da administração de João.
Escrito por Alcilene às 00h32
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Deu no blog Notícias Daqui
João Capi, João Henrique e João Trajano
Aconteceu hoje em Brasília o encontro entre os três Joões. O Prefeito de Macapá, João Henrique Pimentel(PT) veio em busca de aproximação, está em busca de alianças para seu pré-candidato a prefeitura, João Trajano(PR). João Capiberibe(PSB) segue a risca a orientação de seu partido o PSB e conversa com lideranças de todos os partidos com excecão do PDT e do PMDB. Foi nesse espírito que ele recebeu o Partido Republicano e o Partido dos Trabalhadores do prefeito João Henrique. A conversa foi amistosa, resguardadas as diferenças.
João Henrique X Waldez Góes
O prefeito João Henrique reclamou muito da atuação do governador, disse que Waldez Góes(PDT) firmou convênios em 2006, na época da campanha eleitoral, reeditou os mesmos convênios em 2007 e não repassou os recursos para o asfaltamento da cidade. João Henrique reclamou também que os centros de saúde estão abastecidos de remédios, mas estes desaparecem rapidamente porque nos hospitais estaduais e no Pronto Socorro faltam remédios e a populacao corre para os centros da prefeitura atrás de medicamentos. Ele disse que não pretende de maneira nenhuma apoiar o candidato do PDT e afirma ainda que a única obra do PAC que está sendo executada no Amapá é de responsabilidade da Prefeitura. As obras do Estado, incluindo as da Caesa até agora nao teriam sido licitadas e não têm nem prazo para começar.
Escrito por Alcilene às 00h31
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Macapá já tem Restaurante de comida árabe.
A indicação vem do Super-Melhor-Amigo(SMA) Charles Chelala, filho de libanês, e bom na gastronomia árabe.
Como eu adoro comida árabe, divulgo aqui, e já me programei para ir conhecer.
Veja aí.
Abriu na semana passada o restaurante libanês “Byblos” na Rua Manoel Eudóxio, 1142, entre a FAB e a Duque de Caxias (em frente ao anexo do Fórum)
Os pratos são muito bem feitos, cozinha árabe legítima. O cardápio é bem variado, com algumas estrelas como: babagamuche (patê de berinjela com tahine), Homus (patê de grão de bico com tahine), charutos de folha de uva, kibes diversos (o assado na brasa é divino), esfihas, fatouche, tabule (saladas árabes) e até narguilé, que é o aparelho milenar usado pelos apreciadores das baforadas. Tudo acompanhado de música libanesa.
Vale a pena conferir
Beijos, Charles

Escrito por Alcilene às 00h30
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Eu adoro as Crônicas do Juíz Heraldo Costa. E essa é muito legal.
MEU PAI E OS PATOS Heraldo Costa
Essa história aconteceu na Macapá dos anos 70, numa daquelas manhãs chuvosas, no bairro do Buritizal. Aquela Macapá que tinha suas figuras carismáticas que perambulavam pelas ruas: os doentes mentais Cacá e Rubilota, dos quais mamãe dizia que tinham fugido do hospício e que se os visse na rua era para correr deles; ou o "ripe único", um compridão que na nossa mente infantil já tinha rodado todo o mundo e veio parar em Macapá, que não tomava banho e fazia uns "enfeites" pro pescoço e orelha, que pouca gente comprava. A Macapá dos arraiás de São José que eu e meu irmão Ronaldo íamos visitar, sem que nossos pais soubessem, pois estavam tranquilos nos cultos na Assembléia de Deus da Rua Tiradentes. Essas "festas profanas" que eram realizadas no terreno onde depois o Comandante Barcellos, meio contra vontade de muitos, construiu uma "grande casa" pra artistas (Teatro das Bacabeiras). A nossa Macapá das tertúlias (não sei o que significa) que era uma festa que era realizada de tarde. De tarde? A velha Macapá, que ia da fazenda do "Seu Muca" (fim do Buritizal, hoje bairro do Muca) até o Canal do "jandiá". E do Amazonas até o 3º BIS (Quartel do Exército). Por falar nisso, estava outro dia lembrando que o quartel do exército era longe "pacas". Aquela Macapá, toda prosa, que tinha poucos "guardas" mas que adormecia tranquila, com muita segurança. Em casa as vezes a janela, que tinha por fechadura um trinco de madeira, acabava abrindo com o chacoalhar do vento. Mas de manhã, tudo estava lá. Esse "tudo" se limitava a algumas panelas, redes, "muchos", lamparinas e um pote de barro, de onde a gente tirava água pra beber. Pois bem, foi nessa Macapá que um dia fomos acordados por meu pai, com a notícia de que sua "Olé 70" tinha sido "roubada". Deixa explicar pros mais novos que uma "Olé 70" era uma bicicleta comemorativa que a Monark fez na copa de 70. Desesperado diante da perda de um bem de grande valor e utilidade na qual ele ia trabalhar, estudar no Castelo Branco e ainda ia pra igreja, meu pai era a expressão da apreensão. Uma das primeiras imagens que tenho em minha mente é justamente meu pai "pilotando" esse monstrengo, que tinha uma roda no meio do "varão", com uma caixa de ferramentas de carpintaria na garupa. - Onde vamos parar" dizia ele, - "não respeitam mais o patrimônio alheio". O larápio tinha tido a audácia de entrar num quintal sem cercado e sem portão e pegar o bem, sem nenhum cadeado. Lamentos e sustos à parte, meu pai foi naquele dia a pé pro serviço. Estava ele numa "empleita" de construir uma pequena capela, no cemitério do bairro Santa Rita, na companhia de seu amigo Pedro. Lá pelas tantas, perto da hora do almoço, quando já colocava o telhado, meu pai viu o gatuno passar folgadamente "charlando" em sua "Olé 70". Pediu rápido a bicicleta do Pedro e saiu em disparada pela Santos Dumont até alcançar o meliante. Emparelhando, deu um pisão na bicleta, que veio ao chão. O Ladrão, não vendo outra alternativa, saiu em desabalada carreira. Ao recuperar a bicicleta, meu pai notou que na garupa estava um paneiro cheio de patos bem gordinhos, talvez fruto de outra empreitada criminosa do ladrão de bicicleta. Recordo que quando meu pai chegou em casa, não se continha de tanta felicidade por ter recuperado a "magrela" e contava para nós e também para os vizinhos, pois nesse tempo nenhuma cerca dividia os quintais, sua grande façanha. Ao ver o paneiro de patos, minha mãe ficou muito alegre, pois naquele dia colocara apenas o velho feijão com arroz no fogo e um "patarrão" daquele ia complementar a "bóia". Ao se preparar para pegar os "quá quá", meu pai obstou sua ação dizendo que ela nada poderia fazer com os patos. Aturdida, minha mãe queria saber o motivo de poupar do almoço aquelas aves "cagonas" e meu pai explicou a ela que os patos já estavam na garupa quando recuperou a biclicleta. - "Vou devolver na delegacia", dizia ele, para assombro de dona "Loló". Minha mãe argumentava que, como ninguém sabia de quem eram os patos, podiam ficar pelo menos com um deles para um gostoso ensopado e que se entregasse na delegacia, outro destino não seria dado. Meu pai, fechando a discussão disse: - "Não quero saber se a polícia vai ou não entregar pro dono, o certo é que os patos não são meus e não posso ficar com eles". Quando essa história aconteceu eu tinha uns seis anos e estava começando a "desemburrar" na Escola Roraima, mas hoje, com 39 anos, casado, pai e magistrado, quando me vejo diante de uma questão moral e ética, me vem sempre à mente a história de meu pai e os patos.
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O Autor e Juiz de Direito Substituto da Justiça do Amapá. Seu pai é conhecido no Buritizal como "Seu Costa", que depois de ser carpinteiro, se tornou comerciante de madeira e construiu um bom patrimônio sem precisar ter comido o pato alheio.
Escrito por Alcilene às 00h27
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Diário de Jornalista
A jornalista Simone Guimarães, da TV Amapá, está na blogosfera com o diariodejornalistaap.blogspot.com.
O blog é experimental e vai servir para um estudo de caso para o TCC de Simone.
Escrito por Alcilene às 00h25
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MP e IMAZON assinam termo de cooperação para gerar mapas gráficos e informações em tempo real de áreas protegidas
Na manhã desta quinta-feira (17), no Hangar - Centro de Convenções da Amazônia-, em Belém do Pará, onde está acontecendo o III Congresso Brasileiro do Ministério Público do Meio Ambiente, foi assinado o Termo de Cooperação entre o Ministério Público Estadual e o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia-IMAZON-, que permite gerar mapas gráficos e relatórios diretamente dos Gabinetes dos Promotores de Justiça Ambientais, identificando desmatamentos, pressões sobre as florestas e áreas protegidas.
"O Amapá terá condições de monitorar os desmatamentos por meio de dados e informações geradas em tempo real, a chamada 'Transferência Florestal'", explicou a Promotora de Justiça do Meio Ambiente e Conflitos Agrários, Ivana Cei. "A idéia é o fortalecimento institucional do MPE", completou.
O VIII Congresso Brasileiro do Ministério Público do Meio Ambiente acontece no período de 16 a 18 de abril, em Belém do Pára, com o tema "Atividades Econômicas e Mudanças Climáticas - O Papel do Ministério Público em Busca do Desenvolvimento Sustentável", com o objetivo de analisar o papel do Direito Ambiental sobre os impactos do crescimento econômico, debater sobre o papel do Ministério Público na busca pelo desenvolvimento sustentável, entre outros temas ligados ao meio ambiente.
Representando o Ministério Público Estadual, participam do Congresso: o Procurador-Geral de Justiça, Márcio Augusto Alves, signatário do Termo; Promotores de Justiça Roberto Álvares; Eliana Mena; Ivana Cei; Silvia Canela; Adilson Garcia e Miguel Angel; e o Engenheiro Florestal da Promotoria do Meio Ambiente,José Torres.
Escrito por Alcilene às 00h24
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Câmara dos Deputados aumenta a verba de gabinete dos parlamentares.
O dinheirinho é para contratar funcionários sem concurso público.
Peguei a foto na internet, tempos atrás, e não guardei o crédito.
Escrito por Alcilene às 00h56
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Agende aí. Dia de HH e Randolfe Rodrigues
Nesta quinta-feira, 17 de abril, a presidente nacional do P-SOL, Heloísa Helena, estará em Macapá para o lançamento da pré-candidatura de Randolfe Rodrigues à prefeitura da capital.
Às 9 horas, Heloísa fala em coletiva para a imprensa do Amapá, e logo após um ato político vai reunir militantes, simpatizantes, estudantes secundaristas e universitários, apoiadores, lideranças populares e representantes de movimentos e partidos de esquerda.
Toda a programação será no Centro de Formação Genildo Batista, na Avenida Presidente Vargas, entre Leopoldo Machado e Hamilton Silva, Centro.
Escrito por Alcilene às 00h51
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Macapá Marejando o meu Olhar
Um macuxi marejando aqui.
Eliakin Rufino é filósofo, poeta, compositor, cantor, professor e agitador e produtor cultural. Ele é do outro lado do Arco Norte, de Roraima, visita Macapá a mais de 10 anos, e segundo ele mesmo, cumprindo pautas artísticas, reencontrando amigos e celebrando a vida.

