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Macapá Marejando o Meu Olhar
Solidária e generosa como a mãe Raquel, assim é Hanne Capiberibe da Silva. Jornalista, atualmente assessorando o deputado Roberto Góes.
Ontem ela rodou o calendário e está de idade nova. E o Repiquete festeja com ela no Marejando.

É a Cara de Macapá – A Fortaleza que eu amo tanto. Quando era criança e adolescente fazia piquenique lá com os colegas do GM. A Fazendinha também, embora esquecida, foi nossa grande diversão por muito tempo. E Acima de tudo isso, o nosso Marabaixo.
Fotos do Brasil
Pense num Lugar Bonito – o Curiaú. Pela paisagem, pela tranqüilidade, e pela visão das garças.
Um programa sempre bom – Discutir política com os amigos. Eu gosto de conversar sobre política e sobre as coisas do Amapá.
Sabor de Macapá – O Camarão no bafo, do Bar Nayara , na Fazendinha.
Lembranças e emoções – Do grupo folclórico do GM, coordenado pela professora Onédia. Cada vez que a gente entrava para se apresentar era muita emoção. Eu sempre chorava. A gente dançava várias danças, de várias regiões, mas principalmente o Marabaixo. A professora Onédia dizia que a força do marabaixo estava na terra, e por isso a gente dançava descalços.
Lembro com muita saudade das apresentações no Centro Folclórico, uma maloca que ficava na Praça Azevedo Costa, no Laguinho, onde hoje é a UMA. Nessa época, a gente aprendeu a amar nossas coisas. Faziam parte do grupo Folclórico do GM a Márcia Corrêa, Rosana, Ronely e Neto Mont’alverne, Roberto do Cartório, Ernani e Lourdes Guedes, minha irmã Hoana, Marcos e Márcia Alcântara, entre outros amigos. Tinha também o pessoal que ficava na parte musical como o Joaquim Franças e o Bolachinha.
Quem faz acontecer – A minha mãe, Raquel Capiberibe da Silva, faz acontecer em todos os sentidos. Com ela não tem tempo ruim e não há distâncias. E meu pai, Orlando, com sua paciência. Eles estão juntos há 53 anos. Foram 11 anos de namoro e já são 42 de casamento.
É UÓ – A falta de cuidados com a cidade, por parte do poder público e falta de zelo dos moradores para com a sua cidade, com a frente de suas casas e quando jogam lixo nas ruas. Também é uó a falta de atenção com os idosos de Macapá.
Faz falta em Macapá – Lugares onde a gente possa conversar e se divertir, que a música não seja em volume tão alto. Faz falta bons espetáculos teatrais. Temos um bom teatro, mas Macapá ainda não entrou no circuito das peças teatrais que viajam pelo Brasil.
Uma atitude por Macapá – Olhar Macapá mais com o coração. Que se estimulasse mais o amor pela cidade. Mais zelo e a manutenção permanente com as coisas boas da cidade. As coisas são construídas e logo depois estão mal cuidadas.
Paisagem que Mareja o Meu Olhar - O nascer do sol em frente à cidade, quando ele vem como uma bola vermelha. Mas também aquelas crianças tão pequeninhas, como pedintes na rua. É uma imagem que sempre me choca.
Escrito por Alcilene às 01h07
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Aí tem...
Aniversário do secretário municipal de Obras, João Trajano, pré-candidato a prefeito de Macapá, foi festão e reuniu outros pré-candidatos: Os deputados Camilo Capiberibe e Moisés Souza, que também querem ser prefeitos, foram lá levar os parabéns.
Tititi
Os deputados Evandro Milhomem e Dalva Figueredo, os dois pré-candidatos à vaga de prefeito, ficaram só num tititi com a primeira e única dama, Marília Góes, durante a visita do ministro Gilberto Gil, ontem na Fortaleza.
Nesse momento pré-eleitoral está todo mundo namorando todo mundo. Que a paz reine durante a eleição inteira.
Negão
Evandro Milhomem era o senhor da festa na visita de Gilberto Gil. O deputado ligado à cultura deu o tom da agenda, e teve merecido destaque na visita por conta das emendas que fez buscando recursos para projetos culturais do Amapá.
Escorregou no tomate ao citar toda a bancada federal, inclusive Geovane Borges, - que assumiu recentemente como suplente a cadeira ocupada pelo irmão Gilvan Borges que está de “licença médica”, mas não citou a deputada Janete Capiberibe, que é presidente da Comissão da Amazônia no Congresso Nacional.
Escrito por Alcilene às 00h54
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A chapa esquentou: PMDB terá candidatura própria e a candidata será Fátima Pelaes
O presidente do PMDB Gilvan Borges, comunicou a deputada Fátima Pelaes que ela será a candidata do partido à Prefeita de Macapá.
O empresário Jaime Nunes, apesar de ser do grupo de dois detentores de mandatos parlamentares, Jurandil Juarez e Dalton Martins, parece que já perdeu a disputa interna.
Aliás, não fica muito claro como o PMDB escolhe seus candidatos. Se Gilvan comunicou à deputada Fátima, significa que a executiva do partido não apita nada na escolha.
Escrito por Alcilene às 00h46
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Nossa História
Uma coisa que sempre me incomodou foi a pouca produção de pesquisas sobre a história do Amapá, trabalhos que busquem e contem a história. Pelo menos publicados e que a gente tenha acesso. O pouco que tem, é em sua maioria, sobre as instituições e os governantes.
Nunca li ou soube que tenha, trabalhos sobre os imigrantes japoneses. Por que vieram, onde ficaram, o que fizeram, por que a maior parte deles foi embora. Na esquina da minha casa (almirante Barroso com Hamilton Silva), onde até hoje mora o japonês Masaó, que era dono da lanchonete Snak Hiroshima junto com sua tia Mineko Hayashida, havia uma casa de madeira, diferente das casas amazônicas. Nessa casa, muito limpa, só moravam famílias de imigrantes japonesas. Lembro da família que tinha a Yasicó, o Kanerraru, Takaiki, não lembro o sobrenome deles. Morou também um casal de japoneses sem filhos, recém-chegados do Japão e que não falavam quase nada de português, só falavam em japonês. E tinham uma banca de verduras no Mercado Central.
