Repiquete no Meio do Mundo


Bule cheio                                                                                            

 

Deputada Dalva Figueredo(PT), pré-candidata à prefeita de Macapá, e o ex-governador Capiberibe, presidente do PSB, dividem bule de café grande e cheio, acompanhado de conversas sobre eleição municipal e propostas para Macapá.



Escrito por Alcilene às 18h05
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Macapá Marejando o meu Olhar

Mestra em Comunicação e Cultura, a jornalista e professora amapaense Márcia Andrea, mora no Rio de Janeiro há oito anos.

No Amapá, Márcia passou pela telinha da TV Amapá e da TV marco Zero e pela Comunicação Social do Governo do Estado.

No Rio é professora da Universidade Estácio de Sá e coordena os trabalhos de Educação para a Qualidade no Inmetro do Rio de Janeiro.

E Márcia mareja de saudade hoje aqui pelo Repiquete.

 

Tem a cara de Macapá - As festas populares no Laguinho e o percussionista Nena, sentando sobre aquele tambor de marabaixo, a batucar. Essas são imagens que me transportam ao Meio do Mundo.

 Grande Nena em foto de Chico Terra.

Um lugar bacana - A cabeceira do trapiche Eliezer Levy... é um lugar mágico e cheio de energia. É lá que costumo recarregar as minhas, sempre que volto para casa.

Um sabor - Ah, o do tucupi, humm que saudade!

Não dá pra esquecer - Meus amigos jornalistas, poetas, músicos, cantores, atores e escritores, agitadores culturais do Amapá.

Uma saudade estúpida - Os ensaios da banda marcial do CCA para o concurso anual de bandas me matam de saudade. Foram mais de cinco anos nessa brincadeira. Nunca mais vi ninguém... naquela época, a vida era tão mais simples. Nosso maior problema era ganhar do CA rrrss

Um programa - Almoçar no Curiaú e ficar até o final do dia, para ver o sol se pôr.

Quem faz acontecer -  João Capi e Zé Miguel. O primeiro, na política, promovendo a maior transformação cultural, econômica e social que o Amapá já viveu e o segundo, na música, pelo seu talento incontestável, que tanto tem contribuído para a consolidação da identidade musical do nosso povo.

Amigos em Macapá - Alcinea Cavalcante e Elson Martins. Sempre tive grande admiração e carinho por eles. Lembro que só deixei de me sentir "foca", quando percebi que eles apreciavam o que eu escrevia. Penso que a Amazônia precisa de jornalistas comprometidos, de credibilidade e, acima de tudo, capazes de colocar a alma na ponta da pena, qualidades que sobram nesses profissionais. Sinto falta da convivência com eles.

Música e poesia  do povo daqui - Essa é uma pergunta difícil de responder, pois amo todos os cantos de casa. Mas vamos lá: Quando o Pau Quebrar, do Fernando Canto, é muito especial para mim, porque foi a primeira, da terra, que eu aprendi a cantar, ainda bem menina. Vida Boa, do Zé Miguel, é um hino. Ao cantar Tarumã, Amadeu Cavalcante fala direto ao meu coração. Mas minha grande paixão é o CD Sensalas. Joãozinho, Val, Zé e Amadeu eternizaram, nesse trabalho, um momento mágico e raro da música amapaense.

Alegria - Ser cidadã amazônica. Todas as minhas referências estão nessa floresta. E, hoje, vivendo longe dela, isso é mais evidente ainda, para mim.  O trabalho no Inmetro tem me dado a chance de conhecer meu país e é sempre com muita alegria que falo das minhas origens.

Paisagem que mareja o seu olhar - Ver o Rio Amazonas cheinho, quebrando no muro de arrimo, a me cumprimentar.

 Foto: Fotos do Brasil.



Escrito por Alcilene às 18h04
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Tapioquinha

Serviram tapioquinha  do Amapá  ao ministro dos Esportes Orlando Silva, do PC do B?

 



Escrito por Alcilene às 17h56
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A falta de autoridade e de presença no trânsito

 O caos no trânsito é provocado principalmente por isso. São 500 guardas municipais que não aparecem em horários que não dá, sinceramente, para entender por que não estão ali.

Tenho registrado alguns desses horários e locais onde acontecem os abusos e não aparece um para colocar ordem no caos.

Sábado pela manha na movimentada Feira do Mercado Central – Um caminhão da Cerpa, se atravessou no estacionamento, tirando vaga de seis(6) carros. O motorista desceu, foi fechar seus negócios nos pontos de venda da região, e nenhum agente do trânsito lhe incomodou.

Nas ruas do comércio, não há disciplina para descarregar mercadorias. Os caminhões param em qualquer horário e qualquer rua principal para fazer esse trabalho, que em um lugar que tenha prefeito, não é feito em horário comercial.

Também registrei dois abusos desses esta semana.

Na avenida Amazonas, a movimentada rua onde ficam  a maioria das importadoras, o caminhão da loja 246 ficou descarregando mercadorias, às 16 horas, como se fosse o dono da rua.

Na Rua São José, onde é inadmissível não ter Guarda de Trânsito,  ficou um caminhão também parado descarregando tranquilamente , na sexta-feira, 16 horas. Sem ninguém para lhe incomodar.

“Umbora” trabalhar pessoal.



Escrito por Alcilene às 17h51
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Rock in Rio Amazonas

Coronel Soares aniversaria nesta segunda-feira, 31.

Mas o Rock In Rio Amazonas, para festejar o níver de Soares e sua bela Lidiane, rolou no sábado, em sua agradável residência à beira do Rio Amazonas.

Parabéns Soares.

E sua festa foi tudodebom.com.br.

      



Escrito por Alcilene às 17h50
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Excelente artigo do deputado Ruy Smith.

