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Ôpaí 
Confesso, e acho que já até falei aqui outras vezes, que não entendo a resistência do Governo em informar quanto gastou com patrocínios para o desfile da Beija-Flor.
E digo também que sou a favor do patrocínio. Afinal a escola apresentou nosso estado brilhantemente num espetáculo mundial.
Mas é obrigação do Poder Público dar publicidade de seus gastos.
Mas parece que tem gatunagem nesse enredo.
O governo colocou sua tropa de choque na Assembléia Legislativa para não aprovar o requerimento do deputado Camilo Capiberibe que pedia essa informação.
E acho que esse patrocínio é fichinha, - e não sendo feito por caixa dois, é perfeitamente legal e justificável.
Mas o que eu quero ver, é essa Assembléia querer saber quem foi passar o carnaval no Rio de Janeiro por conta do erário, com tudo pago.
Não falo das autoridades que tinham por obrigação fazer a representação institucional do estado e do município no evento.
Dou um picolé gigante pra quem perguntar e dois pra quem responder.
Escrito por Alcilene às 23h13
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Macapá Marejando o meu Olhar
O publicitário Walter Junior é quem conta hoje aos leitores do Repiquete, qual é a boa de Macapá. Walter é amapaense, filho dos pioneiros Walter e Helita do Carmo, e atualmente ocupa a função de Diretor do Núcleo de Interior da TV Liberal, no estado do Pará.

O que é a cara de Macapá – A Banda. Aquele blocão é a cara de Macapá.
Um lugar – A Fortaleza. Por que é maravilhosa e pelo que ela representa na história da cidade. E faz parte da minha vida. Da infância, quando eu a visitava, e da adolescência quando eu namorava no Círculo Militar com a Fortaleza como cenário ao fundo.

Sempre um bom programa – Tomar tacacá na Bebé, ao lado da Igreja de São José e ir aos domingos na Banca do Dorimar, na Praça Veiga Cabral.
Um sabor – Dos sorvetes da sorveteria Jesus de Nazaré.
Não dá pra esquecer – A primeira coxinha a vender em Macapá e o primeiro sorvete pasteurizado, da marca Gelar, que vendiam no Ponto Certo, um bar que ficava na Galeria Comercial, na avenida Fab.
Um amigo em Macapá – Dois grandes entre tantos: O Feu e o Sérgio Torres. Esses, desde que a Kombi da Icomi parou pela primeira vez na frente do Colégio Amapaense trazendo os estudantes de Santana, em 1968.
Quem faz acontecer em Macapá – Na música, o Zé Miguel. Na imprensa destaco o Corrêa Neto e Alcinéa e Alcilene Cavalcante, com os blogs.
O que é UÓ em Macapá – A impunidade.
Uma alegria – Quando passei no vestibular para engenharia no Rio de Janeiro. Cheguei de férias e meus amigos fizeram uma feeesta no Amapá Clube.
Uma saudade – Das festas do Círculo Militar, da Assembléia Amapaense e do Santana Clube.
Mareja o meu olhar – A lua nascendo no Rio Amazonas com aquele São José olhando.
Escrito por Alcilene às 23h12
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Então tá 
O deputado Roberto Góes, disse ao jornalista Paulo Silva que só abre mão de sua candidatura à prefeitura de Macapá se for para apoiar o vice-governador Pedro Paulo Dias.
Um gentleman, Pedro Paulo disse no rádio que agradece a honraria e o carinho de Roberto Góes, mas que não será candidato a prefeito pois quer continuar o trabalho à frente da secretaria de Saúde.
A candidatura à prefeitura do vice-governador deixaria o caminho livre para o deputado Jorge Amanajás, Presidente da Assembléia Legislativa, pavimentar para o governo.
Mas Pedro Paulo não quer dar o Sonho de Valsa da caixa da lacta para o deputado Amanajás.
Escrito por Alcilene às 23h08
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A Trama & A espiral Estamos todos emaranhados nessa trama Na ponta de um o outro se trança E quem achar que achou a ponta solta, se engana Embolados somos nós como nós sem ponta.
E todos mergulhados na espiral do tempo Inicio e fim ficam bem ali no infinito E antes que anunciem um final maldito Beberemos à sede do contentamento E morderemos à carne do que acharmos bonito
( Augusto Oliveira – Mestre e Poeta).
Escrito por Alcilene às 23h07
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Uma Boa Notícia veio de Brasília 
Deputada Janete Capiberibe vai presidir a comissão da Amazônia
Brasília, 27/02/2008 - A deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP) foi escolhida pelos líderes partidários e pelo Partido Socialista Brasileiro para presidir a Comissão da Amazônia, Integração Nacional e Desenvolvimento Regional da Câmara dos Deputados.
A deputada Janete Capiberibe afirma que vai procurar implementar um debate para promover políticas de desenvolvimento sustentável com justiça social na região amazônica. "Eu, com os parlamentares que integram a comissão e todos os deputados da região Norte, vou procurar debater a utilização sustentável e responsável dos recursos naturais da Amazônia", afirma a socialista, afinada com a preocupação mundial por conta do aquecimento global e a sustentabilidade social e ambiental.
Escrito por Alcilene às 23h05
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Oxalá 
Ouvi hoje o Delegado Geral de Polícia, Paulo Cezar Martins, falar do esforço de várias instituições para fazer cumprir a lei que disciplina o horário de fechamento de bares, boates e similares. O esforço conjunto é resultado de um outro que visa de diminuir as trágicas e macabras estatísticas de acidentes e mortes no trânsito.