Lá também morou a família Sakaya, de Dona Kimeko, enfermeira de mão cheia.
A professora Mineko Hayashida, era grande amiga de minha mãe e freqüentava nossa casa. Uma das lembranças da minha infância, era da professora Mineko contando as histórias da bomba atômica em Hiroshima e Nagasaki. Ela era uma sobrevivente da segunda guerra mundial e narrava os acontecimentos como se tivesses acontecidos na semana anterior.
A mesma falta de registros acontece em relação aos creoulos (créoles) que vieram para o Amapá, da Martinica, das Guyannas, de Guadaloupe.
Em viagens para esses departamentos franceses, a arquitetura local me lembrou algumas casas antigas de Macapá, de famílias, que acho eu, vieram desses lugares. Famílias que tinham sobrenomes franceses, como os Moncherrys, família de moças bonitas que foram misses. A família da professora Henriqueta e do Mário Luciem, que conserva até hoje sua casa com arquitetura original, que fica na rua Odilardo Silva, e outras que não lembro agora.
Penso que o estado e o município deveriam estimular a produção dessas pesquisas, inclusive com bolsas de pesquisa. O curso de história da Unifap é um dos primeiros cursos universitários que foram implantados no Amapá e já formou um grande número de historiadores.
Ontem, pesquisando fotos antigas de Macapá, tentando fazer um acervo, achei algumas fotos na biblioteca digital do IBGE. Há poucos registros, mas achei algumas fotos interessantes.
Vejam


Escrito por Alcilene às 00h43
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Telejornalismo
A TV Record inaugurou novo cenário de seus telejornais nessa segunda-feira. A festa foi ao vivo e essa blogueira aqui foi uma das convidadas a estar no Studio.
O cenário é moderno e o Studio me deixou impressionada: Enorme, bonito e moderno.
A Record Macapá investiu pesadamente no departamento de Jornalismo, seguindo a tendência nacional da rede e já começa a colher os frutos. São 10 equipes de reportagem, cobrindo tudo o que acontece no estado e fazendo um dos melhores telejornais do Amapá.
Comercial
A jornalista Bianca Castro, ex-TV Amapá e que em Belém atuou na TV Liberal e TV Record, assumiu o departamento comercial da emissora no Amapá.
Escrito por Alcilene às 00h27
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Blog do Sassas
O bar Sassas já utiliza um blog para se comunicar com seus clientes.
No blog é postada a programação da semana e fotos do que rolou e de quem apareceu pelo bar.
O endereço é blogdosassas.blogspot.com
Escrito por Alcilene às 00h26
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Que onda
Depois de casar e namorar uma penca de mulheres lindas, Ronaldo fenômeno, foi parar, de cara amassada e tudo, numa delegacia de polícia, depois de um barraco com travestis num motel.
Celular e internet
As maldosas das travecas filmaram o barraco no celular, e claro, já estão famosas no youtube, onde postaram o vídeo.
Escrito por Alcilene às 00h25
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Macapá Marejando o meu Olhar
Zé Miguel, essa pérola de artista, uma das pessoas mais citadas aqui nesse Marejando como gente que faz acontecer, faz turnê pela Amazônia, começando por Belém, no dia 30, quando se apresenta no Teatro Margarida Schiwazapa.
Maravilhoso, falou com a sensibilidade e alma de artista para o Marejando.
Zé é macapaense, do antigo bairro da CEA, hoje Santa Rita.

Tem a cara de Macapá- A caixa de marabaixo. Ela representa a alegria da nossa cultura, as cores, os sons. A caixa de marabaixo trás junto aquelas mulheres negras e lindas, dançando com toalhas nos ombros. Ela representa toda essa alegria.
Lugares - O Museu Sacaca. Outro dia estive lá, sentei ao lado da estátua do Sacaca. Foi como estar perto novamente daquele velho bacana. Eu também adoro ir ao Curiaú naqueles dias sem festa. Ficar conversando com aqueles parentes e tomando café no pátios...
Meu Programa – Eu adoro sentar na mureta do quebra-mar curtindo o vento, vendo a cidade escurecer. Naquela mureta entre o Trapiche e a Fortaleza.
Sabor de Macapá – Tamuatá assado com aquela gordura. O camarão com açaí é inigualável. Mas perdemos algumas tradições alimentares nossas. Eu cresci tomando mingau de mucajá e mingau de tapioca com açaí azedo.
Lembranças – Do Lennon (o bar). Foi berço de muita coisa que acontece na minha vida hoje e na vida de muita gente. Na verdade sinto uma tristeza de passar naquela esquina da Praça da Bandeira, e não ter o Lennon e o Xodó (outro bar). Não preservamos nossos bares tradicionais e bares contam histórias. Também lembro muito dos nomes originais dos bairros de Macapá, que a Igreja daquela época mudou. O Igarapé das Mulheres virou Perpétuo Socorro; o bairro da CEA virou Santa Rita; o Jacareacanga virou Jesus de Nazaré; a Vacaria e o Elesbão viraram Santa Inês.
Quem faz acontecer – Muitas pessoas tem feito coisas bacanas, mas eu destaco o Capi (ex-governador Capiberibe). Pela história e pela capacidade de fazer as coisas acontecerem. Por ter uma visão além do seu tempo. Por sua capacidade de absorver os reveses com paciência. É uma das pessoas mais impressionantes pra mim. É Genial. E o Amapá precisa dessas pessoas que amam intensamente o Amapá.
Uma alegria – O momento de gravação do meu DVD. Eu sempre senti muito o carinho das pessoas daqui por mim. Mas esse dia foi absolutamente maravilhoso. Eu me senti no colo das pessoas.
UÓ em Macapá – A desorganização do trânsito, a qualidade das ruas, poucos semáforos para muitos carros e muitas esquinas. A falta de um trabalho técnico e competente no trânsito. Mas principalmente a falta de respeito com o outro e a falta de respeito à vida.