Um Lugar Bacana - O Curiaú e sua gente negra, a força africana na Amazônia.
Tem a cara de Macapá - A Fortaleza, com certeza.
Um programa bom de fazer aqui - Cozinhar na casa de amigos, principalmente a Damurida, prato da culinária indígena de Roraima.
Bom de saborear em Macapá - O açaí do Val.
Não dá pra esquecer - A festa de aniversário de 50 anos de Joãozinho Gomes e Val Milhomem.
Quem faz acontecer em Macapá - A poeta Carla Nobre.
Amigos destas bandas - Enrico Di Miceli e Klíssia, Joãozinho Gomes, Zé Miguel, Osmar Júnior, Amadeu Cavalcante, Val Milhomem, Herbert Emanuel, Alcinéia Cavalcante, Aritanan, Patrícia Bastos e Alejandro, o pessoal do grupo Abeporá.
Paisagem que mareja o seu olhar - O vento forte jogando o rio na rua, durante as primeiras horas da noite.
Um alô para o pessoal de Macapá - A linha do Equador passa por cima de mim e me faz ficar assim muito mais quente, O sol está mais perto, a luz é mais presente, a linha do Equador passa por dentro da gente.

Escrito por Alcilene às 00h50
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Da coluna From, de Luis Mélo.
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Cruz, credo |
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Em conversa, ontem, com o editor do DA, Douglas Lima, Roseli Matos não poupou farpas sobre o prefeito Nogueira (STN), de quem foi aliada. Inclusive rotulando-o de descarado, mentiroso e sem-vergonha.
O troco
O Conselho Político formado por lideranças de partidos que compõem a administração municipal de Santana reuniu seus integrantes para discutir a decisão do DEM de anunciar na imprensa a indicação de candidato próprio à prefeitura de Santana. Formado por representantes do PT, PC do B, PTN, DEM e setoriais organizados como juventude e mulheres, o Conselho, instituído civilmente, decidiu encaminhar ao prefeito as deliberações para homologação ou não do prefeito Antonio Nogueira.
Após discussão e avaliação, o Conselho, em consenso, deliberou que o governo deve romper com o DEM por este lançar candidatura de oposição ao governo. Mesmo fazendo parte da gestão de Nogueira, administrando as secretarias de Agricultura e Pesca e a secretaria de Cultura, o partido lançou o nome de Roseli Matos sem que o Conselho fosse informado da decisão. “Cada partido pode tomar suas decisões individuais, porém o Conselho não pode aceitar que um partido da base aliada tome uma decisão importante como esta, não nos comunique e ainda faça acusações contra este governo no qual mantém espaço, se não concorda com este governo é mais digno entregar os cargos”, fala Dorival Costa, membro do Conselho. |
Escrito por Alcilene às 00h42
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Legislando
Deputado Ruy Smith (PSB) viu em Palácio, o governador Waldez Góes sancionar projeto de lei de autoria de Ruy que obriga a administração pública só pagar faturas de empresas que apresentem comprovante de recolhimento de INSS e FGTS dos empregados.
Gol a favor dos milhares de trabalhadores "fichados" nas prestadoras de serviço do GEA e outros poderes estaduais.
Quem não lembra o episódio "Servinorte", apelidada pelo deputado de ServiMORTE, prestadora de serviço do GEA que fechou as portas em 2003, deixando de recolher mais de R$ 6 milhões dos trabalhadores de vigilância e limpeza e conservação.
Como gato escaldado tem medo de água fria, presidente Siqueira, do Sindicato dos Vigilantes do Amapá, fez o pleito ao Ruy, que correu atrás do prejuízo e conseguiu emplacar a dita lei.
Escrito por Alcilene às 00h41
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A Economista e jornalista Gilvana Santos, assumiu a Assessoria de Comunicação da Fundação Nacional de Saúde no Amapá.
O Repiquete deseja a competente amiga, sucesso no trabalho.
Escrito por Alcilene às 00h39
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Repiquete Social
Baby Chá da amiga Carla Pena, da Diretoria-Geral do MP-AP, no Restaurante Sagrada Família.
Carla Pena e Procuradora Estela Sá Juliana Grunho
Carla Moro
Escrito por Alcilene às 00h38
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Quem não foi, pode se cortar de inveja
Mas foi tudo de bom o lançamento do Festival Brasil Sabor no Mercado Central.
Vou dando logo as dicas do que provei, e que estará rolando pelos Restaurantes do circuito a partir de hoje:
No Restaurante da Flora: Espetinho de Camarão com Tapioca. Um espetinho com camarão rosa, queijo e pimentão, acompanhado de um beiju de tapioca com manteiga e um creme de queijo, quentinho. Nota 10.
Flora preparando o beijú.
No Mister Grill, do Gil Marra – Um Filhote, com molho de camarão rosa com creme de tucupi e jambú. Nota 10, também.

Outros Flashes
Eu com a turma do Brasil Sabor.
Vera Matos e Jocely, competentes técnicas do Sebrae.
Charles, do Restaurante Estaleiro.
Quem foi lá pode deixar sua dica aqui na caixinha de comentário.
Escrito por Alcilene às 00h57
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Macapá Marejando o Meu olhar
João Cláudio Tupinambá Arroyo, o Arroyo, é o atual chefe de gabinete da governadora Ana Júlia, do Pará.
Arroyo já esteve inúmera vezes no Amapá, tanto em tarefas partidárias, - ele há muuuuuitos anos é do PT, ou como profissional – é Geólogo, professor de Cursos de Pós-Graduação e um dos grandes conhecedores de Economia Popular, autor do Livro Economia Popular e Solidária.

Conheço o Arroyo há muito tempo. Militante da boa causa, era uma das maiores lideranças do Movimento Estudantil no Pará, (foi presidente do DCE da Universidade Federal do Pará- Gestão Moara), onde eu também militava, na década de 80. Esse período, de redemocratização do país, foi um período de muitas lutas, mas também de muitas conquistas coletivas para os estudantes.
Esse querido amigo, hoje fala de Macapá aqui no Repiquete.
Minha maravilhosa lembrança- Abertura da II Conferência da Amazônia em 2002, inesquecível, na Fortaleza de Macapá.
Tem a cara de Macapá - Sorvete de Tucumã.
Um Lugar Bacana – O Quilombo do Curiaú.