O Candidato é o programa

 

Ruy Smith

Deputado Estadual-PSB

 

        Eleições à porta. Hora de articulações, acordos, reuniões, convites, acenos, formação de grupos, argumentos, conspiração, mobilização, partidos, situação, oposição, lideranças, lideres, lideres, líderes... lideres. Todos em busca de puxar a brasa pra sua sardinha. É hora de escolher o candidato ou candidata que possa, no pleito, chegar à frente pela vontade das urnas, e conseguir o tão cobiçado troféu de manda-chuva do executivo municipal.

 

        Nomes, já temos aos montes,... mais nomes do que partidos. Dalva Figueiredo, Fátima Pelaes, Roberto Góes, Camilo Capiberibe, Cristina Almeida, Moises Souza, Milhomem, Davi, Lucas Barreto, Randolfe, Joel Banha, João Trajano e até o companheiro Frota que, com seu espírito olímpico, pode mais uma vez participar da contenda para ratificar o fato de que nem todos são farinha do mesmo saco.

 

        A palavra chave é ganhar. Para isso, vários assumirão uma postura messiânica, a de que o salvador está chegando para trazer paz e prosperidade aos lares, promover o bem comum e a felicidade geral da cidade. Tudo será diferente comigo, dirão! Claro, essa deve ser a postura de quem quer vencer, pois é reluzente obviedade que a atual administração municipal está a exatos 180 graus do rumo certo.

 

        Muitos nomes, poucas idéias. Em terra arrasada, como Macapá, a solução não está no nome para mandar, mas no projeto para governar. Nenhum nome deveria ter tanto apelo popular quanto um programa que contemple a ‘tolerância zero’ na aplicação do código de posturas, o saneamento das ruas e avenidas, a sinalização semafórica, creches e escolas, o recolhimento diário do lixo, a limpeza da cidade, o funcionamento dos postos de saúde, o enxugamento da máquina administrativa, a criação de loteamentos urbanos, a transparência nos gastos, a criação de subprefeituras, a gestão participativa e, principalmente, a honestidade para dizer que não dará para fazer tudo ao mesmo tempo, pelo menos não nos dois primeiros anos, pois o passivo é enorme. Economia de guerra! Asfalto ou carnaval! Praças limpas ou Macapá-Verão! Ou pão ou circo! Austeridade com prioridade, poderia ser o slogan da campanha.

 

        Em um programa de governo nesses moldes, o nome seria secundário. É o conteúdo pela forma, o produto pela marca, o avesso do avesso do avesso. Ora, dirão todos, mas isso é pedir para perder! Como ganhar sem prometer tudo ao mesmo tempo? Como ganhar dizendo que não haverá cabide de empregos, que se cobrará impostos com rigor, que haverá multa aos infratores, e que não se distribuirá favores? Bem, digo eu, mas aí o problema maior ficará para o povo que escolheu, e não para o candidato que perdeu!   

 



Escrito por Alcilene às 17h49
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Cravo e Canela

Antenada Boutique de calçados, Cravo e Canela, fez desfile da nova coleção na sexta-feira, em evento solidário feito em parceria com a clínica de estética Mesoclim.

A Cravo e Canela, está cheinha de bolsas e calçados de novas  e descoladas coleções e fica na Avenida Padre Júlio Maria Lombard, próximo a Jovino Dinoá.

 



Escrito por Alcilene às 17h45
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O Amor está no Ar

Amiga Ana Célia Brazão, diretora Técnica do Sebrae-AP, em fase  aliança de noivado com Francemüler Nascimento.

Felicidades!!!



Escrito por Alcilene às 17h44
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Assaltada às 20 horas, na calçada do Glicerão, por duas crianças.

E assim está Macapá.

Minha amiga foi assaltada ás 20 horas, fazendo caminhada na calçada no estádio Glicério Marques, região central da cidade.

Segundo ela, os assaltantes eram três crianças de aproximadamente 11 anos. Estavam de camisa da escola, só que enroladas nos ombros.

Um deles mostrava a arma na cintura. Na dúvida se era arma de brinquedo ou não, entregou o celular e MP3.



Escrito por Alcilene às 17h42
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Piratas da Batucada elegeu nova diretoria

O médico Gilson Rocha e o advogado Pedro Franklin, foram eleitos na quinta-feira, presidente e vice-presidente da Escola de Samba Piratas da Batucada.

A harmonia e a união, como sempre, deram o tom que move a escola da Zona Sul, e a eleição foi num clima de confraternização da grande família piratista na casa do Pitel e da Dora.

O atual presidente de Piratas da Batucada, Sergio Lemos, o Teco, foi muito reverenciado por toda a diretoria, pelo trabalho, competência e organização à frente da escola. E foi eleito para a presidência da Assembléia Geral .

Gervásio Vilhena, nosso querido Pitel, foi reeleito para o cargo de Presidente do Conselho Fiscal.

 Gilson e Pedrão.

 

Presidente Teco e secretária Janaína realizando a eleição.

 

Pitel e Dôra: Corações piratistas

 

 



Escrito por Alcilene às 17h40
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Repiquete em três anos

Escrevi aqui em 05.09.2005

 

Mercado Sim Senhor 

 

Tenho me incomodado muito todas as vezes que falam em projetos mirabolantes, ou nem tanto, para o Mercado Central de Macapá. É Centro de Turismo. É Centro de Convenções. O certo é que o nosso querido e antigo Mercado Central continua lá, abandonado pelo consumidor, por causa da falta da decisão de um gerenciamento competente, por parte da prefeitura que o administra.

E por isso vou meter o bedelho e convidar os visitantes desse blog para meterem o bedelho também.

Mercado é mercado e ponto. Um mercado na Amazônia, próximo ao maior rio do mundo, em frente ao maior forte do Brasil, numa cidade cheia de riquezas de sabores, de frutas tropicais, de raízes e ervas, de tucupi cheiroso, de muito camarão, pode ser atrativo turístico, ao mesmo tempo, que agrada aos próprios consumidores da cidade. Pra isso tem que ser limpo, farto, sortido e organizado. Podendo ser acrescentado nele, um espaço pra venda de artesanato, ou de material para a confecção de artesanato regional.