Vamos ficar na torcida e de olho para que essa lei, enfim, seja cumprida.
Mas não vale a Prefeitura de Macapá ficar dando licença liberando horário, como acontece desde que a lei foi criada.
Escrito por Alcilene às 23h04
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Tadinho 
O Trem Desportivo Clube apanhou de 4x0 do Paraná, lá em Curitiba, ontem a noite.
Escrito por Alcilene às 23h03
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Escrito por Alcilene às 23h01
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Estação 99 
Armistrong Souza, filho do eterno e meu amado Rei Momo, Sacaca, pilota na Rádio Marco Zero FM 99.13 o programa Estação 99.
O programa, com a alegria do Armistrong, vai ao ar todos os domingos, das 13 às 16 horas.
Ser liga.
Escrito por Alcilene às 22h59
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Da Coluna do Ancelmo Góes em o Globo
No avião
Wagner Moura é show de bola
Já faz algum tempo, mas a história é tão boa, que merece ser contada - e espalhada. Três semanas atrás, num vôo de Salvador para o Rio (número 1697 da Gol) uma criança não parava de chorar, incomodando os passageiros.
De repente, Wagner Moura - ele mesmo, o nosso grande ator - levantou-se, foi até o menino e começou a interpretar um personagem engraçado. O garoto foi parando de chorar... até cair na gargalhada.
O avião, claro, virou um aplauso só.
Viva Wagner Moura!
Escrito por Alcilene às 22h58
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Da coluna do Paulo Silva no JD. 
Agenda do crime
Apareceu um nome do Amapá na agenda da propina do quadrilheiro Zuleido Veras, da construtora Gautama, cujo esquema foi desmontado na Operação Navalha da Polícia Federal. A revista ISTOÉ mostra cópia da agenda de Zuleido no dia 6 de março, com o nome Giovani/MCP (abreviatura de Macapá) HG, e ao lado a indicação de R$ 6 mil. Zuleido teve contratos com a Setrap e a Seinf, no Amapá, algo perto de R$ 300 milhões, rescindidos quando estourou a operação navalha. Abaixo do nome Giovani está o do ex-ministro Silas Rondeau BSB (Brasília), e o valor de R$ 120 mil.
Escrito por Alcilene às 22h56
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Macapá Marejando o Meu Olhar
Hoje quem fala ao blog é Arilson Freires, diretor de jornalismo da TV Amapá, emissora afiliada da Rede Globo.
Arilson é do vizinho município de Santana, e mora a dois anos em Macapá. É casado com a advogada Vivianne Freires e este ano está estreando na missão de pai da pequena Ana Letícia, de dois meses.

A cara de Macapá – O Açaí. E aquelas bandeiras vermelhas das amassadeiras que avisam quando tem açaí. Considero as bandeiras de açaí um marketing fabuloso. E foi criado pelos cablocos amazônicos.
Um lugar - Acho o Curiaú muito pai d’egua.
Um programa sempre bom – Ir ao cinema no Macapá Shopping.
Um sabor – A maniçoba. Especialmente uma de perto da Casa do Artesão, acho que é a do Seu Antonio.
Uma Lembrança – Do antigo trapiche Eliezer Levy, com os navios de passageiros ancorados. O trapiche ficava cheio de gente, principalmente estudantes universitários indo e vindo. Aquilo me encantava. A gente para cursar universidade tinha que ir estudar fora. Acho que fiz umas 30 viagens nesses navios, que eram do governo, indo e chegando naquele Trapiche.
Um sonho para Macapá – Ver a cidade limpa. As ruas limpas. Cidade limpa é sinal de cidade sadia. E opções seguras e cuidadas para o lazer das crianças.
Quem faz acontecer em Macapá – O Sr. Carlos Matias. Ele mora em Santana, mas é secretário municipal em Macapá. Foi presidente da Liga das Escolas de Samba e este ano trouxe a Escola de samba Império do Povo, de Santana, para ser campeã do carnaval no Sambódromo de Macapá. Rsrsrsrs.
Uma saudade – Dos meus tempos de estudante do Colégio Amapaense. Eu sempre morei em Santana e nessa época fui descobrindo e conhecendo Macapá. Aqui foram as primeiras turmas, fiz grandes amigos, juntos descobrimos os bares e freqüentávamos o Lennon, bar que funcionou por muitos anos na esquina do Colégio Amapaense.
Mareja o meu Olhar – A orla de Macapá. Desde o Igarapé das Mulheres, cheio de barcos e feirantes, e por toda sua extensão com o rio que banha a cidade. O sol nascendo por trás do grande Rio Amazonas e os reflexos do sol e da lua nas águas do rio, são lindos. Acho que de vez quando a gente precisa olhar essa orla, com olhar de estrangeiro, e não com o olhar de quem vê todo dia.
Escrito por Alcilene às 22h19
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O blog ficou meio devagar no final de semana. É que fui à Belém.
Eu e o Dias fomos ser padrinhos de casamento de Mauro e Larissa Dias, esse lindo e apaixonado casal da foto.
E foi muito bom estar lá participando e testemunhando esse momento de amor pleno, e dividindo afetos e alegrias com pessoas queridas que reencontramos nesses momentos especiais.

Escrito por Alcilene às 22h13
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Nu e Cru 
“Eu sou tudo na vida, agora não sou besta. Eu quero meu dinheiro, diga a [Antonio] Albuquerque [presidente da Assembléia]. Quero meu dinheiro, senão estouro essa Assembléia, que não tenho medo de nenhum filho da peste desse. Quero meu dinheiro. Eu quero meu dinheiro certo, que é dinheiro de roubo, de corrupção. Quero meu dinheiro. [...] E não venha com desconto do INSS não, porque isso é dinheiro roubado. Esse dinheiro é meu. E é melhor você me dar do que a gente sair tudo algemado dessa porra. Diga ao pessoal que eu quero o meu dinheiro.”