Faz falta em Macapá – Eu sou muito simples e curto o que tem. Mas sinto falta de um comércio melhor em relação à material de trabalho e novas tecnologias. Mas no momento o que faz falta mesmo é a internet banda larga. A gente fica meio isolado por causa dessa internet horrível daqui.
Um Projeto para melhorar a vida daqui – Um investimento decente em cultura. Não falo só em arte. Falo na cultura geral do povo. Que melhorasse a auto-estima, que fizesse que o povo amasse mais ser o que é. Se preocupasse mais uns com outros. Cultura é transversalizada em tudo. Que nos fizesse uma sociedade melhor pra viver.
Paisagem que Mareja o meu Olhar – O rio Amazonas olhando ali da frente da sede da OAB, no antigo Fórum, por cima das copas das árvores. A majestade parece não ter fim. Me sinto orgulhoso de sermos parte dele.

Foto: Chico Terra.
Escrito por Alcilene às 00h22
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As alianças, segundo o deputado Ruy Smith
Se depender do deputado Ruy Smith, o PSB pode apoiar a deputada Dalva Figueredo ou Randolfe Rodrigues, para a Prefeitura de Macapá.
Ruy Smith entende que o PSB tem que aprender a apoiar candidaturas de outros partidos. E que pode refazer seu arco de alianças pela esquerda, e recompor um grupo político de muitas vitórias, quando esteve junto.
Escrito por Alcilene às 00h16
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Agenda Cultural
Pessoal da Cultura, teatro, música, artes plásticas, literatura, cinema, dança, botecos e restaurantes, podem enviar aqui para o blog suas programações.
É grátis. E não precisa dar ingressos e nem descontos. O e-mail é alcilene.c@uol.com.br
Escrito por Alcilene às 00h15
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Festa, prestígio, ralho e compromisso.
Bonita e prestigiadíssima a festa de posse da nova diretoria de Piratas da Batucada, que ocorreu na noite de quarta-feira, no Malocão do SESI.
A escola da zona sul mostrou mais uma vez por que é a maior agremiação carnavalesca do norte do Brasil. O clima era de harmonia e afeto e a organização impecável.
Sérgio Lemos, ao entregar o cargo ao atual presidente Gilson Rocha, não deixou de registrar os nefastos acontecimentos do último carnaval, quando um regulamento meia-boca prejudicou o carnaval amapaense.
O governador Waldez Góes, que é do bairro do Trem, circulou com desenvoltura no meio da família piratista, e se comprometeu a ajudar Piratas da Batucada a construir sua sede.
O deputado Roberto Góes, que esteve junto com outros deputados estaduais na festa de Piratas, e que não torce pela a escola do Trem disse no meu ouvido: “ Temos que reconhecer. Vocês( Piratas da Batucada) são bons pra caramba”.
Depois de tomar posse, presidente Gilson Rocha anunciou o enredo da escola para o carnaval 2009.
“Da Fortaleza de Macapá ao Cristo Redentor: Piratão e Beija-flor Uma Maravilhosa História de Amor”.
Veja os flashes


Cobertura Fotográfica – Alcilene, Ricardo Dias e Waldez Góes.
É. Ele mesmo. O governador WG pegou minha máquina e fez registros da festa. E eu disse que daria o crédito.
Escrito por Alcilene às 00h14
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Macapá Marejando o meu Olhar
Sérgio Roberto de La Rocque. Moleque do bairro alto, filho da saudosa D. Bebé, do Tacacá que era um point na cidade.
La Rocque é Engenheiro, atuava em São Paulo, na empresa Votorantim, quando foi chamado para dirigir a Caesa ( Companhia de Água e Esgoto do Amapá), com a missão de fazer com que a água voltasse a sair das torneiras e chuveiros da população, isso nos idos de 1995. A missão foi cumprida.
Competente e decente, La Rocque foi chamado pelo governo do Pará e hoje é o Diretor de Logística e Pessoas da Cosampa (Companhia de Saneamento do Pará).
Esse é um amapaense que faz acontecer. E mareja hoje aqui no Repiquete.

Não dá pra esquecer – Ah..."Petit fleur" o prefixo de abertura do serviço de alto-falante das Casas Ribamar no Centro Comercial - outro dia me deu uma incrível sensação ouvi-la na interpretação de Henry Salvador, demais! Do Cine João XXIII nas tardes de domingo, com direito depois aquela esticada ao Macapá Hotel e ao Trapiche Eliezer Levy. Os banhos na maré alta do rio Amazonas, em especial na "cabeça do trapiche" como a gente chamava e por entre as pedras da praia em frente a Círculo Militar - era pura adrenalina pular de cabeça do platô de pedra que avançava sobre o rio. As caminhadas no leito seco do rio até o Pacoval. Brincar de "camone"(com as meninas chamávamos de "juju" - essa é otima!..) e das peladas à tarde no campo do formigueiro na Praça Veiga Cabral onde hoje está localizado o Teatro das Bacabeiras (Huhh...penso que deveriam ter escolhido outro local!)...
Um programa imperdível em Macapá - Comer o camarão pitú no caldo, no Bar do Pantoja, lá na orla do Perpétuo Socorro.
A cara de Macapá – Conforme você já publicou no Repiquete, ainda que sob suspeita...rs..rs.. a "banca de tacacá da D. Bebé" ao lado da igreja de São José, em frente a Veiga Cabral.
Um Lugar Bacana - O Complexo do Araxá.

Um sabor - Do tacacá da Bebé...eta saudade!...tem também o do açaí...o sorvete então, inigualável, na minha opinião o melhor do mundo.
Uma saudade estúpida - Dos banhos, brincadeiras e pescarias nos lagos do Pacoval - dessa época, quem não lembra do "seu Severino"? Era tão bom que eu e meu amigo Abal (Aristides Cabral) íamos até na "pátria amada" e também pelo leito do rio Amazonas. É uma pena que hoje o local esteja degradado.