Dou o exemplo dos mercados de Belo Horizonte, de São Paulo, do nosso vizinho Ver-o-peso e um pouco mais longe, dos mercados do Chile. Nesses lugares os mercados são movimentadíssimos. Consumidores locais e turistas misturam-se alegremente. Aliás, turista que se preza, não deixa de ir ver um bom mercado. Quem vai a BH e não visita o Mercado Central pra comprar queijo e goiabada? O mercado municipal de São Paulo já faz parte dos roteiros de City Tour das agências de turismo receptivo.

Centro de Convenções? Melhor construir um apropriado para tal finalidade.

Centro de Turismo? Turismo não se inventa. . Revitaliza-se, agregam-se produtos e valores aos locais e lugares que tem potencial turístico. Senão vira elefante branco.

Então o melhor a fazer no Mercado Central, para atrair os consumidores e turistas, é revitalizá-lo e organizá-lo. Permitir aos empreendedores de frutas, verduras, tucupi, farinha, tapioca, maniva cozida, maniçoba congelada, camarão, lanche a café regional, açaí, temperos, folhas e raízes, e outros, um lugar adequado e movimentado para que eles possam contribuir com a economia da cidade.

Garantir a presença no Mercado dos vários elos da cadeia produtiva dos nossos produtos. Todas as pessoas que vem ao Amapá querem na volta, levar camarão, farinha e açaí, entre outros produtos. E tudo é muito desorganizado. Compra o camarão em um lugar, o isopor em outro, leva na casa de um amigo pra embalar. É um sufoco levar produtos do Amapá. O Mercado deve ter tudo isso. Produtos congelados, embalagens de vários tipos e tamanhos e prestação de serviço.

Mas pra isso é preciso um trabalho sério e correto. Sem politicalha e sem apadrinhamento. Senão vira corrutela, como virou a praça Zagury.

É o que penso.



Escrito por Alcilene às 17h30
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Repiquete de Aniversário                                                                                  

Festa na blogosfera

O blog Repiquete no Meio do Mundo, criado por mim, Alcilene Maria Carvalho Cavalcante Dias, do Amapá, faz três anos.

Ao criar o blog, ainda no início dessa onda que chegou, acreditei nessa fabulosa ferramenta de comunicação, na sua interatividade, na sua velocidade, e principalmente na democratização do processo de comunicação.

Me apaixonei pelo blog. Tenho um imenso prazer em fazê-lo. Apesar do tempo escasso para dedicar-me como queria e de não poder atualizá-lo durante o dia, o dia todo. E apesar da nossa sociedade ainda ter enormes dificuldades de expor posições e participar de discussões postas, aproveitando minimamente a interatividade on line permitida. Talvez pela excessiva politização político-partidária em nosso estado, especialista em colocar carimbos na testa, como se independente de diferenças políticas, não tivéssemos todos, muitos e maiores interesses comuns. 

Tenho procurado manter-me fiel ao formato do blog, com a flexibilidade exigida inexoravelmente de cada tempo.  Mantê-lo atualizado, é a minha demonstração de consideração aos que tiram minutos de seu precioso tempo para clicar nesse endereço. E que me ajudam a pilotar o blog, com seus comentários, anônimos ou não, ou que me passam notícias e informações que interessam aos leitores do Repiquete, mesmo que seja para exercerem o livre direito de criticar e discordar.

E assim chegamos festejando.

E a festa no Repiquete vai durar um mês. E nesse mês vou colocando aqui os melhores e mais bombados posts desses três anos.

 

 

Valeu pessoal!!!

 

No primeiro dia. 27.03.2005

Estou iniciando esse blog como um espaço de variedades. Aqui vai rolar notícias, crônicas, poesias, novidades, música e mais o que eu sentir vontade  de compartilhar nessa rede. A decisão de fazer esse blog, veio hoje, no encontro de sábado no agradável quintal de minha irmã Alcinéa, também blogueira. Penso que os blogs, principalmente aqui no Amapá, representam um canal democrático num momento que o estado precisa tanto que a sociedade exercite o debate  de idéias e opiniões. Sejam todos muito bem vindos. Só não vale baixaria e nem agressões.

Música do Dia

Pérola Azulada - Do talento de Zé Miguel.

" Eu amo você. Pérola azulada. Conta do colar de Deus. Pendurada. A benção minha mãe". Absurdamente bela. 





Escrito por Alcilene às 22h32
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Macapá Marejando o meu Olhar

Poeta, o Procurador-Geral de Justiça do Amapá, Márcio Augusto Alves, mora há 16 anos em Macapá. Ele é de Peixe-Boi, linda e bucólica cidade do vizinho estado do Pará.

Dr. Márcio é um apaixonado por Macapá. Tem a alma dos poetas, e uma simplicidade que só os que abundam sabedoria tem. Ele fala de Macapá para o Repiquete, nesse aniversário do blog.

 

Tem a cara de Macapá – O cantor e compositor Zé Miguel.

Um lugar bacana – A orla como um todo. Ali eu sinto liberdade. Gosto de caminhar, de ver o nascer da lua, olhar aquela batida das ondas, ver as pessoas vendendo peixes...

Paisagem que mareja o seu olhar – A lua nascendo por trás do rio Amazonas, no Araxá. É lindo demais.

É UÓ em Macapá – A sujeira e os buracos.

Uma alegria – Ter vindo pra Macapá é uma alegria enorme. Conquistei meu espaço, e devo muito a essa cidade. 

Um programa sempre bom – Parar na frente do rio, no Araxá, à noite. Baixo os vidros do carro, fico sentindo o vento e ouvindo música.

Um sabor – Inigualável é o prato “Canoa” do Restaurante Estaleiro, feito com o filhote. Por onde ando, nunca comi nada igual. Às vezes como só com farinha e pimenta.