Essa fala é de um ex-deputado estadual de Alagoas.
Esse espetacular diálogo entre o então deputado Gilberto Gonçalves e o diretor de RH da Assembléia Legislativa de Alagoas, foi capturado num grampo da Polícia Federal.
Escrito por Alcilene às 22h10
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Leia lá no Blog do Carlota
MILHÕES ANUNCIADOS TOSTÕES LIBERADOS.
A Bancada do Estado do Amapá passou o ano de 2007 anunciando recursos federais para o Estado do Amapá. O coordenador senador Gilvan Borges (PMDB) pediu ao governador Waldez Góes reformulação na Secretaria Extraordinária – Representação do Estado do Amapá em Brasília – DF. Waldez começou mudando a sede da Representação, transferindo-a do Setor Comercial Sul, onde funcionava há muitos anos para o Setor de Autarquia Sul, atrás da Polícia Federal. Nomeou o Maranhense Orlando Muniz, indicado de Sarney, para ser o seu Representante e, a pedido deste, sete articuladores, conterrâneos de orlando, foram nomeados com a missão de captar recursos e acompanharem as emendas parlamentares nos Ministérios. Com salário de R$ 6.700,00 (seis mil e setecentos reais), os articuladores não articularam nada e a Bancada não teve força política para transferir os Milhões anunciados pelos tostões liberados. Com desempenho pífio, o Estado do Amapá continua sendo o pior na execução orçamentária federal/2007. A coluna "valor liberado" refere-se a liberações no exercício Veja o desempenho nesse endereço: carlota.df.zip.net
Escrito por Alcilene às 22h08
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Repiquete deseja sucesso profissional ao novo publicitário Nagib Junior, que se graduou em Publicidade e Propaganda.
Ganha o mercado um talentoso e criativo profissional.
Nagib é da Assessoria de Comunicação do Ministério Público Estadual.

Escrito por Alcilene às 22h03
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Carnaval 2008: Difícil de Entender. Impossível de Explicar.
Passados 15 dias da apuração, todos pensávamos que aconteceria natural acomodação social em relação ao carnaval de 2008.
Observa-se, entretanto o contínuo aumento da perplexidade na sociedade amapaense com a condução e no que resultou o encadeamento de equívocos, para dizer o mínimo, perpetrados contra o carnaval amapaense.
Inicialmente convém refletir sobre o papel das Escolas neste cenário. Parece-nos que há de parte de algumas, um estranho interesse em manipular as normas e procedimentos, que ao pretender inviabilizar uma ou outra, nada mais consegue que gerar dificuldades para o evento como um todo.
Assumimos que algumas Escolas pautam a escolha de seus representantes junto a Liga, não pela competência em contribuir para o êxito da manifestação cultural, mas sim pela “capacidade” de tumultuar o ambiente, gerar a desconfiança, a intriga e o estímulo ao desrespeito mútuo entre as agremiações, dirigentes, brincantes e simpatizantes.
A Liga, coerente com as características dos representantes indicados pela maioria das Escolas, não poderia oferecer ao distinto público nada melhor do que apresentou ao longo da preparação, realização e até na apuração do concurso 2008. Adicione-se a isso a falta de pulso da Direção. Esta ao remeter todas as suas decisões ao Conselho de Representantes com as condicionantes já citadas, acabava sempre apostando “no quanto pior melhor”. O jogo deu errado e a realidade mostrou que “o quanto pior” é pior mesmo e no caso para todos.
A lista de desacertos é imensa.
No extra campo, ou melhor, extra pista, temos: 1. A imposição de um regulamento confuso, casuístico, imprudente e eivado de experimentalismo desnecessário. Ao pretender molestar o PIRATÃO, prejudicou a todos e em especial duas Escolas que chegaram a perder dez pontos, o que poderia derrubá-las mais uma vez ao segundo grupo. Com sobejo merecimento; 2. O nivelamento por baixo, quanto ao número de alas e alegorias, infligiu graves limitações tanto às escolas de maior compromisso com o desfile quanto para o crescimento do carnaval; 3. A redução do número de brincantes e alegorias, no caso do PIRATÃO, por sua vez reduziu a demanda por serviços de arte em geral e não menos importante, de serviços especializados de costura, pintura, sapataria, entre outros. Gera-se aí, um evidente desconforto para Liga, posto que na contramão do discurso correto de que o carnaval é fator de geração de renda e emprego; 4. Reclamação corrente, quanto ao tratamento dado ao público, enquanto consumidor, com ingressos e camisas sendo vendidas a preços diferenciados, em alguns casos pelo dobro do anunciado pela Liga, sob o despudorado argumento de que não se havia previsto o cumprimento da determinação legal, segundo o PROCON, da obrigatoriedade da meia-entrada. 5. Não há como não citar a imprudência, como a de colocar como quesito decisório a ala de Baianas. Imaginemos uma situação limite, onde uma escola concentra com o numero mínimo de baianas e uma delas por qualquer motivo não desfila. A ala passa incompleta. A escola que havia empatado perde o desfile. Parece que os experimentalistas, nesta se excederam na alquimia. Transferiram para as baianas as responsabilidades de suas Diretorias. E ai deu no que deu. 6. A demora na apuração foi recorde na história do carnaval do Amapá. Fiquemos nestes.