Meu programa preferido em Macapá - O pôr-do-sol na Fortaleza de São José.
Queridos amigos de Macapá - Alcilene, Márcia Corrêa, Correa Neto, Dalva Figueredo, Job Miranda, Antonino Lobato, Katia, ....
Quem faz as coisas acontecerem - - A gente lutadora e sonhadora da economia popular, do Marabaixo, da Zaguri, da Leopoldo Machado e por toda cidade.
Uma Paisagem que mareja o seu olhar - As crianças e as catraias do Beiradão, no Jari.
Em sua opinião o que os gestores de Macapá deveriam fazer para tornar Macapá melhor para viver
- Fortalecer a economia do povo, das costureiras, cabeleireiras, feirantes, e todos aqueles que trabalham para nos servir por toda a cidade. Mas fortalecer com estratégias de Economia Solidária, estimulando a cooperação, o respeito mútuo, a desmistificação do dinheiro e a valoração da verdadeira riqueza: gente.
Com isso, teremos mais oportunidade de trabalho, mais segurança, mais gentileza e conforto social.
Turma do Restaurante Sarney. Um quiosque que virou restaurante.
Escrito por Alcilene às 00h51
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A Tapioquinha dos Comunistas e Democratas 
A ex-deputada e ex-comunista Rosely Matos, atualmente no DEM, que é nada menos que o ex-PFL, é pré-candidata à Prefeitura de Santana. Mas, ela não entregou a tapioquinha e continua com a irmã ocupando a Secretaria de Cultura da Prefeitura de Santana além de outros cargos ocupados por seus apaninguados.
O PC do B, que tem como pré-candidato a prefeito de Macapá o deputado Evandro Milhomem, não entregou até agora os cargos que ocupa no governo do PDT, cujo o pré-candidato à prefeito é o deputado Roberto Góes, primo do governador Waldez Góes.
Camaradas, camaradas...
Escrito por Alcilene às 00h39
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Foguetinhos 
Café  
Capi e Dalva Figueredo, ele presidente do PSB, ela do PT, esvaziaram bule de café na manhã desta segunda-feira, conversando sobre eleições municipais.
Mais pepino para a Cea 
A Promotoria de Laranjal do Jarí ajuizou Ação Civil Pública contra a CEA em virtude da constante falta de energia elétrica na cidade de Laranjal do Jari. O Magistrado da Comarca, Carlos Fernando Silva Ramos, acatando as razões do Ministério Público, deferiu a liminar para que a CEA regularize imediatamente o problema, sob pena de pagamento de multa diária de R$ 100.000,00 (cem mil reais).
O Ministério Público na Comarca de Laranjal do Jari, é representado dos Promotores de Justiça José Cantuária Barreto e Horácio Luís Bezerra Coutinho.
Cinquentonas e Sexagenários 
Na semana passada a Polícia Federal apreendeu mais de 20kgs de pasta de cocaína.
Agora, além de menores, o tráfico usa cinquentonas e sexagenários no transporte das drogas.
No Laurindo Banha 
Os moradores da Rua 27 de julho, do conjunto Laurindo Banha, estão denunciando um morador que ao invés de secar a fossa está despejando todo o cocô da família na rua. Além do fedor, o cocô vai encalhando, formando poças na rua.
Eles perguntam a quem denunciar o cocô do vizinho.
Não sei. Mas a denuncia já está repiquetando aqui.
Deu na Coluna From, de Luis Melo
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Tom & Jerry  |
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Já não convidem mais para um mesmo Tribunal do Júri. O presidente Washington Caldas(OAB) e o Defensor Geral Hélder Ferreira(Defenap). Que já não se bicam mais como antigamente —e sem maiores explicações sobre cargas d´água. |
Escrito por Alcilene às 00h37
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Xô Dengue
Essa limpeza aí é na saída do Mercado Central que vai para o Mercado de Peixe.
A área é da Prefeitura Municipal de Macapá.
Faltam lixeiras na área e os imundos não tem constrangimento em jogar tudo no chão.

Escrito por Alcilene às 00h34
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Repiquete na Balada
Aniversário da amiga Bianca Melo, sábado no Mosaico
Eu e o Dias, com a bela Bianca.
Jesuíno, do grupo Fortaleza, e Ari, do Grupo Santa Lúcia: Amizade pra 100 anos.
O carinho de Soares e Lidiane
Escrito por Alcilene às 00h31
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Parte de um texto texto do Blog Notícias Daqui. Leia o texto inteiro pelo link aqui ao lado.
Prestígio, novos tempos e patê de chicória
De olho em 2010, o deputado Jorge Amanajás, que quer ser governador, está atraíndo para próximo de si forças políticas diversas, além disso, ele também mudou o discurso e agora defende a conservação da Amazônia. Aliás, o próprio discurso do Governador Waldez Góes(PDT) lembra cada vez mais aquele de João Capiberibe, cuja linha como governador foi de implantar o desenvolvimento sustentável no Estado. Parece que demorou, mas está caíndo a ficha, ainda vai chegar um dia que Waldez vai vir a público defender a fabricação de patê de Chicória e pasta de camapu, coisa que Capiberibe nunca fez, mas a oposição vivia dizendo que ele fazia, porque ele sempre defendeu o incremento da cadeia produtiva de produtos como a castanha do Brasil, o açaí, o mel e o camarão, produtos nativos com boa aceitação no mercado nacional e internacional.
Escrito por Alcilene às 00h25
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É realmente lamentável, eu diria que até revoltante, um atleta como Jader Souza, não receber um apoio digno do seu estado, o Amapá.
Trechos da Carta do nadador campeão, Jáder Souza, enviada ao jornalista Paulo Silva
Jader Souza, 26 anos, Amapaense, morando em São Paulo desde 2005. Vim para São Paulo em busca de melhores condições de treino junto com uma equipe de ponta como o Esporte Clube Pinheiros. O Pinheiros é o maior vencedor de títulos brasileiros no total de 10 títulos. O que eu quero realmente falar é um pouco da minha realidade aqui em São Paulo, um pouco da minha rotina. Quatro vezes na semana treino em dois períodos (manhã e tarde) e nos outros dois apenas um período, tenho preparação física acompanhado de um profissional que faz um trabalho especifico para cada etapa de treino. Esse ano de 2008 é um ano olímpico onde grande maioria dos atletas está buscando vaga no time olímpico brasileiro, assim como eu. Muita gente me pergunta se tenho algum apoio, uma espécie de patrocínio. A resposta é Não. Para não falar que não tenho nenhum, Roberto Góes vem me apoiando desde 2006, mais ocorreu um grande corte no que era repassado, um corte significativo de 70% e isso prejudicou muito. Estamos pouco mais de 3 semanas para ultima seletiva olímpica, não tenho o material de competição, não fiz os acompanhamentos médicos, não fui ao nutricionista, não fiz nenhum tipo de exames laboratoriais. Algumas semanas atrás, um grande grupo de atletas e técnicos foram fazer um treinamento fora do pais e competições. Não pude ir porque não tinha condições e não poderia fazer nem um tipo de despesa extras porque iria me fazer falta, iria ser mais um suplemento ou até mesmo um nutricionista que deixaria de ir se fosse acompanhar o grupo. Essas coisas são de extrema importância, é quando você treina com seus adversários e compete com eles nas mesmas condições. Acho que toda pessoa que tem o mínimo, consegue trabalhar e dar bons resultados e ser reconhecido por isso e comigo não é diferente. Se tiver a condição mínima, consigo fazer um bom programa de treino junto com os materiais necessários, médicos, nutrição, suplementos, alimentação adequada e sem isso fica quase impossível de ter um bom resultado e sem resultado você fica fora, fica pra trás. Jader Souza, atleta campeão Pan-americano em 2003, atleta Olímpico em 2004, buscando uma vaga para as Olimpíadas de Pequin. Ultima seletiva olímpica acontecerá de 06 a 11 de Maio no Rio de Janeiro.
São Paulo, 11 de Abril de 2008.
Jader, com o Xuxa, Gustavo Borges e Jaime Leão.
Escrito por Alcilene às 00h24
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Macapá Marejando o meu Olhar
Ela é poeta, cronista, contista e jornalista. Márcia Corrêa nasceu em Manaus, lá onde o Amazonas se encontra com o Rio Negro, mas veio pequenina para Macapá.
É blogueira de um macio Papel de Seda e apresenta o programa Café com Notícias nas manhãs equatoriais da rádio 94.5.
Inteligente, sensível, doce, sagaz e bela de tudo, essa queridíssima enfeita o nosso Repiquete nesse final de semana.

Lembrança gostosa - O Grupo Folclórico do GM, dirigido pela amada professora Onédia Bentes, que ensinou o amor pela cultura regional quando as manifestações ainda eram discriminadas pelos amapaenses.
É a cara de Macapá - O Mercado Central que freqüento desde criança. Um lugar que tem história, beleza e potencial, mas que tem sido maltratado pelo poder público, assim como a cidade.
Um Lugar Bacana de ir - O bairro do Infraero, onde encontro amor, paz, afeto, realização espiritual. Um programa sempre bom - Fim de tarde na Fazendinha, com açaí, peixe frito e camarão no bafo. De quebra se rolar um violão, melhor ainda.
 Um sabor daqui - Queijo da região, quando macio e suave é incomparável.
Uma saudade estúpida - Da infância na av. Marcílio Dias, bairro Jesus de Nazaré. Não havia muros separando os quintais, muito menos medo da violência. Liberdade pura!
Quem faz acontecer – Os promotores Paulo Celso Ramos dos Santos e Roberto da Silva Álvares. Os dois promotores são responsáveis pela implantação e condução do projeto Escola da Família, em Santana, obtendo excelentes resultados na prevenção à violência e à desagregação das famílias atendidas.
Uma pessoa genial - Já se foi, mas ainda tem rastros luminosos dela por aí. A Zenildes Pereira (Nildes) atriz e diretora de teatro do SESC.
É UÓ em Macapá - A falta de ciclovias, de acessibilidade para os deficientes, a buraqueira e o lixo nas ruas. Ah! Também as Tvs enormes e barulhentas em bares e restaurantes.
A Macapá que eu quero é .... Limpa, iluminada, saneada e urbanizada. Faz falta em Macapá - Museus, teatro experimental, esporte e lazer nos bairros. Um projeto ou atitude ousada que faria Macapá melhor pra viver - A construção de vias expressas para desafogar o trânsito.
A Paisagem que mareja o seu olhar - O Rio Amazonas... lindo, voluptuoso, misterioso, generoso.