Não dá pra esquecer – O orgulho do meu pai no Teatro das Bacabeiras, na minha posse, quando passei no primeiro concurso para Promotor no Amapá. Tudo o que tenho e sou devo ao meu pai.

O que sonha em fazer por Macapá – Se eu pudesse seria prefeito. Tenho certeza que faria a cidade ser mais amada, mais bonita, mais limpa e mais agradável para as pessoas viverem. Às vezes dá impressão que pessoas que chegaram aqui de outros lugares, aprendem a amar com mais intensidade essa cidade.

O que queria que os políticos fizessem por Macapá – Respeitassem e amassem mais a cidade. Quem ama, cuida e respeita. Não deixa ficar assim.

Quem faz as coisas acontecerem – A promotora Ivana Cei. Tem feito muito pelo Meio Ambiente e por Macapá, coisas que muitos de nós não fazemos.  Ela dá grandes demonstrações de amor a cidade.

 

Meu recado aos leitores - Olhar Macapá com um olhar menos político. Temos tudo pra dar certo. A cidade é bonita por natureza. Temos que amá-la.

 

 



Escrito por Alcilene às 22h25
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2010

Deputado Ruy Smith(PSB) esteve em audiência com o governador Waldez Góes. Ruy solicitou do governador a liberação de duas emendas de seu mandato e levou como contribuição ao governo dois projetos: Um de regularização do transporte rodoviário intermunicipal, e outro sobre a faixa de domínio das rodovias estaduais, os projetos são na área de conhecimento técnico do deputado.

A conversa foi amigável, mas Ruy deixou claro que continuará fazendo oposição, apesar de externar ao governado uma posição política sua: Quem em 2010 pode apoiar para o Senado Federal as candidaturas de Capi e Waldez. Ruy diz que a experiência e o conhecimento adquiridos no governo são importantes no mandato de senador, e que paixões à parte, Capi e Waldez reúnem uma carga grande de conhecimento sobre o  Amapá.



Escrito por Alcilene às 22h15
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Curtas

Pirando  o cabeção

Vereador Clécio Vieira(PSOL) entrou com ação no Ministério Público Estadual contra projeto de reforma administrativa do Prefeito João Henrique, criando um montão de cargos em ano de eleição.

O prefeito parece que pirou: No projeto ele cria até uma tal de Coordenadoria Municipal de Ajudança de Ordem.

E a maioria dos vereadores ficou caladinha.

Overdoze

Hoje, quinta-feira,  tem 12 horas de espetáculos no SESC em comemoração ao Dia do Teatro e do Circo.

A Overdoze começa a partir das 9 da manhã.

Zé Miguel

Nossa Pérola, Zé Miguel, faz show de lançamento do DVD amanhã, sexta 28, na Choperia da Lagoa.



Escrito por Alcilene às 22h14
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Violência que gera violência

Lamentável a agressão sofrida pelo cinegrafista Albenir Souza da TV Amapá. Entendemos a dor da família e amigos pela perda do taxista assassinado. Também achamos que alguns veículos de comunicação, que não é caso da TV Amapá, expõem imagens chocantes demais em matérias sobre crimes.

Tudo é lamentável.



Escrito por Alcilene às 22h12
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Do blog do Carlota

AMAPÁ DE FORA, ATÉ QUANDO?

 

O governo federal está encaminhando ao Congresso Nacional, Medida Provisória para reajustar 800 mil servidores da União, orçado em R$ 2,1 bilhões. Dez categorias estão sendo atendidas com o aumento, que ocorrerá de forma gradativa até 2010, sendo a primeira parcela paga em maio. Os servidores dos ex-territórios estão de fora da bolada. Cadê a nossa bancada que não participou do acordão do governo? Sarney estava interessado nas nomeações das estatais do setor elétrico, Dalva no apoio federal a sua candidatura municipal, Gilvan nas rádios, os demais da base governistas pouca força para articular. Papaléo e Davi são oposição e pouco podem fazer. O esdrúxulo ditado que se convencionou no Amapá, prevalece: “O Sarney resolve, se ele não resolver, não tem solução”.





Escrito por Alcilene às 22h09
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 Macapá Marejando o Meu Olhar                                              

O Magnífico reitor professor Doutor José Carlos Tavares, pra mim Zeca, é amapaense do antigo bairro da Favela. Ele ficou 23 anos fora do Amapá. Fez graduação em Farmácia, na UFPa, mestrado e doutorado na USP e PHD na Alemanha, na área de Farmacologia Clínica.

É com esse amapaense de boa cepa que o Repiquete conversa hoje.

 Tavares e esposa Juliana.

A volta para Macapá – Na Alemanha, quando souberam no meu Instituto que eu tinha nascido em Macapá (Amazônia) eu fui envolvido em muitas palestras, conferências e cursos,  na Alemanha e também na Suíça, Áustria, Polônia e outros países, falando sobre temas da Amazônia, como "aproveitamento de recursos naturais para obtenção de fármacos", "biodiversidade amazônica" "plantas medicinais da Amazônia" e outros temas. Então começou a crescer em mim uma vontade de voltar para Macapá, e eu era ajudado pelos comentários dos colegas de Berlim, que falavam: "você tem que voltar para Amazônia, é lá que você tem que montar um grande laboratório de pesquisa para contribuir com o Brasil". Eu tinha grandes compromissos em Minas Gerais e São Paulo, então ao mesmo tempo em que tinha vontade de voltar para Macapá, pensava na estabilidade cientifica - financeira que possuía, trabalhando nesses estados, inclusive fazendo parte da nata da ciência do Brasil, então não foi fácil dirimir esta decisão. Foi quando apareceu um concurso na UNIFAP, no qual fui aprovado em 1o. lugar, e assim voltei e posso dizer que estou muito feliz.     