No campo. Desculpe, na Ivaldo Veras, a situação não foi diferente: 1. A par da histórica deficiência quanto à iluminação, limpeza e segurança na concentração este ano foi recobrada a incapacidade da Liga em gerenciar o deslocamento, horário e disposição das alegorias antes da concentração. O que prejudicou a todos especialmente a Maracatu da Favela, no segundo dia de desfile; 2. O som, objeto de reiterados manifestos desfavoráveis em anos anteriores, este ano não se pôs diferente, com uma novidade. Os microfones ditos panorâmicos foram insuficientes e mal posicionados, a requerer grande esforço aos interpretes dos sambas e às baterias; 3. O julgamento foi determinado por vários fatores. Por gentileza citamos apenas o despreparo de parte do Júri e sua distribuição ao longo da pista. Com relação a distribuição, seu posicionamento na cabeceira e na foz da avenida, faz com que o júri perca o melhor do desfile, que se dá no centro do Sambódromo, onde há maior ânimo na evolução e esforço da harmonia. Daí a cara de sono, o bocejo e a desanimação que grassa nas cabines. Em alguns casos porque o jurado não está nem aí mesmo. Foi pela primeira vez ao Sambódromo, nunca entrou num barracão e acha que mestre-sala e mestre-cuca são a mesma coisa. O despreparo (elegante, né?), é explicitado de forma sobeja nas fichas de julgamento. Faltam assinaturas. Existem notas fracionadas ao centésimo. Justificativas estapafúrdias para todos os lados. Muitas bastante risíveis por sinal. Citemos o caso p.ex. do julgador que viu todos os erros possíveis numa bateria e, no entanto deu dez, nota dez. Caso de Comissões de Frente, descamisada , falta de adereço, coreografia manjada, da época do Barrigudo (passo firme e cara de bravo), observadas pelo júri, mas que sonolentos votaram dez, nota dez. Fantasia se desfazendo, mesmo sem chuva, dando muito trabalho pra gari, mas que, no entanto, vimos: Dez! Nota deeeeez !. O resultado de alegoria nem vamos comentar.
Esse quadro geral é decisivo para formatação de uma imagem de descalabro, desonestidade, inconseqüência e irresponsabilidade, perante a sociedade amapaense de todos os que se envolvem com a festa. Plasma desconfiança séria entre os colaboradores, brincantes e simpatizantes. Gera insegurança e inibe investimentos, especialmente quanto a operadores de turismo e serviços e aguça as suspeitas dos fiscais da lei. Reforçamos que o PIRATÃO não concorda com nada do que aconteceu e que teve todas as suas propostas rejeitadas pelo pleno da Liga.
Esta manifestação, a exemplo do comportamento exemplar de toda a DIRETORIA DO PIRATÂO, não pretende ralhar, agredir, nem dar exemplos a ninguém, apenas levar todos a refletir sobre os destinos que pretendemos dar ao Carnaval do Amapá . Há como retomar o caminho da seriedade e da competência que até então, vinha compondo, grosso modo sua trajetória ao longo dos anos.
Finalmente, a todos os simpatizantes do maior evento cultural do Estado, a DIRETORIA DE PIRATAS DA BATUCADA informa que por não ter entendido nada do que ocorreu em 2008, acha impossível explicá-lo.
Escrito por Alcilene às 22h02
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Água Dona da Vida 
População de Macapá padece com a falta de água.
Quem quiser contestar, pode contestar.
Mas a verdade é que esse governo que está aí quebrou a Caesa, que foi recuperada no governo anterior.
Quem mora no Amapá a mais de 10 anos lembra.
Na primeira metade dos anos 90, o melhor negócio em Macapá era furar poço. A Caesa vivia uma crise e faltava constantemente água nas torneiras.
Um sério trabalho de recuperação da empresa foi feito, capitaneado pelo Engenheiro Sergio La Rocque, por determinação do então governador Capiberibe e a falta de água deixou de ser um problema em Macapá. La Rocque é hoje diretor operacional da Cosampa, empresa de água e sanemaneto do Governo do Pará.
Bastou cinco anos para quebrarem novamente a empresa.
E ao cidadão do Amapá sobra o grave problema que é ficar sem água.
Escrito por Alcilene às 22h01
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Nossa Gente 
A entrega do Prêmio Nossa Gente – Troféu Júlio Pereira, ao jornalista Antonio Corrêa Neto, foi uma merecida homenagem, reconhecida através de longos aplausos da platéia daquela importante cerimônia.
Pois eu aqui nem dou meus parabéns ao Corrêa Neto, por que é desnecessário. Com talento, muito trabalho, qualidades e defeitos, ele é muito importante no jornalismo do Amapá e parte da história da imprensa amazônica. E eu sou sua fã.
Mas parabenizo o Jornal do Dia, pelos 21 anos, pela manutenção do prêmio, e por fazer tão importantes reconhecimentos pra essa Nossa Gente como o Corrêa Neto, a Promotora Ivana Cei e o economista Charles Chelala, entre outros.
Escrito por Alcilene às 21h59
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Macapá: Marejando o meu olhar
No decorrer do ano de 2008, quando Macapá faz 250 anos, o blog Repiquete no Meio do Mundo vai conversar com pessoas bacanas, que moram, nasceram ou conhecem Macapá, e que vão contar aqui qual é a boa da cidade.
Vou chamar o espaço de Macapá Marejando o meu Olhar.
A primeira entrevista é com o professor e Historiador Sérgio Lemos, o Teco.