Um alô - A gente só aprende a amar uma cidade caminhando por ela, encontrando sua gente, experimentando suas dores e utilizando a inteligência para ajudar a melhorá-la.
Escrito por Alcilene às 01h12
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Brasil Sabor
Nesse sábado e domingo tem o lançamento do Festival Brasil Sabor no Mercado Central.
O Festival acontece em 23 restaurantes, no período de 12 de abril a 11 de maio.
No lançamento, as empresas participantes vão servir degustações ao preço de 5 reais.
A programação é a partir das 19 horas.
Filhote no Tucupi, do Estaleiro. Mais que demais.
Escrito por Alcilene às 01h05
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Pra quem não conhece o Piararucu, é esse gitinho aí.

Escrito por Alcilene às 01h02
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Foguetinhos
Brasinhas 
Dito pelo Deputado Joel Banha ontem na Assembléia Legislativa: “ A Dalva quer me transformar no novo Randolfe do PT”. Para os que não sabem da política do Amapá, Dalva é deputada Federal e presidente do PT, e Randolfe é ex-deputado do PT, hoje no PSOL.
A farra dos plantões 
Três médicos, sócios de uma importante clínica ganharam juntos no mês de março, a bagatela de 51 mil reais em plantões médicos. Fora os salários, claro.
Por onde anda 
Por onde anda o jornalista Bonfim Salgado hein gente?
Sinto falta do seu estilo genial de escrever. Do seu humor ferino.
Ele escrevendo “saiam dos esgotos suas ratatuias”, é impagável.
Lolito 
O grande músico Lolito esbanja choro nessa sexta e sábado na Casa do Chorinho, que fica na avenida Piauí, esquina com a Jovino Dinoá, no bairro Jesus de Nazaré.
Escrito por Alcilene às 00h48
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Macapá Marejando o meu Olhar
Luis Melo é uma personalidade do rádio amapaense. É âncora a aproximadamente 20 anos de um movimentado programa de rádio cujas vinhetas fazem parte do cotidiano das manhãs dessa cidade de São José de Macapá. E é proprietário do jornal Diário do Amapá, onde escreve diariamente uma coluna que é leitura obrigatória dos bem informados da cidade.
Mélo fala ao Repiquete o que Mareja o seu olhar

Um lugar bacana – O antigo Macapá hotel. A intelectualidade freqüentava ali. Tinha um glamour. A gente encontrava lá as pessoas que admirava como o Alcy Araújo, o Ezequias Assis, o Ernani Marinho, o Segura o Balde (poeta Cordeiro Gomes). Pra mim era um aprendizado poder encontrar e conversar com essas pessoas. A gente tinha vontade de um dia ser como eles. Eram inteligentes, cultos e alegres. E também era bom e romântico namorar na frente do Macapá Hotel. O rio avançava mais sobre a cidade e a brisa era espetacular.
Sabor de Macapá – O tacacá e o beijo-de-moça da Tia Neném. Eu freqüentava muito banca da Tia Neném, ainda naquele ponto lá no Trem, na esquina da loja do pai do Corrêa Neto, a casa Leão das Peças.

A Cara de Macapá – O Mercado Central. Era o lugar onde todos se encontravam. Carne só se comprava lá. Verduras também. E lá a gente se encontrava pra tomar sopa. Ir ao mercado era um programa.

Uma pessoa genial – Nosso poetinha Osmar Junior. Tem um grande poder de comunicação com o público. Tem originalidade, naturalidade e carisma.
Faz falta em Macapá – Um mercado publicitário melhor, onde houvesse mais equilíbrio entre iniciativa privada e poder público. Onde o governo fosse mais um cliente, e não “o cliente”.
Paisagem que mareja o seu olhar – A Fortaleza. As telas do artista plástico R.Peixe, retratando a Fortaleza; a Beira, como se chamava antigamente; a Doca da Fortaleza.

Tela do R. Peixe, com a antiga praça Veiga Cabral, que enfeita a sala da casa da blogueira.
Escrito por Alcilene às 00h46
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Repiquete em três anos.
Publiquei aqui em 14.02.06
Blogs
A última edição da Revista Exame trouxe matéria sobre blogs corporativos. A Exame diz que nunca os consumidores puderam se expressar com tanta liberdade e com tamanho alcance e que é hora das empresas entrarem nessa conversa.
Os mandamentos dos blogs corporativos segundo a Exame:
Fale sempre a verdade – Mentiras são desmascaradas rapidamente.
Mantenha o blog atualizado
Abra espaço para comentários – A internet é uma grande conversa.
Seja informal – O blog não é um comunicado de imprensa.
Escrito por Alcilene às 00h41
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Premiado na Espanha
O estudante amapaense Pedro Paulo Alves Cardoso de Andrade, 17 anos, que estuda na Universidade de São Carlos, em São Paulo, foi premiado na 9ª Exporecerca Jove, em Barcelona, na Espanha, realizada durante os dias 3, 4 e 5 de abril, conquistando a medalha e o troféu de 1º lugar geral da categoria para estrangeiros, com o projeto “Caracterização in silico e experimentos iniciais para a expressão in vitro de quitinases de cana-de-açúcar”, que tem como objeto de pesquisa o aprimoramento genético dos mecanismos de defesa da cana-de-açúcar. Pedro Paulo é o primeiro brasileiro a conseguir o 1º lugar nesse prêmio.
O brilhante universitário é filho da Promotora de Justiça Rosemary Andrade e do Juiz de Direito Reginaldo Andrade.

Escrito por Alcilene às 00h39
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Final de semana
Aproveita o final de semana pra uma geral na tua casa, pra ver se não há nada que possa virar agasalho de mosquito da dengue.

Escrito por Alcilene às 00h37
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Deu no Corrêa Neto e eu repercuto aqui
O magnífico reitor. O professor José Maria da Silva, reitor da Universidade Estadual do Amapá é um remanescente do antigo PT, aquele que acreditava nas coisas feitas de maneira correta, respeitando a ética e a democracia. Desencantou-se e saiu, mas nunca se teve conhecimento do envolvimento dele em coisas que neguem sua história de um homem competente e limpo. Agora o mestre Zé Maria deu um tropeção no quesito democracia. Ninguém é perfeito sempre. As respostas para as questões apresentadas pelos estudantes da Ueap deviam ter sido diretas e francas como eram, antigamente, no PT. Tergiversar é um palavrão que não deveria constar do vocabulário dos verdadeiros democratas. Se a greve teve influência político-partidária, azar, o fundamental é o que os estudantes querem saber. O que for possível fazer agora, que se faça, o que não for, fica para depois. Basta dizer isso, olhos nos olhos. Eles vão saber respeitar as limitações de quem dirige uma Universidade, útil, mas criada às pressas. Ninguém resiste à correção e à franqueza.
Escrito por Alcilene às 00h36
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3 em 1 
Munícipe tenta doar material de consumo para conseguir o serviço na PMM 
Na sessão de ontem da Câmara de Vereadores, o vereador Clécio Luis comentou uma matéria da TV Amapá onde um corretor imobiliário reclamou que há meses tenta resolver um problema na Prefeitura de Macapá, sem sucesso. Na última vez disseram que não havia tinta na impressora. O cidadão retornou com o tal “toner” para doar à PMM e conseguir ser atendido na sua necessidade, mas levou junto a emissora de TV, para registrar o inusitado.
Pérola de Vereador. Presta Atenção. 
O vereador Grilo, ao se pronunciar, em relação ao comentário do colega Clécio Luis, saiu-se com essa “pérola”:
“Eu acho bonito quando um munícipe contribui com a prefeitura levando a tinta que está faltando. É muito legal. Mas fico triste quando ele chama a imprensa para colocar a sociedade contra a prefeitura”.
Primeiro Sogro 
Depois da sessão na Câmara de Vereadores, é que os edis ficaram sabendo que o corretor que quis doar a tinta para impressora, é o pai da primeira-dama do Estado, Marília Góes.
Escrito por Alcilene às 23h43
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Macapá 250 anos
Raiz da bela Samaumeira que fica no terreno do Ministério Público, na curva do Araxá.
Foto: Fabiano Menezes.
Escrito por Alcilene às 23h41
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Petês 
Um outdoor do Prefeito Antonio Nogueira, de Santana, que ganhou o prêmio prefeito Empreendedor do Sebrae, foi colocado bem na frente da janela onde trabalha o prefeito João Henrique, de Macapá.
Escrito por Alcilene às 23h38
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Adoro os desenhos do Sérgio Bastos
Belém tem disso