A cara de Macapá – Muitas coisas. O Araxá. Adoro passar por aquele local. Me dá uma sensação de paz e  lembra muito a minha infância quando íamos de bicicleta tomar banho lá. As senhoras do marabaixo, - quando as vejo viajo no tempo.  A maniçoba. O costume de falar alto e com intimidades. E as expressões “égua meu” e “minha querida”.

 

Um lugar bacana - A Fazendinha.

Sabor de Macapá – O Tucunaré na Manteiga da Peixaria Amazonas. E o gosto das mangas da cidade.

 

 Domingo na minha rua. Mangueira do querido vizinho Ancelmo Guedes.

 

Não dá pra esquecer - As brincadeiras na chuva na minha rua de infância. Não podia chover que estávamos lá, na Almirante Barroso, aprontando.

Saudade -  Da minha querida mãe. Mulher batalhadora, guerreira, que dizia sempre "estudem meus filhos, pra gente sair dessa pobreza".

Uma alegria - A minha defesa de doutorado que durou apenas 6h de argüição, ao final, ao lerem a ata, disse pra mim mesmo "acabou, não tenho mais título para obter" - que nada, um ano depois lá estava eu no pós-doutorado na Alemanha.  

Paisagem que mareja o seu olhar - O Rio Amazonas com a maré alta, é demais.  

 Foto: Fotos do Brasil.

 

 Quem faz acontecer - Os cantores da terra, e hoje me impressiona a grande Juliele.  Que voz!

Um programa sempre bom - Passar pelo Curiaú, e tomar um suco de cerva olhando aquela natureza.

O que gostaria que os políticos fizessem por Macapá - Deixassem de imaturidade, e pensassem em projetos arrojados para o Amapá, pois é um estado que tem tudo para ser auto-sustentável. Porque o Amapá não pode ser referencia em determinadas áreas? Eu fico pasmo com os projetos que passam pela Assembléia. Longe de uma visão desenvolvimentista, penso que às vezes os problemas básicos podem ser resolvidos de cima pra baixo.

O que faz falta em Macapá - Um período de frio, mas sem neve.

Sonha fazer por Macapá - Deixar um campus universitário marcante, em que possam falar –“ em Macapá tem uma Universidade que produz tal coisa, que faz isso, que tem isso”, e possa ser referência para a população. Veja só a cidade de Viçosa em Minas Gerais: a maior expressão da cidade é o Campus Universitário da UFV. Lá encontramos de tudo, e ninguém vai a Viçosa sem conhecer a UFV.     

Um alô - Eu acredito que a cidade de Macapá vai melhorar, penso que o comprometimento de cada um, em favor da defesa dessa cidade pode ser o processo mais rápido de mudança. A mudança de pensamento administrativo pode acontecer também a partir de ações comprometedoras da população. Os pequenos atos podem tornar-se uma revolução, inclusive de idéias.    

 

Nota da Blogueira – Eu e Zeca fomos criados juntos, vizinhos de casa na Almirante Barroso, e ele era afilhado dos meus pais. Também sinto uma imensa saudade da mãe dele, D. Lourdes,  muito presente na história da minha rua. Mulher guerreira, que na sua humildade, batalhou para formar os filhos.

Dela tenho muitas lembranças da infância: Um quintal grande e impecavelmente limpo, com um cafezal ao fundo. Do cheiro do seu café, até hoje entranhado no meu olfato. E da paçoca que ela fazia, num verdadeiro ritual compartilhado com as crianças da rua – Juntar as castanhas de caju, olhá-la torrar no quintal, descascar juntos e ficar com as mãos pretas, e ficar rondando ao lado do pilão grande de madeira enquanto ela fazia a paçoca. E que delícia de paçoca, que nunca mais na vida pude comer igual.

 



Escrito por Alcilene às 08h25
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Sarau poético hoje no Teatro das Bacabeiras

Dezenove poetas amapaenses, um de Roraima e um da França e os  músicos Beto Oscar, Enrico di Miceli e Nolson Luís estarão nessa terça-feira, 25, no palco do Teatro das Bacabeiras, num grande sarau poético promovido pela Prefeitura de Macapá, em parceria com o Abeporá das Palavras.

De Roraima veio Eliakin Rufino e da França veio Moise Culture que, além de poetas e escritores são também compositores e cantores. Moise já lançou cinco CDs e publicou três livros. É autor do livro  "Zion – la foi de rastas" traduzido para vários idiomas.

Será uma noite de muito lirismo e ternura, com início marcado para às 19h.

Cada poeta terá três minutos para declamar, falar ou dizer uma poesia de sua autoria para uma platéia estimada em quinhentas pessoas.

O evento será encerrado com uma grande homenagem aos poeta Alcy Araújo, quando todos – poetas e músicos – voltarão ao palco para declamar juntos "Minha poesia", do livro Autogeografia, lançado em junho de 1965 pela Editora Rumo.

Olha só quais são os poetas que estarão amanhã no palco do Bacabeiras:

Afonso Rodrigues, Alci de Jesus, Alcinéa Cavalcante, Aroldo Pedrosa, Carla Batista, Carla Nobre, Erick Boaventura, Fernando Canto, Heluana Quintas, Herbert Emanuel, Joãozinho Gomes, José Pastana, Manoel Bispo, Osvaldo Simões,  Ozéas Junior, Paulo Tarso, Ricardo Pontes, Rui Guilherme, Robelino Pessoa.

 A entrada é grátis



Escrito por Alcilene às 08h18
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Sinos da Itália

A família do falecido Bispo de Macapá, D. João Risatti, doou os sinos para a nova Catedral de São José.

Os sinos e a estrutura eletrônica vieram da Itália e são computadorizados e a Diocese de Macapá está construindo a torre onde irão ficar.  Um dos sinos terá o nome de D. João Risatti. 

Com o presente, a família Risatti também homenageia os 250 anos de Macapá, última cidade que D. João serviu, quando morreu em pleno bispado.

O arquiteto da Catedral

A Catedral de São José, imponente e moderna, tornou-se um dos mais belos prédios da cidade, e eu diria da região.