Ele é coordenador Municipal de Cultura, Presidente da Escola de Samba Piratas da Batucada e foi o responsável direto em mostrar à Escola de Samba Beija-flor, que o Meio do Mundo poderia ser o enredo do Bi-campeonato para a escola de Nilópolis.
É um amigo muito querido de todos na minha casa, marido da Rejane e paizão da Ana Clara.
Teco e o puxador de Samba Tysson Tiassu.
Um lugar- A orla do Santa Inês. Gosto tanto que fui morar lá.
Sempre um programa bom – Tomar sorvete na Sorveteria Jesus de Nazaré. O Marabaixo, de cupuaçu com castanha, criado pela equipe do seu Winter, é bom demais.
É cara de Macapá – A música Sentinela Nortente, cantada pelo Amadeu Cavalcante.
Um sabor – O Camarão no Bafo, da Fazendinha.
Uma lembrança – Os desfiles de 13 de Setembro, quando o Amapá ainda era território. Com alegorias, história, arte, esporte e cultura. E as Bandas do GM e do Colégio Amapaense.
Sonha fazer por Macapá – Fazer do carnaval do Amapá um elemento de atração, principalmente para os estados da região norte e outros países.
Um amigo em Macapá – A família Piratas da Batucada.
Parte da Grande Família Piratas da Batucada, em Ipanema.
Alguém que faz acontecer – O músico Zé Miguel.
Uma saudade – Daquela vida mais pacata e sem violência de Macapá de alguns anos.
Escrito por Alcilene às 00h09
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Repiquete se enfeita com as imagens dessa queridíssima amiga que faz aniversário hoje.

Vanusa Colares!!!
É um presente compartilhar de sua amizade forte, solidária e verdadeira.
E dividir sentimentos, vaidades, paixões por sapatos e jeans, e gargalhadas com você.
Que Deus te abençoe imensamente, junto aos seus amados Jairo e João Vítor.
Escrito por Alcilene às 00h05
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Sabe o Aquiles, do MPB4?
Pois olha o que ele escreveu sobre a cantora amapaense, Juliele, que coloca o pé na estrada e se apresenta neste sábado em Belém e nas próximas semanas no Rio e em São Paulo.
Juliele é mais uma boa cantora que chega abençoada pela Amazônia
Juliele vem de Macapá. Juliele canta a floresta porque sente sua força arrastando o oxigênio pulmões adentro. Juliele banha sua voz nas águas do Amazonas e nelas reflete o brilho das escamas de peixes coloridos. Juliele canta lendas de uma terra que é nossa, embora poucos brasileiros dela saibam sequer um terço.
Juliele cercou-se de pessoas que a amam e nela confiam. E sabia que não podia decepcionar. Buscou forças de dentro de sua alma amazônica. Respirou fundo e foi aos encantos.
Juliele soube escolher quem melhor compreende seu sonho de lançar-se cantora para os povos que não somente os da sua Amazônia.
Os músicos de lá e daqui do Sudeste entenderam o que Juliele precisava para seu canto se expandir. Deram-se as mãos e criaram beleza traduzida em CD independente, que traz estampado na capa apenas um prenome: Juliele. Mais não precisava, seria redundância.
Juliele é puramente isso – simplicidade no cantar, profundidade no olhar, naturalidade de fazer a música vibrar com olhares que vêm amazônicos e se deixam transmutar em algo palpável, quase minimalista, que tange o cantar límpido de Zizi Possi.
Uma base poderosa de músicos, que conta com Edgar Matos (piano), Adelbert Carneiro (contrabaixo acústico), David Amorim (guitarra) e Edvaldo Cavalcante (bateria), empresta a Juliele seu talento. Talento muito bem aproveitado por arranjadores de extremo bom-gosto e competência, feito os próprios Adelbert Carneiro e Edgar Matos, criadores da grande maioria dos arranjos, Nilson Chaves, Celso Viáfora e os integrantes do excelente trio de percussão Manari, Kleber Benigno, Nazaco e Marcio Jardim.
Cada uma dessas pessoas se entregou ao desejo de permitir a Juliele demonstrar que é uma cantora que pede passagem e saúda o povo de sua terra, pronta para abranger também ouvidos de novas gentes de outras boas terras.
Juliele tem doçura na voz. Seu repertório a reforça, e seu fraseado demonstra o quanto ainda poderá crescer seu jeito de interpretar canções que vão do ritmo característico do norte do país ao samba; do pop ao lamento do cantar em meio aos castanhais.
Tudo no CD, desde a belíssima concepção do projeto gráfico, a cargo do talento de Elifas Andreato, passando pela masterização e até a mixagem, muito bem feitas, é extremamente caprichado.
A cada faixa, sua levada. A cada palavra, seu dito. E a cada acorde sua missão se revela. Juliele se põe a cantar “Pérola Azulada”, de Zé Miguel e Joãozinho Gomes – ele que é um excelente letrista, presente em outras duas músicas do álbum. O piano e a guitarra são destaque.
Bárbara Rodrix compôs “Com a Razão”, parceria com Léo Nogueira. Bela melodia criou a filha de Zé Rodrix, grata surpresa como compositora.
“Bem Demais” é composição de Ivan Lins e Celso Viáfora. Destaque para as participações do piano e do flugelhorn tocado por Cláudio Faria. Viáfora, que com Nilson Chaves produziu o trabalho de Juliele, chega brejeiro no samba “No Sonho eu Sou”, feito com Vicente Barreto. Ao interpretá-lo com leveza, Juliele dá mostras de versatilidade.