Uma alegria - Entre muitas, como presidente da Caesa no governo Capiberibe ter contribuído efetivamente para a melhoria da qualidade de vida da nossa gente. Além da alegria, um privilégio. Botamos água nas torneiras e ampliamos consideravelmente a cobertura do esgotamento sanitário...E o nascimento do Juninho, também foi máximo!

Paisagem que mareja o seu olhar - A orla do rio Amazonas, em especial nas águas de março a julho.
É UÓ em Macapá - A falta de passeios públicos regularizados e adequados. Experimente caminhar pela cidade!
Quem faz acontecer – Tem muita gente boa aí fazendo acontecer, entre essas posso citar toda a turma do Projeto Navegar (Ave Beto Lacerda!). O genial Ruben Bemerguy, meu grande amigo e uma das grandes reservas humanas da cidade.
Barco do projeto Navegar.
Escrito por Alcilene às 01h13
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Bairro do Trem em Festa
Hoje, quarta-feira, a partir das 19 horas, tem a festa de posse da diretoria da Escola de Samba Piratas da Batucada, no Malocão do Sesi.
A nova diretoria tem como Presidente o médico Gilson Ubirantan Rocha e como vice-presidente, o advogado Pedro Franklin,
O atual presidente, Sérgio Lemos, o Teco, assume a presidência de Assembléia Geral, no lugar de Alcione Cavalcante.
Presidente Sérgio Lemos, demonstrando seu amor à Piratas da Batucada, na praia de Ipanema.
Escrito por Alcilene às 01h08
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Não pegou
A tropa de choque do governo bem que tentou espalhar que o deputado Camilo Capiberibe era contra o Banco de Leite. A tropa estava com raivinha por que Camilo entrou na justiça para tirar do ar a propaganda com a primeira e única dama, Marília Góes. E que a justiça tirou.
Não pegou. Em 2007 o deputado Camilo aprovou na Assembléia Legislativa votos de congratulações ao banco de Leite, conforme placa afixada no prédio.
E a esposa de Camilo, Cláudia Capiberibe, é doadora do Banco de Leite Humano.

Escrito por Alcilene às 01h06
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Agenda 
Professora Risalva Amaral lança livro
Isso mesmo. A queridíssima, doce, meiga e inteligente professora Risalva Freitas do Amaral, educadora de toda uma geração, e que fazia um montão de coisas acontecerem (como as maravilhosas programações culturais no Colégio Amapaense), do alto de 88 anos de sabedoria encanta mais uma vez com as palavras.
O livro "Retalhos de uma Vida" da professora Risalva, será lançado no dia 24, às 16:00h, na biblioteca da Escola de Administração Pública- EAP, (Rua Amazonas, 20 - prédio do antigo Ceforh, na beira-rio).
Literatura na Câmara
O livro "Encantos e Encontros" (poemas e cantos), das escritoras Iramel Lima e Leacide Moura estão sendo autografados e vendidos no espaço Cultural da Câmara de Vereadores de Macapá, nas manhãs desta semana.
Atender bem ficou super-fácil
Dia 24, quarta-feira, 17 horas, no auditório do Museu Sacaca, acontece o lançamento do Livro "Atender bem ficou Super Fácil", de Sérgio Almeida.
Agradeço o convite que me foi enviado pela presidente do Super-Fácil, Luzia Grunho.
Escrito por Alcilene às 01h03
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Entrevista 
Alcinéa Cavalcante quase matou a gente de saudades, transcrevendo em seu blog uma irreverente entrevista que nosso pai Alcy Araújo deu aos radialistas Pedro Silveira e Edivar Motta, na Rádio Equatorial, em 1981.
Veja trechos
Pedro - Não se preocupe que eu e o Edivar bolamos algumas perguntas inteligentes. Afinal de contas a gente integra o que você já chamou de “trio de ouro” da radiofonia amapaense. Lá vai a primeira pergunta: Você parece ter idade indefinível e possui traços fisionômicos caboclos, amazônicos. Por quê? Alcy – Tenho a idade que aparento. Nem um ano a mais, nem um ano a menos. Vim do espaço sideral e aterrissei em Peixe-Boi, na extinta Estrada de Ferro de Bragança, Pará, Brasil, município de Igarapé-Açu.
Pedro – Quer dizer que sua terra natal é Peixe-Boi? Alcy – Exato. Por isso não sou carne nem peixe. Mas sou estradeiro como o doutor Alberto Lima, o doutor Pedrosa e meu compadre José Epifânio de Souza.
Edivar – Como funcionário público você venceu aqui no Amapá? Alcy – Funcionário não vence. Tem vencimentos. Eu hoje em dia nem isto tenho. Tenho proventos de aposentado.
Edivar – Mas você ocupou cargos de relevo em algumas administrações. Eu lembro que você ocupou os cargos de diretor da Imprensa, oficial de gabinete, chefe do gabinete do governador, secretário geral. Isto compensou sua vinda para o Amapá? Alcy – Compensou. Valeu pelo que foi possível realizar numa terra em estágio pioneiro de desenvolvimento. Eu sou testemunha e participante de um período da história do Amapá.
Pedro – Dizem que você é um técnico em idéias gerais. O que você realizou nessa estranha profissão? Alcy – Muitos trabalhos. Alguns bem gratificantes moralmente. Tutu mesmo não deu. Atuei na elaboração do primeiro plano qüinqüenal da SPVEA(Hoje Sudam) e no plano de emergência para o mesmo organismo. Esses trabalhos carrearam grandes recursos para a região.
Pedro – Por falar nisto, como jornalista quais são os destaques de sua vida profissional? Alcy – Não há destaques. Como jornalista a gente escreve para o dia e pronto. É o fato passando. É a ocorrência diária.
Pedro – Mas você foi contemplado com “menção honrosa” em concursos de reportagem e tem seu nome incluído em antologias e enciclopédias até no estrangeiro. Não considera isto como destaque? Alcy – Quando eu escrevi a reportagem “Amapá – verde Território da esperança” eu não visava prêmio, mas mostrar o Amapá para o leitor dominical. Aí deu “menção honrosa” e isso foi bom. Quanto as antologias e enciclopédias estão por aí. Modernos Poetas do Amapá, Brasil e Brasileiros de Hoje, Grande Enciclopédia da Amazônia, Grande Enciclopédia Portuguesa-Brasileira e outras.