Vê-se que é um daqueles prédios que ficam eternamente lindos.

O projeto da Catedral é do arquiteto amapaense Adaury Farias.

Talentoso e competente, Adaury já escreveu seu nome para a posteridade, como arquiteto dessa bela obra.

 



Escrito por Alcilene às 08h17
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OLHANDO O FUTURO

 * José Ramalho de Oliveira

 

                   Quando perguntado sobre o que  é  Planejamento, o economista Carlos Matus é  direto: “....significa pensar antes de agir, pensar sistematicamente, com método; explicar cada uma das possibilidades e analisar suas respectivas vantagens e desvantagens....”. Na semana passada,  matéria do jornalista Chico Bruno, repercutida no sítio do também jornalista Correa Neto, levou-me a uma reflexão sobre os dados ali contidos. Recorrendo a informações contábeis disponíveis na Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda, o jornalista faz previsões sombrias sobre o futuro do Amapá.

                    Não é para menos. Comparando Amapá e Acre, dois estados amazônicos semelhantes em população, território e receita pública, arrisco afirmar que a análise foi até benevolente com aqueles que hoje governam nosso estado. Com receita per capita em torno de R$ 3.000,00 por ano (2006), os dois estados tem praticamente a mesma estrutura econômica. As semelhanças, infelizmente,  terminam aí: em 2001, o  governo do Amapá investiu  em torno de 17 % de sua  receita em infra-estrutura;  o Acre 15 %. Em 2006, o Acre chegou a 27 %, enquanto o Amapá despencou para  9%  no volume de investimentos públicos. Uma redução absurda e inexplicável.

                    Os modelos de gestão adotados nos dois estados,  delineados pela tendência histórica dos investimentos públicos em ambos, reforça a tese de que o Amapá  caminha  célere  para o ferro-velho. Enquanto o Acre investiu, no ano de 2006,  R$ 542.672.000,00  de recursos públicos em infra-estrutura, o Amapá, contrariando a lavagem cerebral da mídia oficial,  aplicou míseros R$ 165.797.000,00 do seu orçamento em investimentos. Em resumo, estes são os números analisados pelo jornalista Chico Bruno. De per si, são números estarrecedores,  que se traduzem na ausência ou péssima qualidade dos serviços públicos em todos os setores: falta de água, educação claudicante, energia insuficiente, insegurança para os cidadãos e saúde  pública na UTI.

                   Quero, entretanto, chamar atenção para um outro aspecto que traduz, de maneira cristalina, o atraso que o nosso estado experimentou nos últimos anos. Para tanto, se me permite o jornalista, recorrerei  também a uma análise comparativa com o estado-irmão Acre. A evolução do Produto Interno Bruto do Amapá e Acre no período de 2002 a 2006  é  reveladora:

                                                                                                                Em Bilhões de Reais

               Estado

Anos

 

Amapá

 

Acre

 

2002

 

4.408

 

3.747

 

2003

 

4.602

 

4.346

 

2004

 

5.271

 

5.167

 

2005

 

5.842

 

5.860

Fonte: IBGE



Escrito por Alcilene às 00h02
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 Continuando

                        Em  2002,   o   Produto    Interno  Bruto  -  PIB   do   Amapá,   foi    quase R$ 700.000.000,00 (setecentos milhões de reais) maior que o PIB do Acre. Em 2005, último  dado  publicado   pelo   IBGE,   o   Acre    ultrapassou   o    Amapá    em  quase   R$ 20.000.000,00 (vinte milhões de reais). Esse “atropelamento” guarda uma razão matemática diretamente proporcional ao volume de recursos públicos aplicados por cada um dos estados em infra-estrutura. Percebe-se que  não estão computados, ainda, os efeitos dos investimentos de 2006, onde o Acre investiu quase quatro vezes mais que o Amapá. Também no PIB per capita, ou seja, tudo o que é produzido e dividido pelo número de habitantes, o Amapá está ficando para trás na região: já fomos ultrapassados pelo estado de Rondônia, e pelo andar da carruagem, em breve o seremos por Roraima, Tocantins e Acre. Em 2002, só perdíamos para o Amazonas.

                      Olhando “para dentro” do PIB do Amapá, também encontramos números preocupantes. A participação da administração pública na composição do PIB do estado vem aumentando significativamente: saltou  de 38% em 2001 para mais de 46% em 2005. O Amapá está na contra-mão da economia mundial. Outro dado relevante que se esconde nos números agregados do PIB, pelo efeito multiplicador que ele gera na economia, é a participação do setor elétrico. Se ele experimenta um crescimento constante,  é sinal de vitalidade da economia. Entretanto, em nosso estado o setor vem em queda vertiginosa, caindo quase a metade sua participação de 2001 para 2005.

                      Por fim, gostaria de chamar atenção da sociedade para os (des)caminhos que os recursos públicos tomaram nos últimos anos. Quando citei Matus na abertura deste artigo, é por uma infeliz coincidência entre o slogan do Governo do Amapá e uma frase dita por ele e transcrita no livro do Jornalista Franco Huertas,  Entrevista com Matus – o Método PES: Planejar é ter os pés no presente e o olhar no futuro. O que está acontecendo no Amapá é doloso, de caso pensado.

  *Economista e Professor Universitário



Escrito por Alcilene às 00h00
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Macapá Marejando o Meu Olhar

Robson Sá é amapaense e há 32 anos não mora no Amapá. Mora em Belo Horizonte e já fala uai há um tempão. É advogado, especialista em Direito Ambiental e Analista de Desenvolvimento da Caixa Econômica, no eixo Rio – Brasília - BH.

É poeta e lembro que quando passava férias aqui compunha junto com Zoth e Rubem Bemerguy.

Com essa cara de saudade ele fala de sua Macapá aqui no Repiquete.