Até que chega a faixa final do CD, “Canto dos Castanhais” (Val Milhomem e Joãozinho Gomes). Com arranjo brilhante do Trio Manari, só com percussões e uma flauta indígena, o som amazônico brilha na voz de sua representante. Plena de mistérios, a Amazônia abre passagem para mais uma de suas filhas fulgurarem. E ela vem toda faceira, abençoada que está.
Andar, andar, e cantar e cantar até sua voz alçar vôo. E voar, voar, até que o sol se ponha e a lua avance por sobre as copas mais altas da floresta. Por este bom primeiro CD, abre-se o destino da cantora que tem muito a evoluir, que tem muito a conquistar, mas que demonstra ter nítida em sua alma a importância do cantar, marcado a ferro em sua personalidade.
Aquiles Rique Reis, vocalista do MPB4, é produtor e apresentador do programa O Gogó de Aquiles, apresentado na Rádio Roquete Pinto FM do Rio de Janeiro às segundas-feiras, das 15h às 16h: www.fm94.rj.gov.br

Escrito por Alcilene às 00h01
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Offline
O site do Corrêa Neto, o mais bombado do Amapá, está fora do ar corrigindo pequenos problemas com o servidor.
Mas volta já.
Escrito por Alcilene às 23h59
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Emenda à Constituição
Assembléia Legislativa aprovou na sessão dessa quarta-feira, em primeiro turno, projeto de emenda à constituição que permite que promotores de Justiça possam concorrer ao cargo de Procurador-Geral de Justiça.
Escrito por Alcilene às 23h59
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Deu em o globo
Sarney anuncia que vai se licenciar
Aliados dizem que senador está insatisfeito com tratamento do governo
Às vésperas da instalação da CPI do Cartão Corporativo, o governo Lula ficará sem a atuação de um de seus principais aliados no Senado. O ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) anunciou ontem que pretende se licenciar do mandato de senador por quatro meses para descansar e se dedicar ao livro de memórias. O gesto, no entanto, é interpretado por seus aliados como um sinal claro de insatisfação com o tratamento dispensado a ele por setores do governo e do PT.
A chateação de Sarney começou com o afastamento de Silas Rondeau do Ministério de Minas e Energia, em maio passado, sob suspeita de corrupção. Aumentou com a descoberta de que seu filho mais velho, o empresário Fernando Sarney, foi grampeado pela Polícia Federal, e chegou ao ponto mais alto com os sucessivos vetos da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, às suas indicações para a presidência da Eletrobrás.
Repiquete informa - O primeiro suplente de Sarney, é o ex-governador do Amapá, Jorge Nova da Costa.
Escrito por Alcilene às 23h58
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Pra quem gosta
Fast-food de massas, Spoletto, franquia instalada nas melhores Praças de Alimentação do Brasil, abre em breve no Shoping Macapá.
Escrito por Alcilene às 23h56
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Ventos
Que os bons ventos que sopram em direção ao Parque Zoobotânico de Macapá, soprem também em direção ao Museu Sacaca, que anda mal de manutenção.
Os guias do Museu têm ouvidos cobras e lagartos dos visitantes.
Escrito por Alcilene às 23h56
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Luz
Viajei de férias e contei aqui que arrumei as bagagens na escuridão, pois faltava energia diariamente no meu bairro.
Voltei e a sem-vergonhice continua. Faltou energia sexta, sábado e domingo.
É mole?
Escrito por Alcilene às 23h55
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Fevereiro de Festas 
Repiquete Alegre 
Repiquete festeja aniversário de duas especiais amigas hoje:
Tanha Silva, jornalista e assessora de comunicação do Sebrae e Nanete Linhares, administradora e diretora de Modernização Administrativa da Seplan. 
As duas tem lugar cativo no meu coração, amigas de longas datas e colegas de trabalho em alguma das fases da minha vida profissional. 
Queridas amigas. Que o Senhor, que é o verdadeiro Rei do Céu e da Terra, derrame sempre a sua poderosa proteção sob suas vidas. 
Beijos e carinhos para vocês. 
Mais Alegrias  
E sábado teve mais. Amigas Graciane Barbosa, técnica do Sebrae, Rosemeire Fabião, Diretora do Sebrae, e Emília Chaves (esposa do sobrinho que virou amada sobrinha), mestra da Unifap, rodaram calendário. 
E amanhã tem mais 
Por que é o aniversário da mana Alcinéa Cavalcante Costa. 
Escrito por Alcilene às 07h48
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Bem na fita 
Piratas da Batucada não ganhou o carnaval. Inexplicavelmente - segundo os que assistiram o desfile - ficou em terceiro lugar. Mas o carnavalesco Disney Silva ficou bem na fita com a diretoria da escola, pela competência e profissionalismo com que trabalhou o enredo da maior escola de samba do Amapá.
Governador vai reunir com a Liga 
Governador Waldez Góes vai reunir com a Liga das Escolas de Samba esta semana.
Eu fico meio dow quando penso no carnaval do Amapá.
Vejo que enquanto uns constroem e crescem, outro se esforçam pela desconstrução e pelo apequenamento do espetáculo.
Escrito por Alcilene às 23h01
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Repiquete Social
Aniversário do Coronel Gastão Calandrine, sábado, na Boite Ibiza.

Eu e o Dias, Gastão e esposa Suely.

Coronel Vasconcelos e esposa Ana
Escrito por Alcilene às 22h59
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Pé na Estrada
Cantora amapaense Juliele, faz show no próximo dia 23, no teatro Margarida Schiwazzapa, em Belém, e no dia 25, no Tom Jazz, em São Paulo.
Repiquete deseja sucesso para nossa artista.