Escrito por Alcilene às 23h36
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Tá certo, dotô!! 
O professor Doutor José Maria da Silva, reitor da Universidade Estadual, disse em entrevista que a manifestação dos alunos não se justifica, que teve caráter político e que os estudantes estão tentando desqualificar a instituição com o apoio de funcionários que tem interesse em controlar a reitoria.
Que qué isso doutor?
A manifestação não se justificaria se as reivindicações dos estudantes não tivessem razão de ser. E tem.
Toda manifestação é política.
Reivindicar melhorias não é desqualificar.
Agora que tem gente que quer assumir aquela reitoria, tem sim.
E tem nome e sobrenome. E é do PDT.
Escrito por Alcilene às 23h34
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De fininho 
Governador Waldez Góes me disse que dia desses estava numa boate da cidade com a esposa Marília, quando chegou a equipe do delegado Ericláudio, para fazer a cumprir a lei que regulamenta o horário de fechamento de casas noturnas. Ele, o governador, vazou logo com a primeira-dama, pegando um táxi e rumando para residência oficial, e orientou o delegado que fizesses seu trabalho a vontade e sem constrangimento.
Escrito por Alcilene às 23h32
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O que acontece com Jaime Nunes
Tenho um imenso carinho pelo empresário Jaime Nunes. Conheço muitas de suas competências como gestor e como liderança empresarial, por ter trabalhado diretamente com ele, e conhecido na prática.
Mas concordo com tudo o que o Carlos Lobato disse no programa Tribuna da Cidade dessa terça-feira.
Quem ouviu, ouviu. Quem não ouviu...
Escrito por Alcilene às 00h11
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Sindicato dos Jornalistas promoveu jantar para coleguinhas pela passagem do Dia do Jornalista
No jantar o governador Waldez Góes se comprometeu em assinar um convênio com o Sindicato para a promoção de cursos, palestras e oficinas para os jornalistas. O secretário municipal, João Trajano, prometeu que a PMM vai fazer a doação de um terreno para que o Sindicato construa a sede da entidade.
Veja os flashes.
Lucas barreto e Governador Waldez Góes
Esse babado foi forte. Ouvi esses dois falando em Plano B, de apoio nas eleições municipais. Waldez me pareceu de bem com a vida e com as pesquisas de aprovação, passeando no meio de tantas candidaturas de sua base de apoio.
Denyse Quintas e Janary Luis Melo e Alcinéa Cavalcante
Presidente Volvey e Leonardo Trindade
Escrito por Alcilene às 00h10
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Macapá Marejando o meu Olhar
Uma macapaense na Alemanha. Filha de um pioneiro do comércio local- o Seu Viana da casa Rosely, Rosiane é Nutricionista, mestra em Nutrição Humana e Social, mora e trabalha na Alemanha no Secretariado Internacional da FIAN, uma ONG que atua no mundo inteiro em Direito humano à alimentação.
Essa “moleca” do bairro da Favela, mostra hoje sua saudade de Macapá aqui pelo blog.
Rosiane e o marido Flávio em Piqueniquena Alemanha.
A cara de Macapá - A orla Um Lugar Bacana - O Museu Sacaca e o Curiaú. Um programa em Macapá - Passear pela orla, sentir o vento e o barulho do rio quando a maré enche, ir na Fortaleza, comer camarão no bafo com farofa e ir ao Curiaú.