Edivar – De que é que você gosta? Alcy – Gosto de flores, de juventude, de gente bonita passando, de mar, de noite, de anjos, de crianças sorrindo, de pato, pato vivo, pato assado, pato no tucupi e de outras coisas que Deus deve gostar também.
Edivar – E do que você não gosta? Alcy – De gente burra, música tocando alto, gritos de dor, guerras, violência, bebida ordinária. E peço perdão por não gostar de alguma coisa que deve ser amada.
Leia mais no blog da Alcinea Cavalcante
Escrito por Alcilene às 01h02
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Festão 
Deputado Evandro Milhomem aniversariou na segunda-feira e ganhou festão de familiares e amigos.
O Repiquete, mesmo atrasado, faz um registro afetuoso do níver do amigo Evandro.
Escrito por Alcilene às 01h00
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Macapá Marejando o meu Olhar
Soraya Carvalho é jornalista da TV Amapá e Bacharel em Direito. É daquelas que curte a vida. Viaja todas as férias, curte as baladas e shows da cidade, adora gastronomia, e ama a família e os amigos.
E hoje essa linda e loura, fala de Macapá aqui no Repiquete.
Olha a Soraya na Beija-flor, aí, gente...
A Cara de Macapá – A Praça Zagury. É o lugar de antes e depois das baladas. É o lugar pra tomar água de coco de manhã e no final da tarde. Ela é cara de Macapá para várias gerações, desde que foi inaugurada. Os adolescentes de hoje estão perdendo esse momento da Zagury, pela falta de zelo e pelas obras eternas, que com certeza vão querer inaugurar próximo às eleições.
O fotográfo Chico terra, jovem com amigas na Praça Zagury, em foto do grande fotográfo Humberto Cruz. ( arquivo:Chico terra)
Zagury, antes das obras que não acabam. (fotos do Brasil)
Lembrança Gostosa – Minha infância na Vila Amazonas em Santana. Foi uma delícia. Lá era tudo pertinho de casa: a escola, o cinema. E podia-se andar livremente de bicicleta, e brincar na casa dos vizinhos.
Quem faz acontecer – O meu pai Wilson carvalho, mestre da Unifap. Ele é psicólogo, filósofo e bacharel em Direito e tem mestrado em Filosofia do Direito, é cronista e poeta. Um eterno estudante. Tem vários livros escritos, prontos para publicação. Para ele em primeiro lugar está a profissão: Adora dar aulas. E em casa ainda é o super-herói que resolve tudo: conserta da lâmpada aos saltos dos meus sapatos. Quando chego da baldada ele entra no quarto com copo de bananada pra mim.
Faz falta – Opções culturais e de passeios. É a cidade do já teve. Tira-se pouco proveito dessa imensa beleza natural. A gente quer levar um amigo pra passear no Rio Amazonas, não tem uma empresa que faça esse serviço, não tem um barquinho lá na beira pra fazer. Faz falta uma estrutura turística pra gente e para os visitantes, pra curtir toda essa beleza que temos. Acaba-se ganhando dinheiro aqui, e gastando em outro local, pela falta de opção em programas e estruturas de turismo.
O melhor sabor – O camarão no bafo com chicória, tanto o comum como o Pitú. Se for com açaí, então, e com aquela farinha da feira do produtor... Bom demais.
Paisagem que Mareja o meu Olhar – A lua refletida nas águas do grande rio, lá na orla.
Uó em Macapá– A saúde pública. Falta tudo, principalmente o atendimento humanizado.
O que espera dos políticos para com a cidade – Vontade política para executar os projetos que a cidade precisa. A cidade é bem traçada, bonita, mas mal cuidada. Eu como repórter, acompanho muitos lançamentos de projetos. Mas a execução, a saída a do papel, a gente pouco ver. Projeto tem, dinheiro pode ter. Mas falta o compromisso de realizar. Muita gente está na política pra se dar bem.
Pense num Lugar Bacana – Vários. O rio Araguary e os balneários ao longo do rio. Eu sou da noite e adoro os barzinhos que ficam na orla, antes de sair pra dançar. E adoro bater papo com os amigos e com a família lá no Parque do Forte.
Parque do Forte
Escrito por Alcilene às 00h37
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Jorge Souza, Por qué no te callas?
Li na Coluna do bem informado Luis Melo, que o deputado Jorge Souza haveria dito que o ex-governador Capiberibe é o culpado pelo ostracismo político do ex-deputado Randolfe Rodrigues.
Em primeiro lugar, Randolfe não vive ostracismo político, mesmo estando sem mandato, por ser um dos melhores quadros políticos já criados no Amapá. Preparado, decente e digno.
O deputado perdeu o mandato, por causa da decisão de sua tendência, a APS, de sair do PT e “começar de novo”. Em minha opinião, equivocada, o que fez com que vários parlamentares de esquerda ficassem sem mandato Brasil afora.
E Jorge Souza se beneficiou bastante do governo de Capi. Assumiu a vaga na AL, com a licença de Janete capiberibe, que era deputada Estadual, indicou o irmão para a presidência da Fundação de Cultura e see elegeu deputado pelo PSB e logo depois saiu do partido.
Acho é que o vigiense quer somente criar intriga. Ele quer que o seu PPS coligue com o PSOL, não por ideologicamente defender uma aliança pela esquerda, mas pensando na eleição de seu irmão Nelson, candidato a vereador.
Escrito por Alcilene às 00h25
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Harmonia
O 2º na preferência do eleitorado em pesquisas de opinião, depois de Capi, Jorge Amanajás tem visto insistência para que saia candidato à PMM, por parte da turma do 'deixa disso' do governo estadual. Tudo para não protagonizar briga de faca e foice com o vice Pedro Paulo, nas eleições de 2010. Na opinião dos insistentes, no confronto entre o mar e o rochedo sobrará para a sardinha, no caso WG, que, tendo de optar por um, será abandonado pelo outro. Jorge diz que não abre nem pro trem. É ver pra crer.