Escrito por Alcilene às 22h55
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Das Férias

Reka e Rafael Mont’alverne Souza, em Sampa.
Escrito por Alcilene às 22h53
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Evasão na UEAP – Do site do Governo
Universidade do Estado do Amapá desmente evasão escolar Pro-reitora refuta informação de que houve evasão de 30% dos egressos
A pró-reitora de Graduação da Universidade do Estado do Amapá (Ueap), Nazaré Guimarães, refutou a informação de que haja na universidade um percentual de 30% de evasão dos egressos do processo seletivo de 2007 por motivo de falta de condições de estudo. A informação foi difundida na sessão do dia 13, da Assembléia Legislativa do Estado, pelo deputado Camilo Capiberibe (PSB).
Nazaré Guimarães justificou a improcedência do percentual citado pelo fato da universidade estar passando por período de re-matrícula dos acadêmicos da instituição (vai até o dia 22), o que impossibilitaria a extração de dados reais das matrículas efetivadas em todos os sete cursos.
A questão da evasão no ensino, segundo a pró-reitora que também é professora universitária, é um fenômeno histórico comum a todas as universidades públicas e não só à Ueap, e motivado por diversas razões. “Existem alunos que cursam duas universidades e têm o direito de trancar o curso e reabrir no próximo semestre”, disse Nazaré Guimarães, lembrando que a Ueap está construindo e equipando 16 laboratórios para os cursos de engenharia e Licenciatura em Química.
Outro fator relacionado à desistência, no caso dos cursos de engenharia que são diurnos, ocorre em função dos acadêmicos que ingressam no mercado de trabalho. A pró-reitora informa que 85% dos alunos da Ueap são originários de escola pública e classe menos favorecida, “e quando conseguem um emprego acabam deixando a universidade por questão de sobrevivência”, argumentou.
Repiquete – Tudo bem dizer que a informação não procede, e que ainda está no período de rematrícula. Mas daí a justificar a evasão com argumentos frágeis, não clareia o debate obre o assunto.
Escrito por Alcilene às 22h41
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Da coluna do Ancelmo Góes, em O Globo
Cirque du Soleil
A caminho de Nilópolis
O Cirque du Soleil pisou no freio das negociações com a Mangueira, para virar enredo na Sapucaí. As razões estão no noticiário.
O famoso circo canadense pegou a Avenida Brasil e mandou tocar para Nilópolis. Quer ser o tema da bicampeã Beija-Flor, na luta pelo tri.
O dote: R$ 3 milhões.
Escrito por Alcilene às 02h16
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Cara de Férias

Escrito por Alcilene às 02h15
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Do blog do Noblat
O Juiz, a Polícia e o Malandro
Segunda-feira de carnaval, saio de casa perto das 22:00 horas para encontrar a namorada na porta do Circo Voador, na Lapa. Lá chegando, saio do táxi falando ao celular para encontrá-la. Mas não é só. Além de tênis, bermuda e camisa, usava um chapéu, desses vendidos em todos os cantos da cidade a R$ 5,00. Presente da namorada. Coisa de mulher.
Então, atravesso a rua e quase sou atropelado por um camburão com luzes e lanternas apagadas com a inscrição CORE no carro. No mesmo momento o motorista grita " Ô malandro" e eu, assustado, dou um pulo para a calçada, peço desculpas e viro as costas, continuando ao celular e andando, já na calçada.
Ai, percebo que a viatura andava ao meu lado, com três policiais de preto, ao que escuto, em alto e bom som: "Saia da rua, seu malandro e bêbado". Nesse momento, pensei: Isto não é jeito de tratar as pessoas na rua e respondi: "Não sou bêbado nem malandro; se vocês não estiverem em operação, está errado andarem com essa viatura preta e apagada, pois quase me atropelaram e vão acabar atropelando alguém!"
Oportunidade em que os homens de preto descem da viatura dizendo: "Ô malandro, tu é abusado, tá preso". Ato contínuo, diante da voz de prisão, estendo os dois braços para ser algemado. Pergunto ao mais novo dos três, que estava completamente alterado: "Qual o motivo da prisão?" Resposta: "Desacato". Pergunto novamente: "O que os senhores entendem como desacato?" Resposta: "Até a DP a gente inventa, se a gente te levar pra lá". Neste exato momento, percebendo a gravidade da situação, disse: Estou me identificando como juiz federal e minha identificação funcional está dentro da minha carteira, no bolso da bermuda. Imediatamente o policial novinho, que se identificou como André e na DP disse se chamar Cristiano meteu a mão no meu bolso, pegou a minha carteira e a colocou em um dos bolsos de sua farda preta. Então o impensável aconteceu! Disseram: "Juiz Federal é o c..., tu é malandro e vai para a caçapa do camburão.
Fui atirado na mala do camburão como bandido, algemado, porém, com o celular no bolso e os três policiais do CORE da Policia Civil do Estado do Rio de Janeiro, dizendo que no máximo eu deveria ser "juiz arbitral ou de futebol". Temendo pela vida, por incrível que pareça me veio aquela frase de Dante, da sua obra "Divina Comédia": "Abandonai toda a esperança, vóis que entrais aqui". Então, sem perder as esperanças, peguei o celular do bolso mesmo algemado e liguei para a assessoria de segurança da Justiça Federal informando a situação, bem baixinho, e que não sabia se seria levado para DP, pedindo para acionar a PM e localizar a viatura do CORE que estava circulando pela Lapa comigo jogado algemado na mala.