Sabor de Macapá - Peixe frito com açaí, especialmente em dias chuvosos e depois tirar aquela sonequinha.
Não dá pra esquecer - Minha infância tranquila, das brincadeiras de rua com a vizinhança, dos campeonatos de ping pong, do ri ri ra rá (código de chamada para falar com minhas melhores amigas e minha irmã), das personalidades que me faziam tremer de medo como Rubilota, Bola 7, Benedita pelada, Camarão frito...
Uma saudade estúpida - Do aconchego familiar, das frutas: mamão, jambo, manga, açaí, bacaba....
É UÓ em Macapá - O descaso com as vias e espaços públicos, a invasão de vendedores ambulantes na Zagury e o odor de fritura.
A Macapá que eu quero é - Bem cuidada, segura e sem corrupcão.
Um projeto ou atitude ousada pra melhorar a cidade - Combinaria Direitos Humanos, segurança alimentar e nutricional e infra-estrutura para o turismo ecológico, tudo isso baseado no desenvolvimento sustentável.
Paisagem que mareja o meu olhar - A Beira-rio e a imensidão do rio Amazonas
Escrito por Alcilene às 00h01
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Jari: as enchentes naturais do velho rio
Marco Antonio Chagas, doutorando UNIFAP/UFPA-NAEA
A aglomeração urbana de Laranjal do Jari é o efeito perverso do Projeto Jari. Mas a retórica do discurso dos culpados é ultrapassada e muita coisa mudou na região. De porto de farras e prostituição, Laranjal se tornou um local de famílias e de muita vontade de dar certo. Tenho grandes amigos por lá e profunda admiração pela capacidade de resistência da comunidade às adversidades.
Também não consigo aceitar o fato daquela região ser uma das mais ricas da Amazônia, abrigando parques e reservas de recursos naturais, cujas paisagens ilustram revistas e sites nacionais e internacionais, alimentando o ego demagógico do discurso da natureza intocável e selvagem, distante das necessidades emergentes de uma sociedade que tem o direito a se modernizar.
Estudos de doutoramento dos professores da UNIFAP, Antonio Filocreão e Adalberto Ribeiro, trazem uma grande contribuição sobre a organização social das comunidades do Jari e podem subsidiar novas políticas de desenvolvimento regional. No campo das políticas de organização urbana, o Plano Diretor de Laranjal do Jari, elaborado sob a coordenação do Professor da UNIFAP, Alberto Tostes, retrata os cenários possíveis para melhoria da qualidade de vida na cidade a partir de intervenções responsáveis do Poder Público.
Num olhar mais pragmático de geólogo e um tanto frustrante para aqueles que apontam essa ou aquela causa para as enchentes na região, insisto na explicação de que as causas são predominantemente naturais.
A cidade de Laranjal do Jari foi sendo formada sobre um banco de sedimentos de um velho rio tipicamente de planície e para agravar a situação, exatamente num local onde ele faz uma sinuosa curva, que com o tempo tende a se isolar do curso d´água principal. É o que chamamos de “meandro abandonado”. Isso mesmo, o velho rio Jari não consegue mais carregar nas costas o monte de terras que se acumulou durante sua lenta e gradual trajetória de formação. Os rios são como as pessoas: nascem, crescem e morrem. O que é uma calamidade para as pessoas, para o rio é uma merecida aposentadoria. As enchentes continuarão a acontecer de forma mais intensa com o passar dos anos.
O que podemos fazer? O homem tem se notabilizado por desafiar a natureza na busca de adequar o planeta as suas necessidades (canais, túneis, estradas, aeroportos, hidrelétricas). Não sou daqueles que considera que as enchentes do Jari são respostas às intervenções do homem sobre a natureza, mas não resta dúvida que um bom Estudo de Impacto Ambiental da construção da Avenida Tancredo Neves (via principal que liga o porto a parte alta da cidade) poderia ter contribuído, em muito, para a redução dos impactos das enchentes.
A melhor solução para o problema é a transferência das quase 20.000 pessoas que habitam a área inundável para o Agreste (parte alta). Agora, nem sempre o que é melhor é o possível. Obras de contenção de enchentes podem ser realizadas para mitigar os impactos das enchentes e boas idéias técnicas têm sido apresentadas pelos Governos e moradores. Entretanto, o que parece mais plausível é acelerar a construção da Hidrelétrica de Santo Antonio para que essa obra passe a servir de controle de vazão das águas do rio Jari através dos vertedouros da Usina, além da condição essencial de geradora de energia para o desenvolvimento do Vale do Jari.
Eis um exemplo de impacto positivo da construção de uma hidrelétrica.
Escrito por Alcilene às 23h50
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Desviando
Em ação movida pelo deputado Camilo Capiberibe, a juíza Alaíde Lobo determinou a que fosse retirada do ar a campanha do banco de leite, apresentada pela primeira dama Marília Góes.
A campanha era bem feita. Marília passava o recado com maestria. E creio eu, que a campanha deve ter aumentado consideravelmente as doações para o banco de leite.
Mas a justiça, provocada pelo deputado Camilo, entendeu que a campanha feria a legislação no que diz respeito a publicidade governamental. Ponto e pronto. A campanha ficou bastante tempo no ar e cumpriu seu papel. Todos, inclusive a propaganda subliminar.
Mas o deputado Dalton Martins tenta apequenar o papel de oposição do colega, quando sobe nas tamancas para acusá-lo de ser contra o aleitamento materno e o banco de leite.
Menos, pessoal, menos.
Escrito por Alcilene às 23h49
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Do jornalista Guilherme Fiúza, em seu blog, na Época On line.
A vida dos outros
É difícil escrever sobre uma tragédia sem ser acusado de insensibilidade com a dor alheia. Talvez a saída mais segura seja falar da nossa própria.
No dia 2 de julho de 1990 meu primeiro filho, Pedro, caiu do oitavo andar do prédio onde morávamos, em Botafogo.
Desci de escada achando que seria mais veloz do que o elevador, talvez do que a própria queda. Encontrei-o já morto, e não precisava ser médico para constatar. Os ferimentos eram brutais.
Voltei com ele de elevador, mas ainda com pressa, agora de dizer à mãe dele que não podíamos fazer mais nada.
Antes que pudéssemos entender o que fazer da nossa própria vida, já tínhamos uma certeza: não podíamos sair de casa. Estávamos presos lá, com dois policiais militares armados na porta do apartamento.
Antes de poder enterrar meu filho, tive que contratar um advogado. Recebi-o no quarto de empregada, para poupar a mãe do Pedro, minha ex-mulher, daquela conversa surrealista.
Embora vivêssemos em harmonia e fôssemos particularmente tranqüilos, o advogado vinha relatar depoimentos comprometedores do síndico e de vizinhos à polícia. Eles diziam ter ouvido ruídos altos de portas batendo, discussões febris, gritaria.
Foi longo o tempo até encerrar esse processo insano e provar que os vizinhos tinham delirado. Mas foi muito rápido, instantâneo, o castigo imposto pelos homens da lei, de mãos dadas com os vizinhos diligentes: ser tratado como suspeito da morte do próprio filho.
Quando a Polícia Militar nos permitiu deixar o apartamento, no qual nunca mais voltaríamos a morar, tivemos que deitar no chão do carro, para evitar a multidão de repórteres, fotógrafos e cinegrafistas.
Escapamos de passar pelo que passou a mãe de Isabella Nardoni, quase jogada no chão pela sanha da imprensa. Uma mãe de quem a vida acabara de arrancar uma filha, que portanto mal se punha de pé por si mesma… Bem, colegas, morram de vergonha.
No Espírito Santo, há outro pai preso pela morte da filha que caiu da janela. São todas situações sobre as quais é preciso encontrar a verdade. Se os pais forem desgraçadamente culpados, precisam ser exemplarmente punidos.
Nada disso dá direito à sociedade de invadir a vida de uma família com a sua curiosidade mórbida e a sua estupidez.
Se não é possível à coletividade imaginar na sua própria pele o ardor da tragédia, já seria um belo avanço civilizatório se ela entendesse, de uma vez por todas, que a vida (dos outros) não é um Big Brother.
Escrito por Alcilene às 23h47
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07 de Abril Dia do Jornalista
Viva !!!! Alcy Araújo
Arilson Corrêa Neto Berna Chco Terra
Alcinéa e Anibal Sérgio Germana Elaine
Humberto Elson
Mônica,cleide, Simone
Girlene Márcia Ivan carlo paulão
Léa Renivaldo Eu Tanha
Lobato Sândala
Soraya e Evandro
Tatyana Gilvana, Volney e Hanne
Escrito por Alcilene às 23h53
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Macapá Marejando o meu Olhar
Marco Chagas e macapaense do bairro Alto. Geólogo, Mestre em Desenvolvimento Sustentável e doutorando. E jogador de basquete.
Está em período de lançamento do livro "Tumucumaque: O BIG Park e a História do Conservacionismo no Amapá".
Marco e sua Laila.
Um lugar bacana – Não é em Macapá, mas é no estado: O Laranjal do Jari. Lá é onde as diferenças se encontram.
Um programa sempre bom – Andar de bicicleta na beira do rio.
Macapá tem sabor de quê – Açaí com Jabá.
Não dá pra esquecer – Do Ieta. Dos amigos, dos professores, do lanche do O Juara, bem ao lado...
A Cara de Macapá – O Trapiche. Sempre. Era um lugar onde a gente adolescente gostava de ir tomar banho e pular da ponte, quando saíamos das aulas no Ieta.
Fotos do Brasil
Quem faz acontecer – Faço uma homenagem às mulheres, e cito a Dra Ivana Cei, Promotora do Meio Ambiente do Ministério Público Estadual, que faz muita coisa acontecer.
Paisagem que Mareja o meu Olhar – As montanhas do Tumucumaque. Eu tenho vontade de colocar uma bandeira do Amapá em cima daquela montanha bem grande.
É UÓ em Macapá – Som alto. Tem que fazer uma pesquisa pra saber por que o macapaense sofre desse mal.
A Macapá que eu quero – Totalmente Saneada. O saneamento é a base pra qualidade de vida.
Sonho fazer em Macapá – Contribuir para o saneamento das áreas de ressaca.
Faz falta em Macapá – Mais ambientes culturais e mais lugares bacanas para bate-papo sobre todas as coisas.
Um projeto ou atitude ousada para melhorar a qualidade de vida de todos – Um projeto de urbanização da orla de Macapá até Santana. As orlas são a porta de entrada, do bem e do mal, se não forem bem cuidadas. Em Macapá, as áreas da orla que eram para ser de uso coletivo foram e estão sendo privatizadas. A medida que o beneficio do poder público vai chegando a elite vai se apropriando. Isso já aconteceu na orla do Araxá e está acontecendo na estrada da Fazendinha. Os terrenos que ficam na beira do rio, acho que, todos já são de domínio privado, e a população não sabe nem como esses terrenos saíram das mãos do poder público.
Escrito por Alcilene às 01h46
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Gostei
Projeto de lei quer proibir o porte de arma branca em via pública
Através de lei municipal, o vereador Dilson Ferreira (PMDB) quer proibir o porte de arma branca em via pública, logradouros públicos, bares e locais de espetáculos ou diversões na cidade de Macapá e em seus distritos. Projeto de lei foi protocolado quinta-feira 3 na Câmara Municipal de Macapá.
Na justificativa, o vereador aponta números da Polícia Técnica do Estado, atestando que os óbitos por instrumento perfuro-cortante são preocupantes. Foram 58 em 2004, 77 em 2005, 78 em 2006 e 57 no ano passado, enquanto houve redução nas mortes provocadas por armas de fogo. " Ainda temos que levar em consideração os altos custos para o Sistema Único de Saúde (SUS), com a internação de pacientes lesionados com arma branca" , diz Dílson Ferreira, que é médico. ( Paulo Silva, no JD)
Escrito por Alcilene às 01h39
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Deu Santana
Com a ação “Fábrica de Projetos Empreendedores” o prefeito Antonio Nogueira levou para o município de Santana, o prêmio Prefeito Empreendedor, do Sebrae.
Prefeito Nogueira com a diretoria do Sebrae-Amapá.
Escrito por Alcilene às 01h38
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Doce Homenagem
Passa lá no Papel de Seda pra ver a doce homenagem que Márcia Corrêa fez ao cantor Teddy Max, que morreu em pleno palco de show em Macapá. O papel está linkado aqui ao lado.
Escrito por Alcilene às 01h27
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Repiquete em três anos
Publiquei aqui em novembro de 2005, essa crônica de meu pai Alcy Araújo, escrita sobre o jornalista Hélio Penafort, em 1988.
Hélio Penafort
Quando conheci o Hélio Penafort os vícios da civilização ainda não haviam poluído a sua singela maneira de transitar nas ruas do meu mundo, deteriorado por uma sociedade sem anjos, onde os poetas lutam para que a poesia não se perca entre ruídos de máquinas, sons de buzina, assaltos e políticos.
Hélio Penafort fumava cigarros “gaivota” e o Álvaro da Cunha finos “king-sise”. Tomava conhaque “São João da Barra”, quando o Manoel Couto ingeria “white house”. Cortava o cabelo no Mercado central, enquanto o Ezequias Assiz já freqüentava o salão de um cabeleireiro gay. Tudo nele era de uma pureza de pescador.
Eu estava defronte de um contador de estórias que fazia rir o Padre Jorge Basile, numa tarde, na redação-oficina da “Voz Católica”, jornalzinho da Prelazia de Macapá, onde tantos talentos vieram à tona, como o companheiro João Silva e outros mais.
Hélio Penafort, há trinta anos bem vividos, bem comidos e bem bebidos, conta estórias. Na imprensa, no rádio, na televisão, nos livros que publica. Suas reportagens são contos, com personagens dançando o cacicó ou o turé, cavalgando ondas na costa oceânica ou singrando rios em igarités. Nas suas estórias, a mata, a terra molhada, o rio, a cachoeira do Firmino ou de Grand Roche. Na paisagem, sempre o homem. O caboclo, o índio, o negro. E mulheres de pernas bonitas e corpo cheirando a marés, a mato no amanhecer, a ervas que Deus plantou no chão amapaense.
Hélio Penafort é uma antologia folclórica. Um estudo de antropologia. Um livro para sociólogos e freqüentadores reincidentes do Bar do Abreu.
Entre uma estória e uma lenda, entre um mito e uma carraspana, ele já foi radialista, telegrafista, fotógrafo, prefeito municipal, juiz de paz, chefe de gabinete do governador, diretor de rádio-jornalismo, produtor de textos e programas de rádio e TV e sabe Deus mais o que.
Alto, desengonçado, careca, vive sorrindo, como quem a certeza de que a vida pose ser maravilhosa, não importa as acontecências. Certa vez ele disse: “Estou pê da vida com o Paulo Oliveira”. E em lugar de franzir o cenho, caiu na gargalhada.
Não há civilização que enodoe a alma deste contador de estória, carregadas de poesia e de humor transparente. Com trinta anos de jornalismo, ele continua um homem da fronteira, que traz nos olhos o brilho das águas que se fixaram em sua visão. Só sei do Hélio zangado, quando estão botando no esfriador de arroz do seu amado e onírico Oiapoque. Aí ele protesta no mais castiço patuá. Eu disse castiço?
( Alcy Araújo, junho de 1988)
Escrito por Alcilene às 01h14
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Jari Enchendo
O nível do Rio Jari subiu 2m10 e há desabrigados no município de Laranjal do Jari, no sul do Amapá. De ontem pra hoje, o nível do rio subiu 20 centímetros.
A Defesa Civil do estado, coordenada pelo Major Montalverne, está no município auxiliando a Defesa Civil da Prefeitura. Os desabrigados estão sendo encaminhados para um abrigo providenciado pela prefeitura.
Além das chuvas, o nível alto das águas do Rio Amazonas nesse período, segura a vazão do Rio Jari, agravando a situação.
Escrito por Alcilene às 14h20
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Pirando o Cabeção. De novo. 
Gente. O quêquié aquele adesivo do PMDB circulando na cidade? 
12+3 = 15 PMDB. 
Será o quê tanta criatividade?
Deu a Lôca nos marketeiros.
Escrito por Alcilene às 00h41
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Dengue
O Secretário municipal de Saúde, Emanuel Bentes, foi hoje ao Ministério Público e ao Tribunal de Justiça pedir que os donos de terrenos baldios, casas e prédios abandonados ou inacabados, que mantém esses imóveis sujos e virando criadouro de mosquito, sejam responsabilizados criminalmente por crime contra a saúde pública. Segundo Emanuel, todas as medidas administrativas já foram tomadas contra os imundos.
Os mosquitos do poder público
No Projeto Minha Gente, ontem, a vigilância sanitária achou mais de 20 larvas do mosquito, no prédio do “posto de saúde” desativado, veja só.
Nos arredores do “Minha Gente” moram milhares de famílias que já sabem agora que estão vulneráveis à dengue. Tem um imundo criadouro do mosquito num prédio público perto da sua casa.
O papel de cada um
Agora é que começa o período perigoso da dengue em Macapá, dito pelo próprio secretário municipal de saúde.
Portanto: Olho no lance.
Cuide da sua casa, da sua rua, do seu ambiente de trabalho e sensibilize o vizinho sujão.
As larvas do mosquito às vezes estão onde menos se espera.
Já tive que destruir, chorando, um belo jardim de bromélias de todas as cores, que havia na minha casa. Nas pétalas das lindas, tinham larvas do mosquito.