Escrito por Alcilene às 00h25
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Tem um botafoguense feliz da vida aqui em casa hoje!!!

Escrito por Alcilene às 00h24
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Do site do Corrêa Neto
E os assassinos de Ana Fabíola? A Polícia de Brasília concluiu o inquérito sobre a morte da estudante amapaense Patrícia Melo, acusando o empresário Carlos Montenegro como responsável. A Polícia diz que Patrícia foi empurrada pela janela do apartamento do décimo quarto andar do Hotel Gran Bittar, em uma madrugada de janeiro de 2005. Carlos Montenegro era ex-patrão de Patrícia e a tinha convidado para secretariá-lo em uma roda de negócios. O teor do relatório enviado para o Ministério Público de Brasília ainda não foi divulgado. O Jornal Diário do Amapá, que publicou a conclusão do inquérito, voltou a tratar do assunto hoje, com detalhes do fato e uma entrevista com dona Zilda Melo, mãe de Patrícia. Num desses detalhes a citação de um homem de nome Gregório, que na época da morte da estudante procurou a família “oferecendo dinheiro para que tudo fosse deixado como estava”. Esse homem, que na época do fato foi apontado como tendo sido filmado pelas câmeras de segurança do hall do hotel pode ser Gregório Jácome da Silva, o filho do todo poderoso Gutembergue Jácome da Silva, que na época dava ordens no Amapá. Gregório era ligado à representação do Governo do Estado em Brasília, e sumiu logo após o que a Polícia concluiu ter sido um crime. Não se sabe se Gregório teve envolvimento com os acontecimentos que terminaram com a morte da jovem. Agora que a Polícia de Brasilia cumpriu sua missão e apurou a morte de Patrícia Melo, a Polícia do Amapá continua devendo à sociedade a apresentação dos assassinos da menina Ana Fabíola, uma estudante de doze anos, brutalizada e assassinada com a possibilidade de ter sido em um ritual satânico, cujo corpo foi encontrado nas proximidades do estádio Zerão.
Escrito por Alcilene às 00h18
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Capi no Paraguai 
Depois de 60 anos de domínio do partido Colorado, a oposição ganhou as eleições no Paraguai.
O ex-governador Capiberibe estava lá, convidado como observador internacional.
Escrito por Alcilene às 00h18
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Petezada
Reunião em Brasília nessa quinta-feira com o presidente nacional do PT Ricardo Berzoini.
Estavam presentes, a deputada Dalva Figueredo, o prefeito de Santana, Nogueira, a prefeita de Serra do Navio, Francimar, e João Henrique, o prefeito de Macapá (que não parece, mas também é do PT, certo?).
Não vazou, por enquanto, quais os encaminhamentos tirados na reunião.
Mas Dalva quer o apoio do PTR (O prefeito João não é do PTR, mas é quem manda lá, certo?), para o PT, tanto nas eleições de Macapá, quanto nas de Santana.
Carrega junto com esse apoio duas bagagens pesadas: A máquina da PMM, mas também os buracos, a sujeira e todo o desgaste da administração de João.
Escrito por Alcilene às 00h32
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Deu no blog Notícias Daqui
João Capi, João Henrique e João Trajano
Aconteceu hoje em Brasília o encontro entre os três Joões. O Prefeito de Macapá, João Henrique Pimentel(PT) veio em busca de aproximação, está em busca de alianças para seu pré-candidato a prefeitura, João Trajano(PR). João Capiberibe(PSB) segue a risca a orientação de seu partido o PSB e conversa com lideranças de todos os partidos com excecão do PDT e do PMDB. Foi nesse espírito que ele recebeu o Partido Republicano e o Partido dos Trabalhadores do prefeito João Henrique. A conversa foi amistosa, resguardadas as diferenças.
João Henrique X Waldez Góes
O prefeito João Henrique reclamou muito da atuação do governador, disse que Waldez Góes(PDT) firmou convênios em 2006, na época da campanha eleitoral, reeditou os mesmos convênios em 2007 e não repassou os recursos para o asfaltamento da cidade. João Henrique reclamou também que os centros de saúde estão abastecidos de remédios, mas estes desaparecem rapidamente porque nos hospitais estaduais e no Pronto Socorro faltam remédios e a populacao corre para os centros da prefeitura atrás de medicamentos. Ele disse que não pretende de maneira nenhuma apoiar o candidato do PDT e afirma ainda que a única obra do PAC que está sendo executada no Amapá é de responsabilidade da Prefeitura. As obras do Estado, incluindo as da Caesa até agora nao teriam sido licitadas e não têm nem prazo para começar.
Escrito por Alcilene às 00h31
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Macapá já tem Restaurante de comida árabe.
A indicação vem do Super-Melhor-Amigo(SMA) Charles Chelala, filho de libanês, e bom na gastronomia árabe.
Como eu adoro comida árabe, divulgo aqui, e já me programei para ir conhecer.
Veja aí.
Abriu na semana passada o restaurante libanês “Byblos” na Rua Manoel Eudóxio, 1142, entre a FAB e a Duque de Caxias (em frente ao anexo do Fórum)
Os pratos são muito bem feitos, cozinha árabe legítima. O cardápio é bem variado, com algumas estrelas como: babagamuche (patê de berinjela com tahine), Homus (patê de grão de bico com tahine), charutos de folha de uva, kibes diversos (o assado na brasa é divino), esfihas, fatouche, tabule (saladas árabes) e até narguilé, que é o aparelho milenar usado pelos apreciadores das baforadas. Tudo acompanhado de música libanesa.
Vale a pena conferir
Beijos, Charles

Escrito por Alcilene às 00h30
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Eu adoro as Crônicas do Juíz Heraldo Costa. E essa é muito legal.