 
O que tem a cara de Macapá - A Fortaleza de São José, o artesanato com manganês, o marabaixo e todas as variações da expressão égua...!
 
Um lugar bacana - O Rio Pedreira.
 
Um sabor - O Tacacá da Bebé, na esquina da Igreja de São José.
 
O que não dá pra esquecer - Do seu sorriso Alcilene, da sua delicadeza. Do violão que meu amigo Zoth toca, dos bailes no Círculo Militar, do Bloco Pererê, da alegria dos meus tios e tias (fala aí Pajé!), dos meus primos, da ternura da minha tia Josefa e tia Maria Sá.
 
 Paisagem que mareja o seu olhar - A visão indescritível e ímpar do amanhecer no Rio Amazonas, visto do antigo Fórum (o dos leões).
 
 Uma saudade estúpida – Da Escola Paroquial São José, (por onde anda o Edgar Gammachi ?).  Dos banhos no "Bueiro", com Robertinho Pacheco e turma. Do uniforme de lobinho e de escoteiro. De um quilo de sorvete de chocolate que eu e o Banha comemos até passar mal. Das brincadeiras de infância com o Keki (que já partiu), Sílvio e Sérgio Lima; das pescarias no Pacoval com meu amigo Jairo. Da saída da Bartolomea (pra ver as meninas) na bicicleta do Dirceu.  Da Banda do Colégio Amapaense. Da boneca da BANDA e da pipoca do camarão frito.

 Chicona, a boneca principal da Banda.
 

 Um programa que era bom fazer - Uma garapa com donzela ou um rala-rala de ki-suco na Praça Veiga Cabral e ir para a Fazendinha domingo. Ah! o camarãozinho no bafo...

 Fazendinha
 
 Quem fazia acontecer - Dr. Alberto Lima, Alcy Araújo, Mestre Oscar, Pedro Silveira, Professora Risalva, Batintim, Nakanishi, Osélio Silva, Noventa e um, Nonato Leal, a turma do Bloco Pererê e do Mancha Negra.


 
Amigo(s)(a) em Macapá - Tenho muitos. Inesquecíveis. Não quero ficar devendo nenhum nome. Pra não ficar em branco, listo os meus vizinhos queridos: Banha e Lair.

Amigas queridas eu não esqueci de vocês!!
  
Uma alegria - Ter nascido no hemisfério Norte, na foz do maior rio do mundo, na maior floresta tropical do mundo, no lugar mais lindo do mundo, no pavilhão Mãe Luzia, na Avenida FAB.
 
Um Alô pra Macapá - O Amapá deve amar os seus filhos probos, respeitar os forasteiros de boa fé e desdenhar dos que lhe afrontam.


 

 



Escrito por Alcilene às 01h02
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Repiquete Social

Amiga Lidiane Soares é a bela e simpática aniversariante de hoje.

E o blog se enche de beijos e carinhos para cumprimentar Lidiane, que é economista e Oficial de Polícia, e esposa do Coronel Soares.

 Lidiane no Camarote da Alegria, na Sapucaí.



Escrito por Alcilene às 00h54
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Macapá Marejando o Meu Olhar

Maribel Neves é Médica e presidente da Sociedade Amapaense de Pediatria. Essa é daquelas mulheres em que a palavra especial cabe como luva, como amiga, então, é NOTA 10.

A Cara de Macapá – A Fortaleza.  Marcante desde a infância.

Paisagem que Mareja o meu Olhar – O Por do sol em Macapá. Aqui a gente vai vendo plenamente o sol descendo.

Lembranças, lembranças – Da minha infância, brincando no quintal, de casinha e subindo em arvore. Papai fez uma casinha perto do topo de uma arvore no quintal da nossa, que ficava no bairro do Trem, perto da sede dos escoteiros. Trago doces lembranças dessa época.

Um sabor – o Tacacá da Tia Neném, no Trem. Era o nosso programa de domingo em família. E o sabor da goiaba vermelha que tinha no quintal da minha casa.

Quem faz acontecer - A juíza Sueli Pini faz muita coisa acontecer em Macapá.

Alegria – O nascimento dos meus filhos Rodrigo e Roberta em Macapá.

O que UÓ em Macapá – Tem um monte de coisa uó. Mas principalmente a falta de cuidados. As pessoas não cuidam das frentes de suas casas e os governantes não cuidam da cidade.

Um alô – Adorei responder o Marejando. Me fez buscar coisas profundas que estavam guardadas nas lembranças do que eu já vivi nessa cidade.

 Maribel e o marido deputado Ruy Smith.

 

 

 

 



Escrito por Alcilene às 00h35
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A disputa pela prefeitura e a disputa pela Cea

Está acirrada a disputa pela Companhia de Eletricidade do Amapá nesse ano de eleição municipal. O embate é entre o PT da deputada Dalva Figueredo versus  o deputado Joel Banha, também do PT, mas aliado com turma dos deputados estaduais que apóiam a candidatura de Roberto Góes.

O jogo é baixo e vale chute da cintura pra baixo.



Escrito por Alcilene às 00h29
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Taekwondô do Amapá

Pra quem não sabe, o taekwondô do Amapá é um destaque nesse esporte no Brasil, conseguindo várias medalhas do último ano. Esse destaque tem se dado muito em função da dedicação do Presidente da Federação de Taekwondô do Amapá, mestre Junior Maciel, que tem realizado vários eventos e torneios, além de administrar com muito zelo uma academia que treina os atletas e estimula novos talentos.  

No torneio Opem Cidade Maravilhosa realizado no Rio de Janeiro, no último final de semana, os atletas do Amapá trouxeram uma medalha de ouro, duas de prata e uma de bronze.

 Medalhistas Samuel Pinheiro, Ricardo Filho e Tadeu Paulo com o mestre Junior Maciel. 