Escrito por Alcilene às 00h37
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Deu pau
Depois que esse bombado blog mostrou a foto da Bandeira Brasileira esfarrapada na Praça da Bandeira o pavilhão rasgado foi retirado.
Mas em seu lugar foi colocado nada. Tá só no mastro.

Escrito por Alcilene às 00h34
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Macapá marejando o meu Olhar
Val André Mutran é paraense e morou em Macapá, adolescente, na década de 70.
Val é jornalista em Brasília e edita o blog pelos Corredores do Planalto, linkado aqui no Repiquete.
E foi por essa blogosfera que nos encontramos.
Quando ele viu o marejando me enviou esse e-mail.
“As lágrimas desceram de meus olhos proporcionalmente ao sinal enviado pelo coração, acusando a inadiável homenagem.
Só podia sair de tua lavra inspiradíssima a iniciativa de tal monta.
Faltam, fogem, desapareceram palavras, deste cabôclo paraense, que teve, um dia,
o privilégio de um pequeno período nessa passagem, rápida, fortúita pelo mundo, ao morar,
por escassos três anos na Capital do Sol: Macapá.
Muito obrigado, amiga Alcilene pela informação,
dando conta da comemoração do primeiro quarto de século desse lugar encantador”.
E hoje ele fala por aqui de suas lembranças de Macapá – década 70.