Após a ligação, disse-lhes uma única coisa, ainda na viatura. "Vocês estão cometendo crime, ao que escutei dos três, aos risos: "juiz federal andando com esse chapéu igual a malandro. Até parece. Se você for mesmo juiz, a gente vai chamar a imprensa, pois juiz não pode andar como malandro."
Na delegacia, as gracinhas dos policiais continuaram: "Olha o chapéu do malandro". Então eu disse, já me sentindo em segurança: "Vocês querem que eu tire o chapéu e vista terno e gravata?"
O fato é que já na presença do delegado as algemas foram retiradas e, vinte minutos depois, um dos policiais de preto vem ao meu encontro e me pede: "Excelência, desculpas, nos agimos mal, podemos deixar por isso mesmo?" Respondi: "Primeiro. Não me chame de Excelência, pois até há pouco vocês me chamavam de malandro. Segundo. Não, não pode ficar por isso mesmo. Como é que vocês tratam assim as pessoas na rua, como se fossem bandidos. Terceiro. Vocês três não honram a farda que estão vestindo. Quarto. Desde a abordagem policial agi apenas como cidadão, no que fui desrespeitado e, depois de ter me identificado como juiz federal, fui mais ainda, logo, um crime de abuso de autoridade seguido de outro de desacato.
Depois do circo montado pelo próprio agente do CORE Cristiano, que ligara do interior da DP para os repórteres, de forma incessante, talvez temendo que ele e seus dois colegas de farda preta fossem presos por mim no interior da DP, decidi não fazê-lo porque em nada prejudica a instauração de procedimento administrativo na Corregedoria da Policia Civil, bem como a ação penal por abuso de autoridade e desacato, sendo desnecessário mencionar o dano à minha pessoa, como cidadão e magistrado.
Pensei, por fim: "Se como juiz federal fui ameaçado por três homens de fardas pretas com pistolas automáticas, algemado e jogado como um bandido na mala de um camburão, simplesmente por tê-los repreendido, de forma educada, como convém a qualquer pessoa de bem, o que aconteceria a um cidadão desprovido de autoridade e de conhecimento dos seus direitos?" Duas coisas são certas, de minha parte: Não permitirei nada "passar" em branco, pois são fatos sérios e graves que partiram daqueles que têm o dever de zelar pela segurança da sociedade e, no próximo carnaval, não usarei o presente da namorada, o tal "chapéu". É perigoso. Pode ser coisa de malandro.
Roberto Schuman – Cidadão e Juiz Federal no Estado do Rio de Janeiro
Escrito por Alcilene às 02h13
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Campanha do Setap alerta sobre falsos estudantes 
Quem se passar por estudante pode responder por falsidade ideológica
O Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo do Amapá (Setap) deflagra a partir da próxima semana uma campanha de combate ao chamado "falso estudante". Em todo o Brasil, campanhas semelhantes têm sido lançadas com o objetivo de alertar a população sobre os perigos desse público. Em 2007, os cinemas brasileiros deram a largada contra esse curioso personagem. É o tipo de pessoa que não freqüenta os bancos escolares, mas possui uma carteirinha de identificação estudantil que lhe dá direito à meia-entrada em cinemas, teatros, shows e eventos esportivos além de meia-passagem em ônibus.
De acordo com o assessor de comunicação do Setap, Renivaldo Costa, não há uma estimativa do prejuízo que esse público causa, mas a conta sempre é paga pelo passageiro.
Atualmente, 31% dos passageiros que utilizam transporte coletivo em Macapá são estudantes com o benefício da meia-passagem.
Como o Setap não recebe recursos do governo nem da prefeitura para custear a meia-passagem, a conta é paga pelos demais passageiros.
Para combater essa prática, o Setap vai lançar na próxima semana em parceria com inúmeras entidades, a campanha publicitária "Carteira de estudante para estudante". A idéia é combater a utilização do transporte coletivo por falsos estudantes.
Escrito por Alcilene às 02h08
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Blog Novo 
Mais um blog legal enriquecendo a blogosfera amapaense.
É o Zona do Zico, do Asiel Araújo.
O endereço é zonadozico.blogspot.com
Passa lá pra conhecer
Escrito por Alcilene às 02h07
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Falta de estrutura na UEAP causa evasão de 30% dos estudantes, denuncia deputado Camilo Capiberibe.
Macapá, 13/02/2008 - Na manhã desta quarta-feira (13) o deputado Camilo Capiberibe, do PSB, tornou público um dado preocupante sobre o primeiro ano de funcionamento da UEAP: trinta por cento dos alunos da instituição desistiram de freqüentar a universidade pública estadual.
A informação de que 30% dos acadêmicos que se dedicaram estudando para ingressar na Universidade Estadual do Amapá desistiram no primeiro ano de estudos gerou preocupação em todos os deputados presentes à sessão da Assembléia Legislativa (Raul Mareco).
Repiquete: A matéria do jornalista Raul Mareco, que é da assessoria do deputado Camilo Capiberibe, não citou a fonte dos dados da evasão.
Se verdadeiros, o altíssima porcentagem é demais preocupante.
Escrito por Alcilene às 01h20
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Méritos
Jornalista Mariléa Maciel recebeu honraria de Mérito da Comunicação da Câmara de Vereadores de Macapá.
Deputado Ruy Smith e ex-deputado Randolfe Rodrigues receberam o Mérito Legislativo.
Os títulos foram propostos pelo vereador Clécio Vieira.

Escrito por Alcilene às 01h18
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Abandonado pela mulher, Sarcozy arrumou logo uma nova primeira-dama para a França

Escrito por Alcilene às 01h08
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Do site do jornalista Chico Bruno
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