Escrito por Alcilene às 00h27
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Vergonha

Brasília, 18/03/2008 – A deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP), presidenta da Comissão da Amazônia, Integração Nacional e Desenvolvimento Regional, declarou estar envergonhada com o contrabando de 6 mil toneladas de madeira da Amazônia, denunciado e impedido de ser descarregado pelo Greenpeace, no litoral da França, por onde entraria para os países da União Européia.



Escrito por Alcilene às 00h25
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São José Padroeiro. Abençoa o povo da tua cidade.

 Foto: Camila Karina.



Escrito por Alcilene às 01h47
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Macapá Marejando o Meu Olhar 

Jose das Graças dos Santos Torres, o irreverente Matta, é um símbolo da alegria do bairro do Trem.

Engenheiro Florestal da Promotoria do Meio Ambiente do Ministério Público Estadual, Matta harmoniza sua atuação técnica, com a participação efetiva na vida cultural e esportiva da cidade: Na Escola de samba Piratas da Batucada, no Ypiranga Clube e na Associação Padre Vitório Gallianni.

O Marejando conversa  hoje com o Matta, nascido nesse dia de São José de Macapá.

 Matta, Ademar carneiro e Alex Pitéu, tendo ao fundo a maravilhosa barca de Piratas da Batucada.

 

Cara de Macapá – O bloco A Banda. Fechando o carnaval de Macapá.

Paisagem que Mareja o seu Olhar – A orla do Rio Amazonas, pela sua grandeza.

Um programa sempre bom – Comer camarão assado e no bafo na Fazendinha, com os amigos. O camarão da Fazendinha tem um sabor especial e único.

Uma Alegria – Ter conquistado o título de campeão do carnaval na inauguração do Sambódromo, como presidente de Piratas da batucada, com o inesquecível enredo Corpo de Mani -Dádiva de tupã, sobre a lenda da mandioca. E o nascimento da primeira filha Cyntia Lorena, hoje Psicológa.

 Matta aolado do eterno Rei Momo Sacaca.

Não dá pra esquecer – A morte de minha mãe. Eu estava no primeiro ano da faculdade. Era uma das pessoas mais inteligentes que conheci, mesmo com baixa instrução. Me ensinou o valor da honestidade. Eu morava em Belém na casa do Daniel, do Rio Jordão, na Cidade Velha. Quando cheguei da FCAP, D. Marly estava com minha passagem na mão e disse: Você precisa ir pra Macapá que sua mãe está passando mal. Quando cheguei, minha mãe já não falava, mas com minha chegada falou comigo e apertou a minha mão me pedindo que não abandonasse a faculdade, pois onde estivesse ficaria feliz com meu sucesso. Foi a única pessoa que vi morrer.

Quem faz acontecer em Macapá – O meu amigo, engenheiro Florestal Alcione Maria carvalho Cavalcante, pela visão técnica e pela amplitude na visão. O que ele idealiza tem reflexos no futuro. Se você me pedir pra citar um amigo, vou citar o Alcione, se você me pedir para citar dois amigos vou citar Alcione e Alcione. Rsrsrs.

 A dupla.

 

O que queria que os políticos fizessem pó r Macapá – Diminuíssem essa imensa desigualdade social que a gente só vê aumentar. Muita gente tendo pouco. E pouca gente tendo muito. Está acintoso e chocante.

Um lugar bacana – Eu gosto de muito dos botecos de Macapá, especialmente o bar do Abreu, para encontrar os amigos e conhecidos para conversar sobre tudo: política, questão florestal, futebol e  carnaval.

O que uó em Macapá – Como eu sou do carnaval e dedico a vida inteira a esse aspecto cultural de Macapá, acho uó a atual Liga das escolas de samba, pela desorganização instalada.  

 

Um alô pra Macapá  – Que todos tenham a preocupação e tomem atitudes contra a destruição da nossa cobertura vegetal.  A gente já sente o reflexo na mudança no clima. Os dias estão mais quentes o inverno menos chuvoso.

E que a população faça a sua parte para uma melhor qualidade do meio ambiente urbano. Limpando suas áreas, não jogando lixo nas ruas, organizando o meio em que vivem. E que evitem o consumo de tantos descartáveis e o aumento a produção de lixo em nossa cidade.

 

 

 



Escrito por Alcilene às 01h42
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Pavilhão Esfarrapado

A Bandeira Brasileira, que fica na Praça da Bandeira, no centro de Macapá, está um farrapo.

Veja a foto.



Escrito por Alcilene às 01h34
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Macapá Marejando o Meu Olhar

Alberto Góes é macapaense do bairro do Trem, arquiteto, Secretário Especial do Governo do Estado e Presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae.

Hoje no Repiquete ele fala de Macapá e da Amapalidade que pulsa nesse coração equatorial.

 

Tem cara de Macapá – O Camarão no bafo da Fazendinha e o sorvete da "Jesus de Nazaré".

Um lugar - A Fortaleza de São José, que nos marca pela imponência e pela visão de amplidão do rio Amazonas.

Pra saborear sempre - O Tucunaré na Manteiga, da Peixaria Amazonas.

Saudade - Sinto saudades dos banhos na Lagoa dos Índios, quando adolescente. E das minhas turmas de Colégio Amapaense. Sinto muita saudade do meu Ypiranga de outrora, e dos passeios na Praça da Conceição.

Uma alegria - Reencontrar amigos das tertúlias do Circulo Militar e da sede do Amapá Clube.


Quem faz acontecer -  Um grande poeta que definiu o nosso endereço: FERNANDO CANTO - ...esquina do rio mais belo com a linha do equador...; e um músico e produtor cultura de grande alma: VANILDON LEAL

Um programa sempre bom -  Escutar nossos poetas e cantores revelando as nossas sensibilidades e nossos sonhos.

O que tem vontade de fazer por Macapá - Contribuir para melhorar a qualidade de vida da  população, para Macapá voltar a ser a "CIDADE JÓIA DA AMAZONIA".

O que UÓ em Macapá - Som automotivo de estourar os tímpanos em lugar público. Tira toda