Acho que um dos privilégios de minha vida foi ter residido três anos em Macapá.
Foi um tempo mágico e que me marcou para o resto da vida.
Lá conheci a primeira namorada, experimentei o primeiro beijo. A lembrança mais bacana de quando morava em Macapá
era o companheirismo das pessoas com as famílias de fora. O Amapá ainda era Território Federal e os "estrangeiros" eram muito bem tratados,
especialmente quando iam em missão para melhorar o território.
Era o caso do meu pai, Valmyr Matos Pereira, um dos Diretores da antiga Acar-Amapá.
Papai é economista com pós-graduação e mestrado em extensão rural.
Não dá pra esquecer – Jamais esquecerei o Luar da Fazendinha.
Meus pais nos levavam quase todas as sextas-feiras, para comermos camarão numa das barraquinhas da praia.
Também adorava ir às Tertúlias no Círculo Militar ou festinhas na casa dos amigos.
Não dá pra esquecer as minhas primeiras aulas de piano no Conservatório de Macapá com a professora Altair.
Do meu professor de Basquete e Natação, o lendário professor Noventa,
que circulava para cima e para baixo com sua motinha 125 Cc. Das aulas de inglês na Escola de mamãe. A Unicenter School.
Da Praça da Bandeira.Do Mercado Municipal. Do Ginásio coberto e Olímpico.
Como eu adorava as aulas de tênis na Casa do Governador. Adorava as pescarias nos Igarapés e nos "Furos". Mas o que gosto mesmo é dos Piratas da Batucada! Hehehehe!!!!!
Amigos em Macapá -Meus amigos eram o Junior (não recordo o sobrenome), o Marcelo Bemerguy (nunca mais o ví),
o Bivar e o Robson da Farmácia, o Ronaldo,
o Marquinhos e a Carla.
O Leandro da Casa das Cordas era o meu melhor amigo.
A Ana Leitão, o Japão, o Marcelo, Maurício e Marcos Mescouto.
O Marcos e a Márcia, filhos do Dr. Iaci, meu vizinho de frente...
Nossa! Como é que não mareja!! Quantas saudades.
Paisagem que mareja o seu olhar O Trapiche na Orla. Nem sei se existe!?
Onde adorava pescar com vara e molinete após concluir meu dever de escola do GM.
Um alô para Macapá - Qualquer hora dessas desembarco aí.
Ah! Tomara que alguém me reconheça e faça contato. Estou torcendo.
Macapá - Década de 70.
Escrito por Alcilene às 00h33
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I JIRAU DA LITERATURA
Encontro dos poetas, escritores e suas obras com a comunidade, por meio da exposição, comercialização a preços acessíveis e troca de livros, além de outras atividades correlatas, como hora do conto, empréstimo de livros, ônibus biblioteca, recital de poesias e apresentações de músicas. Tudo isso, que possibilita a divulgação da literatura de forma democrática e igualitária, vai rolar no I Jirau da Literatura, marcado para os dias 1, 2 e 3 maio em Belém.
Poetas e escritores de toda a Amazônia, inclusive do Amapá, já confirmaram participação neste evento que será a maior festa da poesia da região.
O Jirau – que é uma realização do governo do Pará, por meio da Fundação Cultural Tancredo Neves, Secretaria de Estado de Cultura e Secretaria de Estado de Educação, em parceria com a União dos Escritores e Artistas da Amazônia – UEAMA, está sendo organizado pelo poeta, escritor e jornalista Salomão Larêdo.
Em Macapá, os interessados em participar do evento devem entrar em contato com a poeta e jornalista Alcinéa Cavalcante (alcinea.c@gmail.com) para fazerem suas inscrições – que é grátis. Daqui do Amapá já estão confirmados Manuel Bispo Correa, Herbet Emanuel, Osvaldo Simões, Carla Nobre, Ricardo Pontes, José Queiroz Pastana, entre outros.
Escrito por Alcilene às 00h25
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Repiquete em Três anos
Postei aqui em 20.11.2005
Minhas Comunidades
Para que vocês, leitores nesse blog, conheçam um pouquinho mais dessa amiga que vos fala, dou uma mostra das minhas comunidades no orkut:
Machado de Assis
Caetano Veloso
Leu na Veja? Azar o seu!
Viva Nossa Senhora!
Grupo Ideal – Belém
Desculpe, eu sou inteligente
Eu adoro o Roxy Bar
Lô Borges
Eu amo Sapatos!
Eu adoro o Willian Bonner
Administradores de Empresas
Eu falo Égua
Jornalistas Blogueiros
Meio do Mundo
Eu Gostava do 3x4;
Listas de Música
Sociedade dos Poetas Mortos;
Estudei no Colégio Amapaense;
Capi é o Cara
Fãs do Zé Miguel
Quem tiver orkut também me encontra pela aí.
Escrito por Alcilene às 00h21
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Amapá sem História
Projeto do deputado Moisés Souza, sancionado pelo governador Waldez Góes, diz que é Lei que o aniversário do Amapá deve ser comemorado no dia 05 de outubro.
Vocês dois aí, entendam o seguinte:
O aniversário do Amapá é dia 13 de setembro. Nesse dia o Amapá foi criado. Passou a ser uma unidade federativa.
No dia 05 de outubro a constituição de 1988 transformou-o em estado. Então podemos a partir daí contar os anos em que o Amapá virou o estado.
Mas o aniversário, a criação, o nascimento, é dia 13 de setembro de 1943.
O resto é perfume e motivo para mais poluição visual com outdoor.
Escrito por Alcilene às 00h41
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Caô
A ida do ex-presidente do Rurap, José Florêncio, do PDT, a um programa de rádio, fazer denuncias contra o atual presidente Jaezer Dantas, do PT, indicado pela deputada Dalva Figueredo, foi caô de dentro do governo.
Começou a temporada de fogo amigo. E com tantos candidatos a prefeito dentro de um mesmo governo, vai sobrar incêndio pra todo lado.
Mais fogo
O deputado Joel Banha, do PT, voltou a pedir a demissão da diretoria da Cea, toda do PT. Segundo Joel, a empresa não vem sequer honrando a conta mensal com a Eletronorte.
E a Cea ainda não teve sua situação resolvida com o Governo Federal. Está apenas pendurada politicamente.
Escrito por Alcilene às 00h38
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Macapá Marejando o Meu Olhar
Em homenagem ao jornalista Paulo Silva, que aniversaria hoje, o Repiquete faz Macapá Marejando o meu Olhar em dobro, e ouve a dupla mais bem informada do rádio amapaense: Calos Lobato e Paulo Silva.
Paulo Silva é, sem dúvida, um dos maiores e melhores jornalistas do Amapá e um gigante do rádio. E no seu estilo sério e “bate sem assoprar”, ele fala de Macapá aqui.
Feliz Aniversário Negão, Botafogo Chorão!!! Te gosto muito.
Paulo Silva com a apresentadora do Jornal da Globo, Cristiane Pelajo.
Faz falta em Macapá – Oportunidades de empregos. Penso nessa juventude que está saindo das faculdades. Há muito tempo temos promessas de instalação de indústrias, mas os jovens de Macapá continuam a depender do emprego público. As indústrias que chegaram por aqui exportam nosso produto sem valor agregado, gerando emprego lá fora. Até o nosso peixe já está saindo clandestinamente e sem beneficiamento.
Lugar bacana – A Fazendinha, apesar de maltratada. Lembro como era bom tomar banho de praia ali.
O que UÓ– Uó do bobó são os políticos mentirem na cara da gente achando que a gente acredita, e os salvadores da pátria que começam a aparecer para salvar a cidade.
Uma Alegria – Ver Macapá ser cantada pela Beija-flor. Infelizmente o poder público não preparou a cidade nem o estado para o pós Beija-flor. Nosso turismo continua só no potencial.
Sabor de Macapá –O tatacá da Bebé , o tacacá da Tia Nenê, e o suco de taberebá que os filhos da Tia Nenê servem ainda hoje acompanhando os salgados.
Lembrança forte – A frente da cidade na altura do Macapá Hotel. Meu pai era marítimo e trabalhava por ali, então passei minha infância nessa área. A primeira escola que freqüentei era ali na antiga rua da Praia. Era uma escola para filhos de marítimos que acho que era onde é hoje a Casa do Artesão.
Saudade – Das festas da semana da Pátria e do 13 de setembro. Dos jogos estudantis fortes, como eram. Da semana do folclore. Dos nossos eventos tradicionais que foram desvalorizados.
Quem faz acontecer – O cantor e compositor Zé Miguel. Vive da arte dele, da beleza do que ele faz.
Mareja o seu olhar – A orla inteira com aquele vento batendo no peito.
Fotos do Brasil
Escrito por Alcilene às 00h35
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Macapá Marejando o Meu Olhar
Psicológo, sociólogo, advogado e jornalista. O Carlos Lobato polêmico ancora um dos programas de rádio de maior audiência do Amapá.
Mas o homem culto e amigo coloca à frente de tudo a contemplação de todos os tipos de artes, e a valorização da amizade e da família.
E ele fala ao Repiquete o que Mareja o seu Olhar em Macapá
Paisagem - A suntuosidade do Amazonas bem na frente da cidade. Fico imaginando que Deus fez o nosso rio-mar para nos dar a exata dimensão da sua grandeza e bondade.
Foto: Camila Karina
A cara de Macapá - A sorveteria do seu Winter, a orla do restaurante do saudoso Maguila, éeeeeguuuaa, um açaí do grosso lá do Val...
Um lugar bacana - O Curiaú, que reflete a convivência harmônica entre “homem, peixe e água", pena que muitos façam tão pouco pela comunidade. Deleito-me ao ver aquela "baladeira" atada, na frente das casas. A vida bem de mansinho!
O que UÓ em Macapá - O desamor que os políticos, em especial o prefeito JH, demonstram pela nossa cidade. Como diria a Juliele, animando o poema do Joãosinho (escrevo com S por tratar-se de nome artístico):"a dor dessa gente é tanta que passa a doer na santa". Um dia, quem sabe o milagre acontece e teremos uma cidade mais bem cuidada..
Tem sabor de Macapá - Açaí, até agora não descobri como meu filho de 7 anos - Juan - se apaixonou pela "rainha das touceiras". A comidinha que minha mãe faz. Do mais simples ao mais sofisticado, tudo é muito bom. Lene, você precisa provar o charque com arroz, vixe, me deu água na boca.
Lobato e D. terezinha.
Uma saudade estúpida – Do meu irmão WALCY, de coração generoso e de um sentimento puro, que partiu na cauda de um cometa, me deixando com a sensação de um grito parado no ar!
Quem faz as coisas acontecerem - Mário Brandão e Fábio Góes, são dois apaixonados pela nossa grande Macapá - incluo Santana- estão na ordem do dia, e não de hoje. Tiro o chapéu pra dupla.
Faz falta em Macapá - Os desfiles do 13 de setembro. Até o poeta, inconscientemente, cantou "...quando entrar setembro..." . Era tempo de competir, eu pelo GM, de namorar, de vaiar o governador... tempos do 91, do Batintim, do Savino, do inspetor Cristiano, enfim, era só felicidades.
A Macapá que eu quero - Bonita, quero a minha cidade que já foi a "jóia" da Amazônia.
Uma alegria - Poder linkar no Repiquete e ficar sabendo o que rola na cidade, seja no mundo político ou no entretenimento. E agora, curtir o Marejando e ficar sabendo o que se abriga no porão mental das pessoas. É muito legal
Um projeto ou uma atitude ousada que faria de Macapá um lugar melhor pra viver - Transformar o bairro Santa Inês num grande shopping popular, com direito à venda de iguarias, artesanatos...
Um registro - A lição de vida que a Alcinéia deu a todos nós, quando não se permitiu ser ultrajada pelos poderosos de plantão. Vai passar!
Escrito por Alcilene às 00h21
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Repiquete em três anos
Do blog do Noblat
23/10/2005 ¦ 18:57
Posse adiada
Uma verdadeira operação de guerra foi montada na sexta-feira passada para dar posse ao empresário da comunicação Gilvan Borges (PMDB) na vaga do senador João Alberto Capiberibe (PSB), que teve seu mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sentença confirmada na quinta-feira à noite pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que no mesmo dia mandava libertar Paulo Maluf e seu filho Flávio da prisão.
Às 11 horas da sexta-feira, Gilvan Borges, calçando sua tradicional sandália de couro, foi diplomado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Amapá em sessão extraordinária, organizada em menos de 24 horas. De Macapá, no extremo Norte do Brasil, a 2.500 kms da capital, Gilvan Borges veio para Brasília em jatinho que estava à disposição do senador José Sarney – que foi ao Amapá prestigiar a diplomação de seu colega de partido.
Estava tudo certo para Gilvan ser empossado como senador no gabinete do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDBN-AL), às 16 horas, o que só não aconteceu porque os senadores Tião Viana (PT-AC) e Heloisa Helena (PSOL-AL) foram até lá lembrar que o artigo nº 55, parágrafo 3º da Constituição, reproduzido no regimento interno do Senado, garante o direito de ampla defesa ao senador cassado.
Gilvan foi obrigado a guardar o paletó e descalsar as sandálias. Nesta segunda- feira, a Mesa do Senado definirá qual o ritual de ampla defesa do senador Capiberibe e o caso terá seguimento com novos recursos no Poder Judiciário.
Enviada por: Ricardo Noblat
Escrito por Alcilene às 00h10
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Da Coluna de Carlos Lobato, no Jornal do Dia
Bomba atômica O MÉDICO e deputado Manoel Brasil tem dito que a associação de energéticos com álcool tem produzido verdadeira bomba atômica àqueles que ingerem. Foi além, afirmando que grande parte dos infartos envolvendo artistas e músicos pode ser proveniente dessa associação. Promete fazer intensa campanha de conscientização sobre o perigo que ronda os amantes de tal coquetel.
Escrito por Alcilene às 00h08
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Repiquete Social
Bacharel Ramalho
Alan Ramalho colocou grau em Direito pela Unifap fazendo a alegria dos pais José e Jany Ramalho.
Alan, a família Cavalcante Dias te abraça e fica feliz com a conquista do Grau.
Escrito por Alcilene às 00h06
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