MEU PAI E OS PATOS Heraldo Costa
Essa história aconteceu na Macapá dos anos 70, numa daquelas manhãs chuvosas, no bairro do Buritizal. Aquela Macapá que tinha suas figuras carismáticas que perambulavam pelas ruas: os doentes mentais Cacá e Rubilota, dos quais mamãe dizia que tinham fugido do hospício e que se os visse na rua era para correr deles; ou o "ripe único", um compridão que na nossa mente infantil já tinha rodado todo o mundo e veio parar em Macapá, que não tomava banho e fazia uns "enfeites" pro pescoço e orelha, que pouca gente comprava. A Macapá dos arraiás de São José que eu e meu irmão Ronaldo íamos visitar, sem que nossos pais soubessem, pois estavam tranquilos nos cultos na Assembléia de Deus da Rua Tiradentes. Essas "festas profanas" que eram realizadas no terreno onde depois o Comandante Barcellos, meio contra vontade de muitos, construiu uma "grande casa" pra artistas (Teatro das Bacabeiras). A nossa Macapá das tertúlias (não sei o que significa) que era uma festa que era realizada de tarde. De tarde? A velha Macapá, que ia da fazenda do "Seu Muca" (fim do Buritizal, hoje bairro do Muca) até o Canal do "jandiá". E do Amazonas até o 3º BIS (Quartel do Exército). Por falar nisso, estava outro dia lembrando que o quartel do exército era longe "pacas". Aquela Macapá, toda prosa, que tinha poucos "guardas" mas que adormecia tranquila, com muita segurança. Em casa as vezes a janela, que tinha por fechadura um trinco de madeira, acabava abrindo com o chacoalhar do vento. Mas de manhã, tudo estava lá. Esse "tudo" se limitava a algumas panelas, redes, "muchos", lamparinas e um pote de barro, de onde a gente tirava água pra beber. Pois bem, foi nessa Macapá que um dia fomos acordados por meu pai, com a notícia de que sua "Olé 70" tinha sido "roubada". Deixa explicar pros mais novos que uma "Olé 70" era uma bicicleta comemorativa que a Monark fez na copa de 70. Desesperado diante da perda de um bem de grande valor e utilidade na qual ele ia trabalhar, estudar no Castelo Branco e ainda ia pra igreja, meu pai era a expressão da apreensão. Uma das primeiras imagens que tenho em minha mente é justamente meu pai "pilotando" esse monstrengo, que tinha uma roda no meio do "varão", com uma caixa de ferramentas de carpintaria na garupa. - Onde vamos parar" dizia ele, - "não respeitam mais o patrimônio alheio". O larápio tinha tido a audácia de entrar num quintal sem cercado e sem portão e pegar o bem, sem nenhum cadeado. Lamentos e sustos à parte, meu pai foi naquele dia a pé pro serviço. Estava ele numa "empleita" de construir uma pequena capela, no cemitério do bairro Santa Rita, na companhia de seu amigo Pedro. Lá pelas tantas, perto da hora do almoço, quando já colocava o telhado, meu pai viu o gatuno passar folgadamente "charlando" em sua "Olé 70". Pediu rápido a bicicleta do Pedro e saiu em disparada pela Santos Dumont até alcançar o meliante. Emparelhando, deu um pisão na bicleta, que veio ao chão. O Ladrão, não vendo outra alternativa, saiu em desabalada carreira. Ao recuperar a bicicleta, meu pai notou que na garupa estava um paneiro cheio de patos bem gordinhos, talvez fruto de outra empreitada criminosa do ladrão de bicicleta. Recordo que quando meu pai chegou em casa, não se continha de tanta felicidade por ter recuperado a "magrela" e contava para nós e também para os vizinhos, pois nesse tempo nenhuma cerca dividia os quintais, sua grande façanha. Ao ver o paneiro de patos, minha mãe ficou muito alegre, pois naquele dia colocara apenas o velho feijão com arroz no fogo e um "patarrão" daquele ia complementar a "bóia". Ao se preparar para pegar os "quá quá", meu pai obstou sua ação dizendo que ela nada poderia fazer com os patos. Aturdida, minha mãe queria saber o motivo de poupar do almoço aquelas aves "cagonas" e meu pai explicou a ela que os patos já estavam na garupa quando recuperou a biclicleta. - "Vou devolver na delegacia", dizia ele, para assombro de dona "Loló". Minha mãe argumentava que, como ninguém sabia de quem eram os patos, podiam ficar pelo menos com um deles para um gostoso ensopado e que se entregasse na delegacia, outro destino não seria dado. Meu pai, fechando a discussão disse: - "Não quero saber se a polícia vai ou não entregar pro dono, o certo é que os patos não são meus e não posso ficar com eles". Quando essa história aconteceu eu tinha uns seis anos e estava começando a "desemburrar" na Escola Roraima, mas hoje, com 39 anos, casado, pai e magistrado, quando me vejo diante de uma questão moral e ética, me vem sempre à mente a história de meu pai e os patos.
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O Autor e Juiz de Direito Substituto da Justiça do Amapá. Seu pai é conhecido no Buritizal como "Seu Costa", que depois de ser carpinteiro, se tornou comerciante de madeira e construiu um bom patrimônio sem precisar ter comido o pato alheio.
Escrito por Alcilene às 00h27
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Diário de Jornalista
A jornalista Simone Guimarães, da TV Amapá, está na blogosfera com o diariodejornalistaap.blogspot.com.
O blog é experimental e vai servir para um estudo de caso para o TCC de Simone.
Escrito por Alcilene às 00h25
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MP e IMAZON assinam termo de cooperação para gerar mapas gráficos e informações em tempo real de áreas protegidas
Na manhã desta quinta-feira (17), no Hangar - Centro de Convenções da Amazônia-, em Belém do Pará, onde está acontecendo o III Congresso Brasileiro do Ministério Público do Meio Ambiente, foi assinado o Termo de Cooperação entre o Ministério Público Estadual e o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia-IMAZON-, que permite gerar mapas gráficos e relatórios diretamente dos Gabinetes dos Promotores de Justiça Ambientais, identificando desmatamentos, pressões sobre as florestas e áreas protegidas.
"O Amapá terá condições de monitorar os desmatamentos por meio de dados e informações geradas em tempo real, a chamada 'Transferência Florestal'", explicou a Promotora de Justiça do Meio Ambiente e Conflitos Agrários, Ivana Cei. "A idéia é o fortalecimento institucional do MPE", completou.
O VIII Congresso Brasileiro do Ministério Público do Meio Ambiente acontece no período de 16 a 18 de abril, em Belém do Pára, com o tema "Atividades Econômicas e Mudanças Climáticas - O Papel do Ministério Público em Busca do Desenvolvimento Sustentável", com o objetivo de analisar o papel do Direito Ambiental sobre os impactos do crescimento econômico, debater sobre o papel do Ministério Público na busca pelo desenvolvimento sustentável, entre outros temas ligados ao meio ambiente.
Representando o Ministério Público Estadual, participam do Congresso: o Procurador-Geral de Justiça, Márcio Augusto Alves, signatário do Termo; Promotores de Justiça Roberto Álvares; Eliana Mena; Ivana Cei; Silvia Canela; Adilson Garcia e Miguel Angel; e o Engenheiro Florestal da Promotoria do Meio Ambiente,José Torres.
Escrito por Alcilene às 00h24
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Câmara dos Deputados aumenta a verba de gabinete dos parlamentares.
O dinheirinho é para contratar funcionários sem concurso público.
Peguei a foto na internet, tempos atrás, e não guardei o crédito.
Escrito por Alcilene às 00h56
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Agende aí. Dia de HH e Randolfe Rodrigues
Nesta quinta-feira, 17 de abril, a presidente nacional do P-SOL, Heloísa Helena, estará em Macapá para o lançamento da pré-candidatura de Randolfe Rodrigues à prefeitura da capital.
Às 9 horas, Heloísa fala em coletiva para a imprensa do Amapá, e logo após um ato político vai reunir militantes, simpatizantes, estudantes secundaristas e universitários, apoiadores, lideranças populares e representantes de movimentos e partidos de esquerda.
Toda a programação será no Centro de Formação Genildo Batista, na Avenida Presidente Vargas, entre Leopoldo Machado e Hamilton Silva, Centro.
Escrito por Alcilene às 00h51
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Macapá Marejando o meu Olhar
Um macuxi marejando aqui.
Eliakin Rufino é filósofo, poeta, compositor, cantor, professor e agitador e produtor cultural. Ele é do outro lado do Arco Norte, de Roraima, visita Macapá a mais de 10 anos, e segundo ele mesmo, cumprindo pautas artísticas, reencontrando amigos e celebrando a vida.

Um Lugar Bacana - O Curiaú e sua gente negra, a força africana na Amazônia.
Tem a cara de Macapá - A Fortaleza, com certeza.
Um programa bom de fazer aqui - Cozinhar na casa de amigos, principalmente a Damurida, prato da culinária indígena de Roraima.
Bom de saborear em Macapá - O açaí do Val.
Não dá pra esquecer - A festa de aniversário de 50 anos de Joãozinho Gomes e Val Milhomem.
Quem faz acontecer em Macapá - A poeta Carla Nobre.
Amigos destas bandas - Enrico Di Miceli e Klíssia, Joãozinho Gomes, Zé Miguel, Osmar Júnior, Amadeu Cavalcante, Val Milhomem, Herbert Emanuel, Alcinéia Cavalcante, Aritanan, Patrícia Bastos e Alejandro, o pessoal do grupo Abeporá.
Paisagem que mareja o seu olhar - O vento forte jogando o rio na rua, durante as primeiras horas da noite.
Um alô para o pessoal de Macapá - A linha do Equador passa por cima de mim e me faz ficar assim muito mais quente, O sol está mais perto, a luz é mais presente, a linha do Equador passa por dentro da gente.

Escrito por Alcilene às 00h50
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Da coluna From, de Luis Mélo.
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Cruz, credo |
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Em conversa, ontem, com o editor do DA, Douglas Lima, Roseli Matos não poupou farpas sobre o prefeito Nogueira (STN), de quem foi aliada. Inclusive rotulando-o de descarado, mentiroso e sem-vergonha.
O troco
O Conselho Político formado por lideranças de partidos que compõem a administração municipal de Santana reuniu seus integrantes para discutir a decisão do DEM de anunciar na imprensa a indicação de candidato próprio à prefeitura de Santana. Formado por representantes do PT, PC do B, PTN, DEM e setoriais organizados como juventude e mulheres, o Conselho, instituído civilmente, decidiu encaminhar ao prefeito as deliberações para homologação ou não do prefeito Antonio Nogueira.
Após discussão e avaliação, o Conselho, em consenso, deliberou que o governo deve romper com o DEM por este lançar candidatura de oposição ao governo. Mesmo fazendo parte da gestão de Nogueira, administrando as secretarias de Agricultura e Pesca e a secretaria de Cultura, o partido lançou o nome de Roseli Matos sem que o Conselho fosse informado da decisão. “Cada partido pode tomar suas decisões individuais, porém o Conselho não pode aceitar que um partido da base aliada tome uma decisão importante como esta, não nos comunique e ainda faça acusações contra este governo no qual mantém espaço, se não concorda com este governo é mais digno entregar os cargos”, fala Dorival Costa, membro do Conselho. |
Escrito por Alcilene às 00h42
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Legislando
Deputado Ruy Smith (PSB) viu em Palácio, o governador Waldez Góes sancionar projeto de lei de autoria de Ruy que obriga a administração pública só pagar faturas de empresas que apresentem comprovante de recolhimento de INSS e FGTS dos empregados.
Gol a favor dos milhares de trabalhadores "fichados" nas prestadoras de serviço do GEA e outros poderes estaduais.
Quem não lembra o episódio "Servinorte", apelidada pelo deputado de ServiMORTE, prestadora de serviço do GEA que fechou as portas em 2003, deixando de recolher mais de R$ 6 milhões dos trabalhadores de vigilância e limpeza e conservação.
Como gato escaldado tem medo de água fria, presidente Siqueira, do Sindicato dos Vigilantes do Amapá, fez o pleito ao Ruy, que correu atrás do prejuízo e conseguiu emplacar a dita lei.
Escrito por Alcilene às 00h41
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